Os olhos da corsária vagaram curiosamente pela cidade que erguia-se em sua frente, aspirando um pouco do ar do local. Era aquele típico cheiro de maresia misturado com a sensação de que algumas coisas estavam para mudar dali em diante, como seu instinto bem apontava. E ela não costumava estar errada. Correu o dedo pela bainha da espada antes de recostar-se numa das colunas de madeira da estrutura próxima de si, passeando o olhar pelo alguém que encarava seu navio. “Bonito, não?”

















