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Noite de festa na casa de Alana. Música agitada, bebida, casais, trisais e outros pelos cantos e uma energia tremenda no ar. Eu olhava para Alana e parecia não haver nada que desviasse nossos olhares. Aquele sorriso que me convidava a me aproximar dela, que não ocultava nenhum sinal do que ela esperava ter naquela noite.
Enquanto todos dançavam, bebiam e se pegavam pela casa, Alana me pegou pela mão e me levou para cima. No corredor dos quartos, ela me colocou contra a parede e me beijou com aquela gana de quem quer provocar. Fui levada por ela cada vez mais perto do quarto de Alana aos beijos e pegadas, sentindo a boca dela devorar a minha. Na porta do quarto, Alana colocou aquela mão dentro da minha calça e dedilhou minha vulva.
Aqueles dedos a brincarem lá embaixo faziam com que meu corpo se estimulasse todo. A liberdade que eu tive de gemer bem alto, sendo coberta pela música alta, pois Alana colocou os dedos lá dentro, movimentando-os de uma maneira tão gostosa quanto maliciosa. Eu rebolava naqueles dedos e beijava-a na boca até faltar o ar.
Fiquei apenas imaginando aquele corpo livre daquelas roupas, estando sobre o meu ou abaixo dele. Alana abriu a porta com pressa e entramos agarradas, querendo jogar nossas roupas em qualquer lugar. Alana se afastou e apertou um interruptor próximo da cama dela. O quarto ficou todo ambientado por uma luz cor-de-rosa. Olhei ao redor e fiquei admirada, pois havia estrelas girando nas paredes e pelo teto.
Nossas roupas ficaram espalhadas pelo quarto e ficamos nos olhando por segundos, sentindo aquela atmosfera nos envolver. Logo as nossas bocas se procuraram novamente e Alana me empurrou aos poucos, me deitando na cama. A sensação do corpo de Alana pousando sobre o meu, aquela troca de calor entre as nossas peles. Tudo naquele encontro de corpos me excitava, e me deixava pronta para qualquer carícia e toque que eu recebesse.
Alana afastou-se e se colocou de joelhos na cama começou a se tocar, olhando fixamente para mim. Só de ouvir os gemidos dela, eu já senti minha umidade escorrer pelos meus dedos. Era a forma dela de deixar ainda mais louca para fazermos amor. Nos viramos para que uma pudesse sugar os seios uma da outra. Foi o suficiente para disparar todos os sentidos.
Quando Alana subiu e colou a boca dela na minha, suas mãos tocavam meus seios e seus dedos, os bicos. Eu senti um estímulo se espalhar por todos os canais de prazer. Foi o suficiente para querermos mais. Alana foi de encontro à minha intimidade e a dela ficou ao meu dispor. Sugamos uma a outra com fome, desejo e prazer. Enlouquecemos juntas e eu sentia aqueles arrepios deliciosos que tomavam conta de mim.
Com dedos e língua, Alan conduzia meu corpo aos limites de uma excitação que nos assaltava naquela cama. Nos levantamos e nos beijamos, dedilhando nossas intimidades, aumentando nossa vontade. Estávamos tão molhadas que colamos nossos corpos e ficamos rebolando uma na outra. Impossível conter tantos movimentos.
Ficamos roçando nossas intimidades, agarradas uma a outra aos beijos. Molhamos nossas pernas com as nossas umidades escorrendo sem parar. Aos poucos o nosso ritmo aumentou e não conseguíamos parar. Alana me deitou e sentou-se em mim. A cavalgada que ela me deu foi espetacular. Era um roçar delicioso, alternado com quicadas sobre mim. Mas o que mais me fez sentir prazer era sentir a intimidade dela esfregar lentamente na minha.
Mordi meus lábios, falando comigo mesma em pensamento: “Que delícia de garota”. Uma verdadeira corrente elétrica deixou meu corpo com nível alarmante de prazer. Louca, puxei Alana para cima da minha boca. Ela se apoiava com as mãos na parede e remexia seu quadril, me dando de beber. Como uma dominadora, Alana me falava palavras ousadas e provocantes, tudo para me deixar ainda mais lasciva por ela. Nossos olhares se cruzaram e fixamos os mesmos uma na outra, enquanto Alana sentia minha boca no meio de suas pernas.
Alana saiu de minha boca e sua língua passou como se fosse batom na minha, compartilhando o que eu havia bebido da intimidade dela. Eu sentia a minha pulsar e se contrair cada vez . Cruzamos nossas pernas em e forçamos um roçar de intimidades alucinado. Estávamos na nossa dimensão particular, onde o nosso prazer era o cerne que nos ligava uma à outra.
Hora nos beijávamos, hora roçávamos. Eu estava com muita vontade de chegar ao meu ápice. Sensação nos poros da minha pele. Joguei o corpo de Alana para trás, deitando-a. Hora de eu dominar aquele momento final de prazer. De pernas ainda cruzadas, fizemos movimentos ainda mais intensos. Era hora de chegarmos ao clímax e alcançarmos o ápice. Roçamos sem parar. Era louco, pervertido, sensual.
Molhadas demais, não parávamos. Alana levou as mãos aos meus seios e a minha foi ao pescoço dela. Continuação roçando sem parar, fazendo nossas umidades escorrerem para a cama, deixando-a molhada. Quando não tínhamos mais forças, nos deitamos lado a lado e levamos nossos dedos às nossas intimidades, nos tocando num ritmo acelerado. Foi o auge do nosso prazer, nos fazendo derramar nossos ápices juntas. Exaustas, mal tínhamos fôlego para respirar.
