(FANFIC DO BRAVA) CAPITULO 100 - FINAL
Arrumamos todas as tralhas de praia, o porta malas do Henrique, meu e o do Gava tinham ficado pequenos, perante a quantidade de objetos, roupas e alimentos.
— Aí carai, se lembra da estrada até a praia? Pergunta o Henrique estacionando seu carro ao lado do meu.
— Lembro, me segue aí e vê se não se perde. Coloco os óculos escuro, e o Henrique também. E assim foram três carros, o Juliano e namorada dele, foi junto com o Henrique e a Bia, e duas amigas da Nanda no carro do Gava, a Nanda, Giovanna e a Jamilly no meu.
A viguem seguiu tranquila, sem erros, sem nenhum carro quebrado ou algo do tipo, fomos para praia que a Nanda mais amava, obvio, a praia onde seus pais moravam.
— Deixo bem claro sogra, que quem teve a ideia de trazer essa raça de esfomeados para s sua casa foi da Nanda. Dou risada olhando para todos.
— Mas não tem problemas Thiago, aqui a casa é grande, cabe todos. Sacode a Giovanna em seu colo, ela não tinha entendido a piada.
— Vamos pra praia. Grito e saio andando da cozinha.
— Vão vocês então. Nanda responde. — Né meninas? Vamos ficar aqui cuidando da nossa comida, depois vamos...
— É, bem melhor. Confirma a Bia e as outras também.
— Então beleza. Finjo uma tristeza que não era a minha, e chamo os alfas pelas mãos. Então para a praia foi eu, meu sogro, Henrique, Gava, Juliano, que milagre, sem a namorada. Montamos nosso guarda sol e a cadeira, colocamos a caixa de cerveja entre elas e sentamos de frente pro mar.
— Nossa véi, fazia tempo que não via o mar. Sorri o Henrique olhando para o horizonte. — Na verdade fazia tempo que não tinha folga, apesar que não reclamo não, amo minhas fãs.
— Aii que lindo. Faz uma voz de bicha e todos sorriem. — Estava com saudades desse lugar.
— Boa Tarde meninos. Passa uma mulher com um corpo escultural, cabelos longos, loiros, linda.
— Sassiora. Falo sorrindo.
— Aí meu Deus, to valendo nada. Henrique segue a menina com o olhar.
— Que gostosa cara. Comenta o Gava.
— Vai comentar nada não sogrão, pode falar, esta entre amigos. Ele sorri com a garrava na boca, estava bebendo cerveja.
— Foi- se o tempo né? Pergunto sarcástico e ele segura a garrafa nas mãos e olha para mim e meus amigos.
— Oh meus jovens, eu to virado o giraya, to tinindo, me sentindo um menino de 18 anos, ceis não sabem de nada. Todos nós gargalhamos, quem diria o sogrão, quase sempre muito conservador, se revelando.
— Mas sabe. Olho pelos óculos escuros, as mulheres que nos olhavam. — Não troco essas gostosona, pela minha mulher, não tem estética no mundo que vença dela.
— Aaaah véi. Henrique faz voz de choro. — Quero me casar com você agora.
— Vai te fuder Viado. Sorrio. — Mas é serio.
— Tambem não troco a Bia não, por nenhuma delas.
— Nem a minha véia. Comenta meu sogro.
— Então um brinde as patroas. Batemos uma garrafa na outra em forma de brinde e demos alguns goles daquela bebida super gelada.
Aquela brisa gostosa do mar bate em meu rosto, era a brisa que trazia o reinicio de uma nova felicidade. Eu e a Nanda estávamos juntos, mais unidos do que nunca, a Giovanna crescia cada vez mais, meu sucesso só aumentava. Coisas ruins ficaram para trás, Érica estava presa em uma clinica psiquiátrica, e de vez em vez, com autorização da Nanda eu a visitava. Tinha amigos verdadeiros, uma mulher linda e uma filha mais ainda, o sortudo e muita cachaça, queria mais o que?
O celular toca em meu lado me despertando de um devaneio, e atendo, era a Nanda.
— Fala amor, já é pra ir já? Pergunto olhando para todos.
— Não mô, é que tive coragem de te contar uma coisa e vou contar agora por telefone.
— Então pode falar. Meu coração acelera, palpitando.
— Eu to gravida ! Exclama com o sorriso na voz.
— Gravida? Grito e uma bola bate em minha cabeça com força e não vejo mais nada.