Noite de festa na casa de Alana. Música agitada, bebida, casais, trisais e outros pelos cantos e uma energia tremenda no ar. Eu olhava para Alana e parecia não haver nada que desviasse nossos olhares. Aquele sorriso que me convidava a me aproximar dela, que não ocultava nenhum sinal do que ela esperava ter naquela noite.
Enquanto todos dançavam, bebiam e se pegavam pela casa, Alana me pegou pela mão e me levou para cima. No corredor dos quartos, ela me colocou contra a parede e me beijou com aquela gana de quem quer provocar. Fui levada por ela cada vez mais perto do quarto de Alana aos beijos e pegadas, sentindo a boca dela devorar a minha. Na porta do quarto, Alana colocou aquela mão dentro da minha calça e dedilhou minha vulva.
Aqueles dedos a brincarem lá embaixo faziam com que meu corpo se estimulasse todo. A liberdade que eu tive de gemer bem alto, sendo coberta pela música alta, pois Alana colocou os dedos lá dentro, movimentando-os de uma maneira tão gostosa quanto maliciosa. Eu rebolava naqueles dedos e beijava-a na boca até faltar o ar.
Fiquei apenas imaginando aquele corpo livre daquelas roupas, estando sobre o meu ou abaixo dele. Alana abriu a porta com pressa e entramos agarradas, querendo jogar nossas roupas em qualquer lugar. Alana se afastou e apertou um interruptor próximo da cama dela. O quarto ficou todo ambientado por uma luz cor-de-rosa. Olhei ao redor e fiquei admirada, pois havia estrelas girando nas paredes e pelo teto.
Nossas roupas ficaram espalhadas pelo quarto e ficamos nos olhando por segundos, sentindo aquela atmosfera nos envolver. Logo as nossas bocas se procuraram novamente e Alana me empurrou aos poucos, me deitando na cama. A sensação do corpo de Alana pousando sobre o meu, aquela troca de calor entre as nossas peles. Tudo naquele encontro de corpos me excitava, e me deixava pronta para qualquer carícia e toque que eu recebesse.
Alana afastou-se e se colocou de joelhos na cama começou a se tocar, olhando fixamente para mim. Só de ouvir os gemidos dela, eu já senti minha umidade escorrer pelos meus dedos. Era a forma dela de deixar ainda mais louca para fazermos amor. Nos viramos para que uma pudesse sugar os seios uma da outra. Foi o suficiente para disparar todos os sentidos.
Quando Alana subiu e colou a boca dela na minha, suas mãos tocavam meus seios e seus dedos, os bicos. Eu senti um estímulo se espalhar por todos os canais de prazer. Foi o suficiente para querermos mais. Alana foi de encontro à minha intimidade e a dela ficou ao meu dispor. Sugamos uma a outra com fome, desejo e prazer. Enlouquecemos juntas e eu sentia aqueles arrepios deliciosos que tomavam conta de mim.
Com dedos e língua, Alan conduzia meu corpo aos limites de uma excitação que nos assaltava naquela cama. Nos levantamos e nos beijamos, dedilhando nossas intimidades, aumentando nossa vontade. Estávamos tão molhadas que colamos nossos corpos e ficamos rebolando uma na outra. Impossível conter tantos movimentos.
Ficamos roçando nossas intimidades, agarradas uma a outra aos beijos. Molhamos nossas pernas com as nossas umidades escorrendo sem parar. Aos poucos o nosso ritmo aumentou e não conseguíamos parar. Alana me deitou e sentou-se em mim. A cavalgada que ela me deu foi espetacular. Era um roçar delicioso, alternado com quicadas sobre mim. Mas o que mais me fez sentir prazer era sentir a intimidade dela esfregar lentamente na minha.
Mordi meus lábios, falando comigo mesma em pensamento: “Que delícia de garota”. Uma verdadeira corrente elétrica deixou meu corpo com nível alarmante de prazer. Louca, puxei Alana para cima da minha boca. Ela se apoiava com as mãos na parede e remexia seu quadril, me dando de beber. Como uma dominadora, Alana me falava palavras ousadas e provocantes, tudo para me deixar ainda mais lasciva por ela. Nossos olhares se cruzaram e fixamos os mesmos uma na outra, enquanto Alana sentia minha boca no meio de suas pernas.
Alana saiu de minha boca e sua língua passou como se fosse batom na minha, compartilhando o que eu havia bebido da intimidade dela. Eu sentia a minha pulsar e se contrair cada vez . Cruzamos nossas pernas em e forçamos um roçar de intimidades alucinado. Estávamos na nossa dimensão particular, onde o nosso prazer era o cerne que nos ligava uma à outra.
Hora nos beijávamos, hora roçávamos. Eu estava com muita vontade de chegar ao meu ápice. Sensação nos poros da minha pele. Joguei o corpo de Alana para trás, deitando-a. Hora de eu dominar aquele momento final de prazer. De pernas ainda cruzadas, fizemos movimentos ainda mais intensos. Era hora de chegarmos ao clímax e alcançarmos o ápice. Roçamos sem parar. Era louco, pervertido, sensual.
Molhadas demais, não parávamos. Alana levou as mãos aos meus seios e a minha foi ao pescoço dela. Continuação roçando sem parar, fazendo nossas umidades escorrerem para a cama, deixando-a molhada. Quando não tínhamos mais forças, nos deitamos lado a lado e levamos nossos dedos às nossas intimidades, nos tocando num ritmo acelerado. Foi o auge do nosso prazer, nos fazendo derramar nossos ápices juntas. Exaustas, mal tínhamos fôlego para respirar.
Ficamos deitadas, com Alana no meu colo, deslizando seus dedos nos meus seios e beijando meu rosto. Final perfeito para uma noite de festa. Nos vestimos e descemos para continuar aproveitando a festa ao lado de nossos amigos. Ao descermos pela escada, fomos aplaudidas por eles, que vibraram ao nos verem juntas. De mãos dadas, fomos até eles, ficando no meio da sala, dançando, bebendo, curtindo e claro, dando muitos beijos, algo que vários de nossos amigos ali também estavam fazendo. A festa durou a noite toda, mas o ponto mais alto, com certeza, foi a minha noite no nosso quarto cor-de-rosa.
Autor Ismael Faria DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.