Ficamos deitadas, com Alana no meu colo, deslizando seus dedos nos meus seios e beijando meu rosto. Final perfeito para uma noite de festa. Nos vestimos e descemos para continuar aproveitando a festa ao lado de nossos amigos. Ao descermos pela escada, fomos aplaudidas por eles, que vibraram ao nos verem juntas. De mãos dadas, fomos até eles, ficando no meio da sala, dançando, bebendo, curtindo e claro, dando muitos beijos, algo que vários de nossos amigos ali também estavam fazendo. A festa durou a noite toda, mas o ponto mais alto, com certeza, foi a minha noite no nosso quarto cor-de-rosa.
Autor Ismael Faria DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.
Ao meu amor, minha despedida dolorosa
Me despeço com dor no coração e uma vontade imensa de ficar para sempre ao seu lado, e te falar que não é nada fácil querer ficar e ver que você não faz a mínima questão para que eu fique... dói muito saber, senti e perceber isso tudo através dos seus atos.
Eu mais que ninguém gostaria de ter sido aquela pessoa que fizesse a diferença na sua vida, queria ser aquela pessoa que fosse seu abrigo e amor, um amor calmo, bom, confortável, seguro, amoroso, carinhoso, que se importa demais como você está. Bom, eu fui tudo isso em uma intensidade que você não enxergou, infelizmente. Fui e continuaria sendo, se ao menos você me desse a oportunidade de saber que me queria na mesma proporção que eu sempre te quis. Estou aqui com o coração sagrando de tanto amor não correspondido.
Te falo com pesar isso... você não sabe amar quem te ama intensamente, você perde as oportunidades que você mesma foi atrás e nas quais eu não estava a espera... pois foi você que veio ao meu encontro, foi você que me quis primeiro, foi você que quis me conhecer desesperadamente, foi você que fez acontecer esse encontro, foi você que fez com que eu me apaixonasse por você tão intensamente que não soube lidar com os meus sentimentos.
Te pergunto, e agora? Depois que conquista você sempre quer ir embora deixando corações partidos? Que tipo de pessoa faz isso? Não quero acreditar que foi de propósito, não mesmo.
Você foi um bote salva vidas para mim, acredita? Mas, infelizmente eu não consegui ver que você estava cheia de remendos e que a qualquer hora poderia se rasgar novamente, você não estava preparada para um amor igual ao meu, não estava, mas insistiu até ver qual a proporção dele não é mesmo? E depois que viu que não sou rasa, teve medo e é esse mesmo medo que te impediu de ter uma linda história de amor comigo, pois saiba Verônica, que se você fosse um terço reciproca como eu sou inteira, você teria uma linda história de amor, e um amor só seu, intenso, verdadeiro, lindo, dedicado e tudo que o amor trás para uma pessoa.
Você quis? Infelizmente não, esse medo que você não cansa de falar nas nossas conversas te consome dia após dia, e pior ainda é que você é tão distraída que não ver isso..... Acorda minha bela flor, você está deixando de viver algo surpreendente por causa desse medo, e depois te falo que pode e já deve ser tarde demais.
Bem, espero que um dia encontro esse mesmo amor um dia, as vezes não temos essa mesma sorte duas vezes na vida, mas te desejo isso do fundo do meu coração.
Queria eu ser, mas você não estava preparada para tanto.
Um forte beijo,
Ainda te desejo na mesma intensidade,
Ainda te quero na mesma proporção,
Ainda te amo na mesma medida de ontem....
Hoje ainda sua, aos poucos minha novamente.
Espero que um dia eu possa te ouvir dizer que me ama, que me quer perto, que quer minha atenção e meu carinho. Espero poder te mimar, levar comida pra você na cama, fazer todas suas vontades. Espero poder acordar ao seu lado, sentindo seu cheiro e acariciando seu lindo rosto enquanto o admiro. Espero poder ser sua amiga, sua namorada, sua noiva, sua esposa, mãe dos seus filhos, espero poder ser sua algum dia.
Eu tinha o desejo de conhecer e ficar com outra garota. Era uma coisa minha e uma vontade que não podia mais conter. Conheci uma garota e comecei a trocar mensagens. Convidei-a para entrar no mesmo grupo de mensagens em que eu estava e todos os rapazes começaram a se interessar por ela imediatamente, o que até me levou a pensar que ele se envolvia com meninos. Porém, ela saiu do grupo, e fui conversar com ela para ver o motivo. Foi então que eu descobri o real motivo. Na verdade, ela gosta da mesma fruta que os rapazes tanto cobiçam. Ela chegou a dizer que me amava e queria fazer amor comigo. Aquilo mexeu com meus brios e emoções. Passei a imaginar como seria nós duas juntas na cama e desejar que esse momento acontecesse. Ela me chamou na casa dela para esse encontro e já fiquei ansiosa apenas pelo convite. Ela é realmente maravilhosa. Nos falamos por chamada de vídeo e fiquei encantada pela beleza dela. Naquela chamada, conversamos e meio que “nos paqueramos”, provocando-nos a querer aquele encontro ainda mais.
