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The Lucas Paquetá Game of Humiliation
────── 𝐑𝐄𝐃 𝐂𝐀𝐑𝐃
Erick Pulgar x leitora jornalistaᵎᵎ 🍒
Gênero: smut
Avisos: MDNI,sexo explícito, apelidos carinhosos como princesa,amor, gostosa etc. Bem levinho
Notas: essa é a primeira história que eu publico, então tô morrendo de vergonhakk.Queria agradecer a @highflyingcami porque ela é minha musa inspiradora e me ajudou a criar coragem e postar, é bom ter um obsessão diferente do oasis,boa leitura˚. ᵎᵎ
Você se impressionava com a habilidade dele de fazer tudo aquilo parecer tão natural: os copos de bebida abandonados sobre a mesa, a iluminação baixa em tons quentes que se espalhavam pelo quarto, uma música claramente da playlist que ele fazia com cuidado tocando ao fundo e, durante os últimos minutos, a mão dele subindo gradualmente pela parte interna da sua coxa, infiltrando-se pela barra do seu pequeno vestido enquanto sussurra no seu ouvido o quanto você está linda, o quão gostosa você é e o quanto ele quer te comer.
Você ri internamente pensando no quão incrível ele deve estar se sentindo por levar alguém como você para a cama, no quão esperto ele acha que é por finalmente conseguir levar a mulher mais teimosa do mundo para o seu quarto e no quanto ele deveria estar grato por isso.
E você não está errada, na verdade.
Acontece que, nas últimas semanas, a única coisa em que ele consegue pensar é no quão fria você parece, não só perto dele como de qualquer outro jogador do seu time; no quão distante é a possibilidade de você ceder para ele, parar de ser tão orgulhosa assim e finalmente aceitar alguma de suas diversas investidas.
Mas você não é como as outras mulheres que ele já teve a chance de ter. Ele sente isso pelo jeito que a sua pele vibra ao encontrá-la no vestiário após os jogos, pela maneira como você mexe no cabelo, tirando-o do pescoço enquanto entrevista alguém,pela forma como você entra em um ambiente, curvando todo o espaço-tempo no lugar em que você se encontra.
Você não é como as outras, puta merda, não mesmo. Não há fama ou dinheiro capazes de fazê-la negociar aquilo que construiu.
────୨ৎ────
Você costumava ser comentarista em outra emissora, falando de futebol feminino, mas chamou tanta atenção com as suas opiniões polêmicas, gerando recortes virais nas redes sociais, o que acabou levando empresas maiores a te procurarem e, inevitavelmente, te contratarem para um cargo de maior visibilidade e peso na mídia.
Inicialmente, você pensou que deveria ter sido promovida pelo seu profissionalismo e relevância dentro da área, mas também não podia reclamar dos resultados que essa fama de encrenca te deu.
Sua função mudou praticamente na mesma época em que Erick assinou contrato com o Flamengo, após fracassos em ligas europeias.
Seria difícil que, especificamente nessa profissão, você não esbarrasse com homens medíocres, de autoestima elevada e ego inflamado; homens que tinham mais escândalos do que presença de jogo.
Apesar de mais quieto e reservado do que outros jogadores, Erick Pulgar não parecia nada diferente aos seus olhos e, se pensasse mais no assunto, era um jogador que não merecia tanta visibilidade quanto estava recebendo.
Sinceramente.
"Certo, para encerrarmos a noite, a pauta mais levantada pelas enquetes nas nossas redes sociais: o novo volante do Flamengo chegou em campo e anda chamando atenção pela sua estatura e qualidade de marcação", os outros comentaristas voltam sua total atenção para você, como algo natural. "Mas sejamos sinceros aqui: como jogador, ele tem mais pontos negativos do que positivos".
Você prossegue:
"Ele possui instabilidades físicas, o que gera oscilações de ritmo e longos períodos afastado dos gramados. Eu entendo toda a atenção que ele vem recebendo dentro e, principalmente, fora do jogo". Seus colegas de trabalho deixam escapar algumas risadas. "Mas será que é isso mesmo que um time excepcional como o Flamengo precisa?".
"Eu entendo o que você quer dizer". Uma voz do outro lado da mesa te interrompe, e algo dentro de você se encolhe com asco. "Mas você não acha que está sendo muito dura com o garoto? Desde sua chegada ao time, Erick tem dado grande contribuição. Acho que você é muito crítica quando se trata do futebol masculino, não acha, s/n? Eu sei que você tem problemas pessoais com... homens, mas não pode deixar isso interferir na visão sobre o jogo de Pulgar", ele dá um sorriso pretensioso.
