A lua de acrílico Abençoa os filhos de silicone Doando à eles cores da cidade Enquanto repousam em um transe de zinco Cigarras prematuras Em tempos de ócio Amantes do corticóide Em templos fugazes Os vagos ao vigilante Olheiras bolor à Dante Pedras e buquês O teu revés com padres e adagas O amor estufa crescido Recolhido em caleidoscópios de vidro Com dois dedos idílicos da mistura homem e Vênus Costurados sob os retalhos do éter Matéria miséria Lamentando a si As portas escancaradas como hostel Leiloando à estantes de ninfas envelhecidas Contei a mim mesmo Mais de mil vezes Enquanto vestia teus filhos Contra o inverno que tardara por mais um ano Prematuramente Doutor Cabideiro Genuinamente cartel postal Banquete a cupins E divindade saudação madeira Confiabilidade cínica: Confio-me a ti por seis horas Depois disso, espero-te daqui a seis meses Entretanto podes ter-me como nós densos de gravata...
Cigarras, Grafias e Agradável Ira, Pierrot Ruivo