A cada conversa que tínhamos, aquela sensação gostosa do meu simples desejar por aquela garota só aumentava. O som da voz dela me causava impulsos loucos e descontrolados. Quando ela ficava a me provocar, eu levava meus dedos até a minha intimidade e a tocava tão gostoso. Era uma sensação maravilhosa de puro prazer e excitação. Como eu a queria ali comigo e não apenas à distância das minhas mãos.
Lembro de ir tirando minha roupa aos comandos que ela me dava. A cada peça que eu tirava, só me vinha à mente aquelas mãos a me tocarem, deslizando em minha pele. Deitada na cama, eu ficava a ouvir aquelas palavras ousadas demais a me atiçarem, fazendo meus dedos irem para baixo, procurando minha intimidade já molhada.
Quanto mais ela falava, mais eu sentia aquela excitação me entorpecer demais, tirando a minha concentração do mundo lá fora e me fazendo pensar apenas nela e pra ela. Imaginei aquela boca entre as minhas pernas. Enquanto ela fala o que faria comigo, uma corrente de prazer me percorria o corpo todo.
Naquela noite de conversa entre nós, quisera eu que não houvesse qualquer distância que nos afastasse. Eu apenas queria que aquela garota estivesse em baixo dos lençóis, fazendo sabe Deus o que comigo, usando aquela boca gostosa de ver. Do outro lado da linha, comecei a ouvir a respiração dela ofegar, somando-se aos sons dos gemidos que ela emitia. Ali sim, pude ter a nítida noção de tudo o que ela estava sentindo por mim, um misto de paixão, amor e excitação que a fazia me desejar de todas as formas.
Gememos juntas, tomando cuidado para que não nos ouvissem. Eu fechava os olhos e imaginava nossas pernas cruzadas e nossas intimidades roçando com força, até que conseguíssemos atingir o ápice total.
Minha imaginação voou longe e conseguia apenas imaginar cada posição em que ela me teria naquela cama, como seriam os toques, carícias, beijos e tudo o que ela quisesse realizar comigo. Me deitei de costas e coloquei um travesseiro entre as minhas pernas, passando a roçar minha intimidade nele, enquanto eu ouvia aquela garota gemendo do outro lado da linha.
Quando o sono tornou impossível eu sentir mais prazer, fui me entregando a ele. Durante o meu sono, ela deixou várias mensagens, me perguntando se eu ainda estava ali e outras coisas. Entre elas, uma mensagem me chamou a atenção no amanhecer, quando abri os olhos e li pela manhã: “Vem fazer amor comigo. Te espero, minha linda”. Foi o gatilho para que eu deixasse de lado tudo o que eu havia planejado para o meu dia. Só me importava ir ao encontro dela. Era o momento de me entregar a tudo o que ela poderia me proporcionar.
Naquela manhã, sai de casa e fui para a casa dela, ansiosa pelo nosso encontro. Fui imaginando tudo o que poderia acontecer, criando em minha mente várias cenas maravilhosas, aumentando a expectativa pelo encontro com ela.
Quando cheguei à casa dela e ela abriu a porta para me receber, meus olhos a vislumbraram linda demais, uma beleza sem defeitos. Estar na frente dela foi um teste para meus nervos, me deixando sem reação e sem saber o que fazer diante daquela garota tão linda. Quando entrei, meu coração acelerou.
Começamos a conversar na sala e aquela garota não se conteve. Suas mãos passearam pelas minhas e tocaram minha pele tão suavemente quanto eu aquela sensação era capaz de me provocar. Não era mais uma conversa pelo telefone, na qual não havia nenhum contato físico. Tudo era diferente ali. Era a troca de olhares, o coração acelerado e ambas mordíamos os lábios, na expectativa do primeiro beijo.
Quando aproximou o rosto, eu sentia a respiração dela e o aroma daquela boca. Logo o beijo se tornou real e foi tão saboroso quanto minha boca poderia esperar. Primeiro foi um beijo leve, mas que foi se tornando cada vez mais intenso, provocante e quente. Pegando minha mão, ela me levou para o quarto dela e voltamos a nos beijar. As roupas foram caindo, enquanto nossas bocas não se desgrudavam. Quando estávamos sem mais nenhum pedaço de tecido que nos cobrisse, apenas nos olhamos por segundos e logo começamos a fazer amor. Ela me colocou em quatro apoios e encaixou aquela boca em minha intimidade, fazendo eu me sentir nas nuvens.
Eu nunca tinha tido uma sensação tão boa quanto sentir a boca dela me devorar. Ela bebia meu néctar e deslizava as mãos em meu corpo, me fazendo arrepiar. Ela me deitou na cama ficou ao meu lado, me beijando e deslizando seus dedos em mim, passando pelos meus seios e descendo lentamente até a minha intimidade. O simples toque que deu lá causou uma série de reações incontroláveis em mim.
Ficando em quatro apoios sobre mim, ela me olha, enquanto aqueles dedos estavam em um vai e vem delicioso dentro de mim. Lentamente eu vi o rosto dela descer até lá embaixo e novamente senti ela encaixar aquela boca deliciosa em minha intimidade, agora de forma mais voraz e incontida. Meu corpo não me pertencia mais, pois não me obedecia, ficando totalmente entregue.
Quando ela me provocou tantas loucuras quanto possíveis, ela subiu e entrelaçou nossas pernas, roçando a intimidade dela na minha. Que sensação! Estávamos molhadas e querendo mais prazer. Nos beijávamos sem parar, o que fazia nossa excitação aumentar cada vez mais.
