A vermelha observava com atenção os movimentos de um soldado colombiano, sua mente voltando-se para anos atrás, enquanto sua mente trabalhava conforme o seu desejo. Os lábios se estreitaram enquanto os movimentos se voltaram para seus deveres ao que sentira que o outro percebera a observação. Dentro de si, algo se remexia; a ira envolta pelas lembranças que ainda eram vívidas dentro de si. Os movimentos com as flores eram automáticos, pois não pensava, de fato, no que fazia. Estava tão absorta que não percebera a aproximação que se dera às suas costas, sentindo o cotovelo sendo tomando pelos dedos de alguém, segurando a tesoura de poda e apontando para quem havia invadido seu espaço. Sequer ouvira o que o outro dissera, contudo, sua expressão falava por si só. “Solte, agora.” Ordenou ao aproximar a tesoura da garganta alheia. A face do outro era conhecida para a monegasca que, como resposta, apertou o objeto contra o outro. Da última vez que vira @endlxsswinter, havia uma ordem: a morte da vermelha. Portanto, agora, seu imaginário não a levava para outra possibilidade. E, bem, se Sven bem lembrava, Lloris não hesitaria em defender a si mesma.







