okay apparently what I rescued earlier today is a baby pigeon and IF he survives my care for tonight AND his mom doesn't shows up tomorrow I just,, i just don't know what I'll do?
seen from Canada
seen from United States
seen from Netherlands
seen from China

seen from Germany
seen from Canada
seen from Netherlands

seen from United States
seen from Netherlands
seen from Türkiye
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Germany

seen from Netherlands

seen from Germany
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from Germany
okay apparently what I rescued earlier today is a baby pigeon and IF he survives my care for tonight AND his mom doesn't shows up tomorrow I just,, i just don't know what I'll do?
o dia mais triste do meu ano foi ontem, quando o galinho morreu. eu tô genuinamente de luto ele era >O< seguidor sério 😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭
eu queria voltar no tempo e ter escolhido o ritual de ressuscitação, pq daí eu ainda estaria com ele. tô real muito chateada ele foi meu primeiro discípulo e sempre me falava as coisas 🙁
Tradicional Galinho de Brasília está de volta à Asa Sul
Reprodução: © Valter Campanato/Agência Brasil Criançada teve o Pintinho para brincar o carnaval neste sábado Publicado em 10/02/2024 - 18:26 Por Fabíola Sinimbu e Andreia Verdélio - Repórteres da Agência Brasil - Brasília ouvir:
De volta ao início da Via L2, na Asa Sul, em Brasília, local onde sempre desfilou, o Galinho de Brasília retomou a tradição de 32 anos de existência. O bloco, que teve dificuldades em ganhar as ruas nos últimos cinco anos, voltou com dois trios elétricos e muitos foliões saudosos.
A gaúcha Nara Albernazi, que vive em Brasília há 59 anos, é frequentadora do Galinho desde quando o bloco saiu pela primeira vez. Como lembrança, a jornalista de 65 anos desfila todos os anos com um guarda-chuva de frevo que comprou na primeira participação no bloco. “Ele já foi para Recife e é um patrimônio do meu carnaval”.
Reprodução: Nara Albernazi desfila no Galinho desde a primeira vez que o bloco saiu às ruas de Brasília- Valter Campanato/Agência Brasil O casal brasiliense Raquel de Queiroz e Ricardo Amoras já brincava no Galinho há muitos anos. Principalmente ele, que cresceu na quadra 202 Sul e costumava ir a pé brincar no Galinho. “Pra mim é um dos blocos mais tradicionais de Brasília e quando parou de sair fiquei triste. Esse ano, quando soube que voltaria quis trazer minha filha, que tem 1 aninho e três meses para brincar também”, conta.
Reprodução: Raquel de Queiroz e Ricardo Amoras são foliões do Galinho de outros carnavais. - Valter Campanato/Agência Brasil O presidente do bloco, Romildo de Carvalho Júnior, diz que não tinha expectativa que viesse tanta gente depois das dificuldades enfrentadas, mas o público o surpreendeu positivamente. “A gente sente uma grande felicidade em trazer essa riqueza cultural de Recife e incorporar à cultura brasiliense e à cultura brasileira no nosso carnaval. Essa é a nossa principal meta”, destaca.
Frevo
Fundado em 1992, o Galinho de Brasília é um dos guardiões da tradição dos blocos de rua na capital federal. Desfila sempre ao som do frevo, nos moldes do bloco Galo da Madrugada, que serviu de inspiração. A diretora do bloco, Miriam Basiel, relembra que quando surgiu, o bloco, inclusive, era chamado Galinho da Madrugada, em homenagem ao grupo pernambucano. “Todos os anos nós íamos a Recife para brincar o carnaval, como bons pernambucanos que somos, mas naquele ano houve o confisco das poupanças e nós tivemos que ficar em Brasília, então resolvemos colocar um bloco na rua”, relembra. A agremiação nunca havia passado tanto tempo longe das ruas e dos brincantes como nos últimos anos, quando, por dois anos não houve carnaval, por causa da pandemia de covid-19 e, depois disso, em 2023, a agremiação foi impedida de participar da folia por decisão judicial. Informado às vésperas do sábado que tradicionalmente desfila, o grupo publicou nas redes sociais uma nota na qual criticava a decisão das autoridades culturais e a pressão exercida por “uma minoria”. “Na contramão da cultura brasileira, estamos sentindo-nos desprestigiado, aliás, discriminados”, informava a publicação. Nos dois anos anteriores à pandemia, o bloco já enfrentava problemas com alguns moradores da região onde desfila, então em 2019 não saiu e em 2020 desfilou fora do seu local tradicional, perto do estádio Mané Garrincha. “Foram quase cinco anos que praticamente não fizemos carnaval. É uma alegria muito grande poder voltar”, destaca Romildo.
Reprodução: Galinho de Brasília volta ao carnaval brasiliense - Valter Campanato/Agência Brasil
Pintinho
Em janeiro deste ano, uma nova publicação informava o retorno do bloco às ruas, neste carnaval “O galo cantou, anunciando o retorno do bloco mais querido de Brasília”. E, mesmo sem se deslocar pelas quadras da Asa Sul, permanecendo em um pequeno trecho do Setor de Autarquias, a volta foi em grande estilo. Desde cedo, os pequenos foliões acordaram com o Galo e festejaram o frevo na versão infantil do bloco tradicional, o Pintinho de Brasília. O tempo nublado não espantou a bancária Nilsana Rocha e a pequena Maria, de 2 anos. Residente em Vitória da Conquista, na Bahia, esse é o segundo Carnaval que ela passa em Brasília com a família. “Estamos adorando. Bloquinho de rua, organizado, sem violência”, disse Nilsana, contando que já passou muitos carnavais nas ruas de Recife.
Reprodução: Galinho volta às ruas de Brasília - Valter Campanato/Agência Brasil A professora Rayssa Aguiar também levou o filho Hércules Rudá, de 3 anos. É a primeira vez que vai ao Pintinho e lamentou a proibição de deslocamento do bloco, que tradicionalmente percorria parte do setor bancário da cidade e algumas quadras comerciais da Asa Sul. Neste Carnaval, ele está concentrado no setor bancário. “O grande pesar é a proibição de sair andando”, disse, elogiando a estrutura montada para os foliões. “Pra criança é ideal”, acrescentou. Edição: Aline Leal
Read the full article
[ARTE] Galinho da TVAratu com os Microfones das Afiliadas:
tvglobo (1969-1987) e SBT (Desde 1997)
Desenhado por: Eddie (Eu Mesmo).
Zico completa 70 anos
O maior ídolo da história do Flamengo, completa 70 anos
Arthur Antunes Coimbra, ou simplesmente Zico, o maior ídolo da história do Flamengo, completa 70 anos nesta sexta-feira (3). O que mais pode ser dito sobre esse jogador, que em 1981 foi escolhido como o melhor do mundo pelo Diário 16 (jornal da Espanha) e pela revista Guerin Sportivo (Itália), jogando por um time brasileiro? Feito que repetiu em 1983, na ocasião pela World Soccer…
View On WordPress