Nos agarramos com força uma à outra e continuávamos roçando, sentindo todo aquele prazer nos levar ainda mais longe. Ficávamos por segundos sem nos beijar, mas nada de tirarmos a boca uma da outra. Era apenas recuperar um pouco de fôlego e logo continuávamos nos beijando sem cessar. Rolávamos e sentíamos aquela corrente de excitação nos percorrer inteiramente.
Molhamos a cama com as nossas umidades, que não paravam de escorrer. Era uma coisa tão gostosa quanto podíamos esperar sentir. Paramos de roçar nossas intimidades para que fosse a minha vez de provar o sabor dela. Desci pelo corpo dela, deixando marcas da minha boca no caminho até lá em baixo.
Quando encaixei minha boca na intimidade dela, ela enrolou meus cabelos na mão e os segurou com força. Tratei de aproveitar bem o que ela estava me oferecendo e a suguei com uma sede tremenda, que me impulsionava.
Ela me puxou para cima cruzamos nossas pernas uma vez mais, voltando a roçar deliciosamente as nossas umidades intimidades, provocando uma onde prazer. Ficamos naqueles movimentos por longos minutos, sentindo os lençóis molharem, pois escorríamos entre as pernas. Começamos a gemer mais alto e com mais loucura, não conseguindo segurar aquele prazer todo. Ela me deitou e abriu minhas pernas, como se fosse um homem me pegando. Ali sim, os movimentos dela sobre o meu corpo me deixaram fora de mim. Ela fazia cada vez mais forte e mais intensamente a intimidade dela roçar na minha. Os minutos que se sucederam foram de loucuras. Atingíamos nossos ápices a cada passada de tempo, até que não foi mais possível segurar e o último ápice nos derrubou como se tivéssemos lutado contra leões. Exaustas, estávamos saciadas. E eu, muito feliz, por ter realizado a minha fantasia com aquela garota maravilhosa.
Autor Ismael Faria BASEADO NO RELATO DE “VALQUÍRIA” DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.
Madrugada de discussão entre nós duas. Palavras acaloradas e confusão desencadeadas por razões adversas. Bastou uma fagulha para que as emoções aflorassem de uma maneira descontrolada. Brida se queixava de uma distância imposta pela minha rotina de estudos e trabalho. Aos olhos dela, tudo me afastava como se ela não existisse mais para mim. Grande ilusão a dela, pois Brida é a minha meta de vida. Eu argumentava e Brida rebatia furiosa, com pura raiva e intolerância, como se minhas palavras fossem ouvidas, mas não fizessem nenhum sentido para ela, que ameaçou sair por aquela porta sem querer voltar.
Digo a Brida que ela pode ir e que não esqueça de fechar a porta ao sair. Tais palavras desencadeiam uma fúria incontrolável que faz Brida partir para o ataque e rolamos no chão, ofendendo uma à outra, tomadas pela insensatez. Furiosas, disputávamos quem iria ficar com a razão no fim de tudo aquilo. Quando paramos, segurei fortemente as mãos de Brida e nossos olhares se cruzaram. Estávamos ofegantes pela luta e tensas pelo momento de conflito. Nenhuma palavra é dita até então.
Aquela tensão toda nos provocou uma forte reação. Eu, pelo, menos, sentia meu corpo queimar por dentro. Minha libido estava explodindo e meu rosto estava perto demais do rosto de Brida para eu resistir. Eu olhava para aquela boca com uma vontade de beijá-la da forma mais insana que eu pudesse, e notei que os olhos de Brida fitavam a minha boca na mesma intensidade. Fomos aproximando nossas bocas lentamente, até que foi impossível conter a vontade e as encaixamos em um beijo intenso e furioso, como se descontássemos toda a raiva nos beijando loucamente ali no chão.
Naquele calor de nos amarmos naquele chão, as roupas atrapalhavam demais. Pois foram tiradas com pressa e atiradas em todos os cantos em que elas pudessem cair. Nuas, nos agarramos uma à outra e aquele beijo parecia não ter fim. Nossas pernas se entrelaçaram e roçamos com furor, sentindo o atrito entre nossos corpos e aquele tesão todo nos consumir. Desci minha boca galgando aquela pele gostosa, sentindo-a suada pela briga de há pouco. Quando meus lábios chegaram aos seios rígidos de Brida, os abocanhei com fome, enquanto Brida puxava meus cabelos e ofegava profundamente, gemendo com minhas carícias. Dois dedos meus dentro dela para deixá-la em combustão. Senti as unhas de Brida passarem pelas minhas costas, arranhando minha pele e me deixando arrepiada.
Com as mãos na cintura de Brida, desci minha língua traçando um fio desde os seios até a vulva dela, que envergara o corpo para trás, como se fosse a primeira vez que eu a tivesse em meus braços. Meu corpo, em todos os seus pontos de prazer, tremia e vibrava com aquela mulher toda para mim ali, depois de uma briga acalorada. Fui descendo cada vez mais, procurando o que eu mais cobiçava, sentindo em meus dedos a umidade dela escorrer por eles. Finalmente cheguei até com minha boca e Brida pegou minhas mãos, cruzando nossos dedos. Ela apertava minhas mãos e gemia, querendo gritar e causar naquela loucura toda. Eu sentia que Brida não controlava seu corpo. Ela clamava para que eu não parasse. Seu mel escorria em minha boca e me dava de beber da forma mais gostosa. Continuei roçando minha língua em seu ponto de prazer, deixando-a louca, sedenta e despudorada.
