Uma crônica sobre bilhetes esverdeados, o aroma de café com crostoli e a fuligem avermelhada que marcou o passo da menina que eu fui. No final, o que resta é o resmungo das paredes e a saudade do mio babbo guiando o caminho.
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Uma crônica sobre bilhetes esverdeados, o aroma de café com crostoli e a fuligem avermelhada que marcou o passo da menina que eu fui. No final, o que resta é o resmungo das paredes e a saudade do mio babbo guiando o caminho.
Uma crônica sobre os sustos que a página em branco nos dá e o nascimento de um dos meus projetos mais duradouros.
No novo texto do blog, a Catarina abre o coração em uma crônica tocante sobre silêncio, luto, afeto e o poder de cura das sementes.
🤫 "Diz a lenda que demorei a falar... e quando finalmente falei a primeira palavra, certeira, voltei a me calar."
💔 Tarde demais pra compromisso
"Me afastei pra me preservar, ignorando pra me libertar."
Eu vou te ignorar,
até você perceber
que poderia ter sido
bem melhor pra mim —
pra nós duas.
Eu vou te ignorar
até te esquecer,
até entender que mereço mais:
mais atenção, mais tempo,
mais beijos demorados,
mais olhares sinceros.
Mais leitura de alma —
pra me sentir vista
sem precisar falar.
Porque o meu amor
é maior que eu,
é desse meu jeitinho:
intenso, inteiro, verdadeiro.
Tenho tanto amor pra dar…
E tu nem imagina
o que tá perdendo.
Mas agora,
eu vou te ignorar.
Até o dia em que olhar pra trás
e me perguntar:
“como gastei tanta energia
com alguém que nem por perto me queria?”
Eu vou te ignorar
até superar.
E quando você notar,
vier me procurar,
me perguntando o porquê do meu sumiço,
eu só vou sorrir e dizer:
sinto muito, meu bem —
é tarde demais pra compromisso.
✨ Tua ação, minha reação, meu êxtase
Aqui, o amor é combustível, não uma prisão — e isso é poderoso. Queria eu saber como tu faz pra me ter assim — desse jeitinho tão teu.
Porque quando você chega, eu me perco e me encontro ligeiramente em você. Tu me desperta as coisas mais simples, e as mais extraordinárias.
Elas andam juntas, me invadindo com uma dopamina sutil, uma sensação maravilhosa — quase divina.
Percebo que a felicidade mora na simplicidade, em contemplar tudo com olhos gentis.
Ter bons olhos, ter compaixão — você me faz bem. Me diz: como tu faz pra me causar tamanha reação à tua ação?
Tô viciada nesse êxtase que exala de você, nessa essência de mulher que me acalma e me instiga.
E eu — a cada dia que passa — quero mais de ti. Busco, incansavelmente, mas com coerência, te conhecer... e me melhorar, por tua causa.
🌊 Ex-refém da Deusa do Mar
Quero a tua companhia, assim como a Lua é do Mar — constante, silenciosa, intensa.
E da mesma forma que ela o influencia, quero te encorajar.
Quero refletir meu amor em você, como a luz da Lua reflete nas ondas. Quero que a gente se entrelace, mesmo vivendo em mundos diferentes.
Desejo que a gente se complete, como a Lua e o Mar — dois corpos cansados da solidão, buscando carinho, alento e confiança.
Então me pergunto: o que falta, afinal, pra gente se amar?
Falei com Iemanjá, a Deusa do Mar. Ela me disse pra ter paciência, confortou meu coração, me deu esperança,
e sussurrou baixinho: “Fica por perto. Ela também está.”
💬 Texto número 27 sobre você
“Já tentei 26 vezes dizer o que sinto, e mesmo assim ainda preciso tentar de novo.”
Adoro textualizar sobre você —
sobre o que desperta em mim,
sobre o que fez mudar
em tantas áreas da minha vida.
Me ensinou a colocar os pés no chão,
a firmá-los em meio às crises,
a respirar fundo
e agradecer por estar viva,
todas as manhãs.
Me mostrou que um “bom dia”
dito com boa vontade
faz diferença — e como faz.
Que rir das bobeiras vale ouro,
que o sarcasmo nas horas difíceis
pode ser uma forma de resistência,
e que focar na solução
sempre acalma a alma.
Você me encoraja todos os dias,
me encanta com o sorriso,
com a doçura da sua voz,
com a energia leve que carrega.
E eu torço pra não ficar longe,
porque você é luz —
e eu já perdi a conta
de quantas prosas escrevi sobre você.
Mas tudo bem,
não me arrependo de nenhuma.