lance stroll. 22:35
notas. ai ai… to tão apaixonadinha por ele….
“— Não! Chlo, é sério. Sem gracinha, sem falar de namoradas antigas, sem mostrar fotos esquisitas minhas.”
“— Qual é, Lance! Eu sou sua irmã mais velha, o meu papel é basicamente te fazer passar vergonha.”
“— Para de implicar com seu irmão.” — Lawrence, o pai de Lance disse.
Estavam na ilha da família Stroll, esperando alguém muito especial. Você. Estava há alguns meses ficando com Lance. Se conheceram em uma corrida, onde você foi convidada pela Aston Martin para assistir a corrida, e dar a bandeirada final. Conversaram, se seguiram nas redes sociais, e trocavam algumas mensagens bobas como “parabéns pela classificação de hoje!”, ou comentando algum story um do outro.
As conversas se tornaram mais frequentes, mensagens trocadas, áudios, fotos, e uma crescente amizade. Lance a chamou para sair, e estarem frequentemente em países diferentes não parecia um problema, de maneira alguma. Já que Lance fazia questão de enviar seu jato particular para te buscar em qualquer lugar do mundo em que você estivesse. O primeiro encontro foi perto do começo da temporada Aproveitaram a leva de corridas na Europa, para fugirem em uma terça à noite, em um restaurante aconchegante em Amsterdam. Ambos morrendo de vergonha, sentindo as famosas borboletas no estômago, as mãos suadas, o coração acelerado. Suas bochechas ruborizavam a cada sorriso de Lance, e ele sentia aquela pontada esquisita em seu próprio braço peito, sempre que escutava sua risada.
Quando você teve que ir, antes de entrar no helicóptero que sua empresa havia mandado para facilitar sua locomoção, Lance teve um lapso de coragem. Segurou sua mão, e virou seu corpo para primeira parede que viu. Mesmo de leve, pressionou você, cobrindo-a, beijando sua boca com suavidade, e lentidão. Lembra dele colar a testa na sua, e murmurar um “desculpa”, meio envergonhado. O que te fez sorrir boba, e retribuir com um selinho.
No fim de semana de corrida, você estava lá. Era uma surpresa, e ele se sentiu muito mais confiante quando te viu na garagem da Aston. Pediu licença para seu mecânico, caminhando até você, a abraçando.
“— Que bom que você veio, sério.”
Nessa corrida em específico, Lance teve uma boa colocação. O que te rendeu uma ida até sua suite de descanso, e bons minutos de beijos e amassos com Lance lá dentro, até que ele ficasse de lábios vermelhos e inchados, e cabelo totalmente bagunçado.
Suas férias de verão foram juntas. Alugaram uma casa inteira só para os dois em uma ilha paradisíaca, e viveram bons dias como um casal estabelecido. A primeira noite — de muitas, de vocês dois foi lá.
Lance mandou os empregados prepararem um luau na praia privada só para vocês, com direito a fogueira, iluminação com tochas, comidas, vinhos e champagnes, e uma cama para que pudessem ver as estrelas. E realmente, você viu muitas delas, na terceira vez que Lance havia feito você gozar, só naquela noite. Terminaram a madrugada nus, abraçados, suados, e extremamente felizes.
A sequência de dias fora como aquela noite; muito romance, muito sexo. Toda a tensão sexual de vocês havia colapsado, uma explosão de sensações, a vontade de nunca largar o corpo um do outro. Viciada nos beijos dele, no carinho, na maneira que as mãos dele tocavam em seu corpo.
Até que a estadia acabou, e Lance propôs te apresentar para sua família.
Um almoço em outra ilha, com a família Stroll, e um fim de semana inteiro conhecendo os familiares de Lance. Raquel, sua madrasta, Chloe, sua irmã, e seu sobrinho, seu cunhado, e seu pai, Lawrence. Seu coração estava acelerado, enquanto você descia do helicóptero. Lance mandou a porra de um helicóptero para te buscar, ansioso em deixar tudo preparado. Já havia tido algumas namoradas antes de você, mas você… Era diferente. Ele sabia, ele sentia.
Ele estava ali, pronto para te receber. Sem camisa, bermuda soltinha, e de chinelos. Os óculos escuros estavam em sua cabeça, deixando a vista aqueles olhos castanhos que te acalmavam. Você ao menos pegou suas malas, foi correndo para os braços dele. Lance cheirava a sol, protetor solar, e água de mar. Uma delícia. Tão reconfortante, familiar. Dá um selinho nos lábios carnudos de seu ficante/quase namorado, e segue com ele até a casa principal.
“— Ei! É um prazer te conhecer! Ele só sabe falar de você o tempo inteiro, só faltou colocar uma silver tape na minha boca, pra não fazer ele passar vergonha.” — Chloe disse a abraçando, e Lance revirou os olhos.
“— É um prazer.” — você diz tímida.
Conhece também o pequeno sobrinho de Lance, o cunhado, e sua madrasta também. Morre de vergonha quando conhece Lawrence, o todo poderoso. Já havia o visto de longe quando havia sido convidada para estar na garagem da Aston.
“— Cuida do meu menino, viu?” — foi o que ele disse, e você quase abriu um buraco no chão para se enfiar.
Lance te arrastou para piscina, por mais que estivesse gostando de ter a família perto de você, a conhecendo melhor, ele estava com saudade.
E foi aquele momento que Chloe, e seu pai capturaram. Vocês dois dividindo uma espreguiçadeira, com Lance segurando carinhosamente suas bochechas, enquanto te beijava lentamente. A língua explorando sua boca, com um gostinho leve de cerveja, naquela provocação gostosa. A respiração dos dois se tornando uma só, e Lance só queria poder tirar sua roupa, e fazer você dele novamente ali mesmo.
Lawrence riu um pouco quando viu o filho parar o beijo, e olhar fixamente nos olhos da menina. Sabia que Lance estava totalmente derretido. O polegar dele na bochecha dela, em um carinho amoroso, e os beijinhos que ele deixava por todo o rosto.
“— É, pai. Acho que é ela.” — Chloe sorriu. Ficava feliz em ter seu irmão caçula feliz.
“— Só quero ver meu menino feliz. E eu tô vendo isso.”
Lance tornou a te beijar com mais desejo, as mãos descendo até que chegassem em sua cintura… E de sua cintura, timidamente até sua bunda. O efeito leve das cervejas entrando em sua cabeça, fazendo com que ele cedesse aos seus desejos.
“— Entra, que tô começando a ver seu irmão feliz até demais. Daqui a pouco vou ver o que eu não devo.”
Lawrence diz arrastando a filha mais velha para a casa novamente, afim de dar privacidade aos dois. Mas com o coração quentinho, ao saber, e sentir, que o filho estava amando, e sendo amado.