Rolamos e coloquei Brida sentada sobre meu rosto, apoiando as mãos no chão, remexendo aqueles quadris em minha boca, que tão sedenta a devorava sem parar. Meu corpo fervilhava. Era um calor que me tomava inteira. Eu sentia um arrepio que me subia a espinha e meu coração acelerava em um ritmo frenético. Brida não se conteve e sentou sobre minha vulva, roçando a dela contra minha, puxando minhas mãos em direção dos seus seios, enquanto mordia o lábio inferior e me olhava com desejo, mas sem dizer uma única palavra. Eu nunca havia sentido Brida me cavalgar daquela forma antes.
Nossas mãos se pegaram e senti meu corpo todo se eletrizar magicamente, pois Brida aumentou o ritmo da cavalgada, me fazendo sentir sua vulva molhada na minha. Eu não me continha de jeito algum.
Eu queria parar o tempo ali desfrutar aquele corpo infinitamente. Brida se inclinou e, sem parar seus movimentos sobre meu corpo, passou sua língua tal como um batom em minha boca, percorrendo meus lábios superior e inferior lentamente, provocando uma sensação que não posso colocar em palavras, mas que fez meu corpo todo ficar em transe naquele instante.
Brida desceu e percorreu os mesmos caminhos que eu, me deixando saliente e entregue à ela. Fechei meus olhos como se eu pudesse desenhar a cena que viria, com aquela boca gostosa encaixada em minha vulva, sugando cada gota de meu mel. Ela parecia apreciar como se provasse o mel extraído da fonte. No caso, da minha fonte.
Ousada, Brida virou-se para mim e deitou-se de forma invertida, me fazendo beber dela enquanto ela fazia o mesmo comigo, uma cena que faria mesmo as sáficas mais atrevidas ficarem úmidas e se remexendo na cadeira. Ficamos de frente uma para a outra, de pernas cruzadas, roçando nossas vulvas úmidas sem limites.
Eu conseguia ouvir os estalos de nossas vulvas conectadas e nossas umidades se misturarem. Brida se separou e me deitou novamente, deitando-se ao meu lado e usando seus dedos em mim. Primeiro, ela os deslizou em minha barriga, seguindo o caminho até minha vulva. Só aquilo me deixava incontida. Eu olhava para Brida e ela, lendo meu olhar, sabia o que eu queria. Enquanto Brida me tocava, sua boca procurou a minha novamente e trocamos beijos provocantes. Quanto mais seu dedilhar em minha vulva me excitava, mais eu queria aquele beijo. Era uma forma de resistência, que me permitia sentir por mais tempo, como se me anestesiasse completamente.
Minhas pernas tremiam e eu mal me aguentava, mas o beijo quente de Brida me deixava em outro estado, como se ela pudesse me tocar por horas a fio, enquanto eu resistia a cada dedo em minha vulva molhada. Joguei meu corpo sobre o e Brida e cruzamos nossas pernas outra vez. Eu a sentia ainda mais úmida, enquanto roçávamos aos beijos e amassos.
No sofá da sala, eu deitei Brida de pernas abertas para receber minha boca entre elas, mirando m sua vulva uma vez mais. Brida passava as solas dos pés em minhas costas, me causando uma forte sensação subindo à espinha. Aquilo me acendeu ainda mais e eu só queria o ápice de Brida em minha boca.
Me deliciava ver Brida molhando os dedos nos lábios e passando os mesmos em sua vulva, acompanhando os movimentos de meus lábios ali. Eu conhecia aqueles caminhos e sabia como deixar Brida vulnerável às minhas investidas.
O corpo dela se remexia e era impossível Brida controlar o tom de seus gemidos. Um fio de seu mel se ligou à minha língua, sinal que seu ápice estava prestes à vir. Eu já podia prever a explosão que viria daquele meio, visto que meus lábios não paravam de forma alguma de sugar aquele néctar.
Usando meus dedos em auxílio à minha boca, fiz Brida ir além do prazer sentido. Era a própria deusa Vênus sendo tomada por outra mulher. Era o limiar entre o céu e a terra para Brida. Ela não se continha e queria mais.
Me sentei naquele sofá e coloquei Brida sentada de costas para mim. Imediatamente senti uma das mãos em minha nuca, enquanto minhas mãos passeavam por seu corpo delicioso, tocando-a. Mesmo naquela posição, Brida tinha forças para mexer seu quadril e ressonância com os meus dedos em sua vulva. Ela sentia.
Eu já conseguia sentir aquele mel escorrer entre meus dedos. Brida não iria resistir mais. Afastei-lhe os cabelos, postando-os de lado, e dei aqueles beijos fatais na nuca, fazendo a pele dela se arrepiar completamente. Brida jogou uma das pernas sobre a minha e me deixou livre para usar mãos e dedos ao meu bel prazer em seu corpo. Era a provocação final que eu precisava para fazer com que Brida derramasse toda a sua essência em meus dedos.
Expus seu ponto de prazer e passei as pontas dos meus dedos ali, seu ponto mais sensível e vulnerável. Brida inclinou seu corpo para trás, pois não estava conseguindo se controlar, fazendo com que eu sentisse todo o peso de seu corpo sobre o meu.
Quando não foi mais possível conter, Brida deixou todo o seu ápice vir à tona, molhando meus dedos. Sua cabeça caiu sobre meu ombro esquerdo e Brida soltou um urro forte e agoniante, tremendo de forma incontida, sendo segurada por meu abraço forte. Sua respiração estava fora de compasso e eu sentia seu coração acelerado. Contive seu corpo até que ele relaxasse em meu colo e Brida se acalmasse. Nesse instante, levei Brida para baixo do chuveiro, sentei ali no chão e a deitei em meu colo, deixando a água fresca e gostosa cair sobre nós duas. Aos poucos, Brida relaxou e adormeceu em meu abraço. Ficamos ali, embaixo d’água, deixando para trás todas as sombras daquela briga e a sensação de aquela tensão foi embora, levando todos aqueles sentimentos com ela.
Autor Ismael Faria DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.
Quando Esther despiu meu corpo por completo, eu já era uma cachoeira entre as pernas. Não conseguia conter minha excitação. Aquelas mãos me tocando e me provocando as mais incríveis sensações. Um arrepio me subia pela espinha e meu corpo se rendia àqueles carinhos todos.
Ao olhar para trás e fazer minha a vez a desfrutar do corpo de Esther, eis que ela já está desnudada à minha frente, belíssima e pronta para ser minha. Ela se ajoelhou e colocou uma de minhas pernas apoiada sobra a cama, encaixando aquela boca deliciosa entre as minhas pernas, buscando beber o que de minha já escorria o suficiente para que ela sugasse da minha intimidade toda a seiva doce que dela caia. Foi a combinação perfeita de boca e língua para me deixar louca.
Tão perfeita combinação que senti um dedo entrar pela minha intimidade e se somar àquela boca a me devorar completamente. Eu sentia minhas pernas suarem e tremerem de excitação. Dentro de mim, várias revoluções causadas por aquela boca encaixada em minha intimidade, me fazendo perder o juízo e o auto controle. Esther estava faminta e me deixando no mesmo estado. Esther só parou para me fazer um pedido ousado:
- Deita-se e se toque para eu assistir. Quero ver você sentir seus dedos em você.
Atendi ao desejo de Esther me deitei em um sofá que há no meu quarto. Para o deleite dela, molhei meus dedos e os passei em meus seios, depois descendo pelo meu corpo até eles encontrarem a minha intimidade, já totalmente encharcada pelas carícias recebidas ali.
A sensação dos meus dedos a me invadirem, sob o olhar atento e penetrante de Esther me fizeram ficar ainda mais ousada:
- Quer vir aqui, não quer? Eu sei que você está ansiosa para colocar sua boca aqui.
Esther não dizia uma única palavra. Ficava apenas admirando o show que eu lhe proporcionava. Quando não foi mais possível ela se conter, Esther puxou da bolsa um “brinquedo” e veio me beijar, colocando-o dentro de mim. O beijo que ela me deu era cheio de uma vontade louca e intensa de me provocar ainda mais.
Quando a boca de Esther veio novamente entre as minhas pernas, já não me segurava e me contorcia, rebolando naqueles lábios. Ela não se contentou em apenas sugar minha intimidade.
Com os dedos dela em mim, buscando cada mínimo contato com minha intimidade, e sua boca deliciosa, agora coberta com o meu sabor, Esther me levou ao paraíso dos prazeres. Ela me beijava de uma maneira deliciosa, cativante, que prendia minha boca à dela.
Quando foi a minha vez de realizar loucura com Esther, tratei e mostrar que a minha excitação por ela era da mesma intensidade. Coloquei minha boca naquela intimidade molhada e fiz Esther gritar de prazer naquele sofá. Usei meus dedos para pressionar os bicos dos seios dela de forma a deixá-la do mesmo estado em que ela me deixou. E eu consegui, pois a deixei incapaz de conter o corpo dela naquela posição. Ela sentia contrações que a faziam perder o controle.
Esther me puxou para cima, pois queria ter o gosto dela que estava em minha boca. Dedilhando a intimidade dela com velocidade e habilidade, Esther só conseguia me beijar, pois o corpo dela não obedecia a nenhum comando que ela tentasse.
Quando me encaixei sobre Esther, fazendo nossas intimidades se conectarem perfeitamente, nossos movimentos eram intensos e perdemos o fôlego várias vezes. Estávamos molhadas demais, o que só facilitava o roçar das nossas intimidades. Tudo tão gostoso de maravilhoso demais. Eu me sentia queimando por dentro. Entre as pernas, um calor absurdo daquela fricção com Esther, que segurava minha cintura tão forte quanto podia. Não dizíamos nada, pois não havia fôlego pra pronunciar uma única palavra.
A boca de Esther, que convidava a minha a beijá-la novamente tinha um novo calor. Suávamos e não parávamos de transar. Queríamos cada segundo, cada gota de suor, cada movimento. Eu sentia a minha intimidade pulsar cada vez mais. Enquanto eu remexia meus quadris cada vez mais rapidamente, encontrava os seios de Esther prontos para receber minha boca.
Eshter umedeceu os dedos e os passou em minha intimidade, que ainda roçava a dela. Eu sentia pulsos dentro dela que me induziam a continuar aqueles movimentos. Quando Esther me virou para baixo, ela me surpreendeu, pois o seu botão era tão vistoso que ela conseguiu encaixá-lo dentro de minha intimidade, como se fosse um membro a me invadir. Nunca imaginei que outra mulher o pudesse fazer.
Senti que Esther ia chegar ao ápice e me sentei sobre ela, fazendo meus movimentos ficarem ainda mais intensos. Quanto mais Esther gemia, mais eu o fazia, querendo ver. Eu precisava assistir e sentir ela se derramando toda e aquele líquido se misturar ao meu, pois eu sentia que meu ápice não demoraria a chegar.
Estávamos quase sem energia, mas queríamos sentir chegar. Precisávamos daquilo. Me inclinei e comecei a dar mordias na ponta da orelha e aquelas pinceladas com a língua. Acabei por deitar sobre ela, cruzando nossas pernas. Esther buscou meu pescoço e colou a boca dela ali, fazendo disparar todos os meus nervos e sentidos. Quando não era mais possível nos conter, eis que nossos ápices eclodiram e gritamos juntas, sem nos importar.
Aquele grito que demos foi a expressão máxima do nosso prazer. Sem nenhuma força em nossos corpos, tudo o que nos restou foi ficarmos ali, respirando, cansadas, exauridas, mas muito, muito felizes. No final daquela noite, tudo o que eu pensei foi que valeu a pena estar naquela pista de dança e encontrar uma mulher tão linda e deliciosa, capaz de me fazer sentir um prazer tão forte que, dificilmente, eu iria querer por apenas uma noite. É claro que houve muito mais, mas logo eu conto como foram nossos outros encontros.
Autor Ismael Faria DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.
Amigas desde a infância, amantes anos depois, passadas todas as aventuras e dores do crescimento, encantos e desencantos. Eu sou Thaís e minha história com a Tainá é tão deliciosa quanto surpreendente. A infância saudosa já nos trouxe de presente uma amizade tão forte quanto rocha, devido a residirmos lado a lado durante anos. Crescemos juntas, brincamos juntas, trocamos as mais íntimas confidências e nos ajudamos o tempo todo, sendo inseparáveis. Viaje no tempo comigo!
Quando Tainá deu seu primeiro beijo, lá estava eu, na escola, querendo dar aquela cobertura para minha amiga, debutando para o primeiro amor. Naquele dia, ao ver a minha amiga provar do sabor de um beijo, desejei o mesmo para mim, não por inveja de Tainá, mas por saber que seria uma sensação que eu jamais esqueceria.
Quando chegou o guarda da escola, saímos eu, Tainá e o garoto que ela beijara, correndo como se um crime tivesse sido cometido ali. Bons tempos que não voltam mais e que apenas tornaram a nossa amizade infinitamente mais forte.
A infância e a adolescência passaram por nós sem nenhuma indicação do que viria a seguir e que será relatado sem medo ou pudor aqui. Foi já na faculdade, onde buscávamos o rumo certo para as nossas vidas, que ocorreu o primeiro fato que mudaria para sempre os caminhos da nossa amizade. Há algum tempo eu já me questionava por sentir certa atração pelo mesmo sexo, o que me causava certa estranheza, ao mesmo tempo em que tal descoberta era fascinante aos meus olhos. Então, numa manhã sem muita emoção, que eu tive a primeira experiência, ao provar o beijo de uma colega de curso. Eu não havia contado nem mesmo para Tainá sobre esse sentimento novo em relação à minha sexualidade, pois ainda era um tabu até mesmo para mim.
Mas o destino adora brincar com as vidas dos que são regidos por ele. Pois, justamente naquele momento de descoberta para mim, Tainá me viu com essa colega, dando o primeiro beijo da minha vida em alguém do mesmo sexo. Quando paramos aquele beijo, olhei para o lado e vi minha amiga perplexa.
Fui correndo até Tainá, pegando-a pela mão, pedindo a ela alguns minutos para explicar o que havia acontecido comigo ali. Sem conseguir expressar nenhuma palavra, Tainá ficou ali, me ouvindo pelo tempo que eu pude, tentando convencê-la de que a minha decisão de não revelar esse meu lado a ela não era por falta de confiança ou uma traição à nossa amizade, mas sim, uma travessia que eu precisava passar sozinha. Tainá compreendeu, mas escolheu fica afastada naquele dia, buscando colocar os pensamentos em ordem e o coração no lugar certo.
Passei aquela tarde em casa, no meu quarto, pensando em como pude excluir Tainá de uma descoberta tão importante para mim. Mal eu sabia que ainda estava para fazer uma descoberta ainda mais surpreendente, que mudaria para sempre o rumo da minha vida e da minha amizade com Tainá.
A campainha tocou e eu à porta ansiosa, pois vi da janela a minha amiga ali, me esperando para convidá-la a entrar. Quando abri a porta, houve um silêncio quase inquebrável. Estávamos incapazes de dizer nada, até que Tainá se aproximou de mim.
Segurando meu rosto, Tainá aproximou e pousou os lábios dela nos meus, como se quisesse que o primeiro toque entre nossos lábios fosse lento, com o gosto que uma primeira vez merece ter. Surpresa, me afastei.
- Tainá, por que isso?
- Shh! Não diga nada agora! Você já me disse tudo o que precisava de manhã. Apenas me deixe te dizer a minha descoberta agora.
Não falei mais nada. Apenas subimos para o meu quarto, trancamos a e fomos aos beijos para a cama. Eu mal podia crer naquilo tudo. O beijo de Tainá tinha uma força e um sabor revigorantes. Eu estava enlouquecida com a ideia de minha melhor amiga e eu estarmos ali, num momento todo nosso, onde a intimidade falou mais alto que tudo. Foi justamente quando paramos os beijos e nos olhamos de uma forma profunda e íntima, muito além do que a nossa amizade permitia.
Quando as mãos de Tainá passaram a me despir, eu senti um calor tomar conta de mim e uma vontade de me render a ela de todas as maneiras.
Naquele instante, eu nem questionava mais o que estávamos fazendo o quanto tudo aquilo mudaria tudo entre nós duas de uma maneira inesperada. Apenas continuei a sentir a boca quente de Tainá em meu corpo, pois ela me despia e me beijava de uma forma nunca antes experimentada por mim.
Quando meu corpo já estava livre das roupas, eu estando apenas de lingerie, Tainá se colocou à minha frente e deixou suas roupas caírem, revelando aquele corpo aos meus olhos pela primeira vez.
Pousando o corpo dela sobre o meu, Tainá se encaixou em mim, permitindo que roçássemos juntas, sentindo que o tecido das nossas lingeries não impedia que sentíssemos o máximo de prazer. As mãos de Tainá a correrem pelas curvas do meu corpo, pareciam querer entender os desenhos que ele tem, enquanto a boca de Tainá não soltava a minha.
Logo as lingeries foram deixadas de lado e revelamos uma para a outra a nossa nudez. Foram segundos de uma troca de olhares intensa, pois logo nossos beijos ficaram mais intensos e nossa excitação aumentou.
Eu senti a boca de Tainá se encaixar em meu pescoço, beijando-o e sugando a pele dele até que uma marca ficasse ali. Teria ficado, se Tainá não tivesse parado e ido aos meus seios, me fazendo sentir a língua dela roçar os bicos deles, me arrepiando inteira. Foi a carícia mais gostosa que meu corpo já havia provado.
Entrelacei meus dedos pelos finos fios de cabelo de Tainá, pois eu queria sentir aqueles cabelos em meus dedos, enquanto meu corpo recebia doses prazerosas de carícias que Tainá me fazia. Não pude me conter e soltei gemidos, pois sentia os dedos de Tainá me invadindo, me deixando tão molhada quando possível. Em meus seios, Tainá fartava-se à vontade, sungando-os com força e vontade. Como era delicioso eu estará ali, descobrindo tamanha excitação em fazer amor com a minha melhor amiga, deixando que ela descobrisse cada segredo do meu corpo.
Ah! Quando Tainá desceu e encaixou a boca dela em minha intimidade, foi o auge das sensações que estava provando. Foi perfeito demais.
Rolamos na cama e fui fazer em Tainá tudo o que ela havia feito em mim, ainda que eu não soubesse bem como realizar tudo aquilo, deixando meus instintos falarem mais alto. O mesmo encaixe no pescoço de Tainá me permitiu retribuir a primeira carícia. Eu não estava mais ali apenas para experimentar, mas sim, para ter com a minha amiga um momento único de prazer.
Buscando provocar Tainá para que ela pudesse sentir tudo o que havia me feito, procurei ser habilidosa em cada carícia e toque. Os gemidos de Tainá e as mãos dela a segurarem meus cabelos me dava a noção de que eu estava no rumo certo.
Quando eu desci aos seios de Tainá, minhas mãos os apalparam fortemente, fazendo Tainá gemer um pouco mais, enquanto eu os sugava com muita vontade. Eu estava amando dar aquele prazer para a minha amiga.
Taina me afastou e me encaixou nela, formando uma tesoura comigo. O roçar de nossas intimidades foi o clímax do nosso prazer. Fazíamos freneticamente cada movimento, enlouquecendo juntas.
Tainá me puxou para cima dela e encaixou minha intimidade em sua boca, me proporcionando o supra sumo do prazer. Com toda a força nela, Tainá sugou minha intimidade tão gostoso quanto ela podia fazer. Eu rebolava na boca da minha amiga como se estivesse dançando sobre ela.
Não resisti e desci, me sentando sobre Tainá e movimentando a minha intimidade sobre a dela, com Tainá segurando a minha cintura, alternadamente com os meus seios, querendo me dar todo o alicerce para que eu pudesse me mexer ao meu bel prazer e sentisse os movimentos do corpo de Tainá junto com os meus. Foi simplesmente fantástica tamanha sensação.
Me jogando para baixo, Tainá cruzou as pernas dela com as minhas e essa nossa derradeira posição foi a melhor de todas, pois nos abraçamos fortemente, sentindo os nossos corpos suarem e nossos ápices se virem.
Quando chegamos ao ápice, a sensação foi tão forte que gritamos juntas, antes de sentirmos um esgotamento extremo nos tomar completamente.
Caídas e sem forças para mais nada, trocamos apenas algumas palavras, tentando entender o que havia acontecido ali. Tainá apenas me disse que já queria aquilo há muito tempo, mas o temor por aquilo poder mudar drasticamente a nossa amizade a conteve.
Eu só pude responder para a minha amiga que aquela descoberta é a mais importante da minha vida, pois fiz amor com a pessoa que conhece todos os meus segredos, passando também a conhecer os segredos do meu corpo. Nossa amizade se fortaleceu e virou algo tão especial que realmente mudou e impactou as nossas vidas de uma maneira única. Hoje, além de sermos amigas, somos as namoradas mais felizes desse mundo. E essa é a minha melhor descoberta.
Autor Ismael Faria DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.