Não bastasse ter sua competência e contratação questionadas desde o início pelos colegas de profissão, ainda tinha que suportar caras como Wellington te rotulando como mulher infeliz romanticamente e sexualmente insatisfeita. Bom, era isso o que restava a caras fracassados na carreira como ele para criticar você.
Você tem mais anos de experiência do que ele tem de fios de cabelo sobrando e, ainda assim, todos os seus colegas ficam em silêncio, esperando seu próximo movimento.
Respirando fundo e engolindo palavras nada lisonjeiras que gostaria de dizer, você prossegue:
"Apesar de ser um nome de peso, é difícil ignorar a queda de rendimento,o excesso de força e a indisciplina, que culminam em cartões e suspensões", seus lábios se curvam em um sorriso educado. "Além disso, comparando o desempenho dele com outros jogadores do elenco, caras como Evertton Araújo e Léo Ortiz minimizam aqueles erros graves de saída, como no último jogo, que geram contra-ataques contra o Flamengo".
Uma pausa.
"Com relação ao que você disse anteriormente, eu tinha comentários menos rígidos a serem feitos para clubes femininos porque, em sua grande maioria, desempenhavam com excelência o seu trabalho. E, sobre minha vida amorosa, não penso que isso interfira no meu trabalho como o senhor deixou que acontecesse durante um... digamos, divórcio complicado".
Os olhos das outras pessoas alternavam entre você e Wellington, em um silêncio constrangedor, até que você prosseguiu com uma risada suave, olhando diretamente para a câmera.
"Eu espero não me decepcionar com seu próximo jogo, Erick. Você tem potencial, mas se distrai com as pautas erradas dentro do jogo, se deixa levar pela raiva, exagera na intensidade das divididas e acaba cometendo faltas infantis ou agressões que não se encaixam nesse contexto. Boa sorte para você. Você vai precisar". Finalizando com uma piscadela e se despedindo dos seus telespectadores.
Não demorou muito para que esse trecho do programa viralizasse e chegasse aos ouvidos do chileno a sua opinião.
No entanto... nenhuma resposta ou indireta agressiva.
Nem sempre o silêncio é sinal de indiferença.
────୨ৎ────
O estádio já se esvaziava, mas o calor do segundo tempo ainda permanecia dentro do vestiário, resistindo às brisas frias daquela noite.
Você e sua equipe já estavam esperando os jogadores com os equipamentos montados, começando as entrevistas assim que o jogo acabou: um empate.
Assim que a entrevista com Matheus Cunha terminou, seria a vez de Pulgar, que estava sentado em um canto isolado do vestiário, com os olhos percorrendo você até encontrar os seus.
"E por fim, Pulgar. Eu e nossos telespectadores gostaríamos de saber qual é o seu sentimento em relação a esse gol de empate nos minutos finais do jogo". Sua voz parecia controlada, mesmo com os pelos do seu corpo se arrepiando sob a atenção dele.
Depois que aquele trecho em específico se espalhou por toda a internet a semanas, você ainda não tinha tido a oportunidade de conversar com o jogador, mas tinha algumas hipóteses sobre o que ele devia ter achado da sua fala.
Em toda premiação, festa ou reunião com a imprensa, vocês se encontravam. Ele reconhecia sua presença,mas havia algo nele que a incomodava profundamente: uma sensação de tensão que se acumulava na base da sua coluna durante qualquer contato entre vocês,seu semblante sério. Ele nunca desviava o olhar primeiro.
Que irritante.
"O sentimento é de frustração por ceder o empate no fim".
Cara de poucas palavras.
"Certo, você voltou de uma lesão hoje, causada, como muitos devem lembrar, por um dos confrontos no jogo passado. Você acha que o seu comportamento intenso dentro de campo tem afetado negativamente seu time?".
"Fisicamente, me sinto muito bem, obrigado por se preocupar", uma pausa "Muitas pessoas que não sabem nada do meu jogo têm essa impressão, mas eu sei o que estou fazendo. Intensidade é o que contribui para a vitória do meu time".
Uma risada seca antes de você prosseguir.
"Não só eu, como também seus torcedores, encaram a sua inflexibilidade como um defeito, Erick. É muito importante, para todo o time, que os jogadores ouçam as críticas e melhorem, a partir delas, sua perspectiva de jogo, não acha?".
Ele solta uma risada abafada, encostando a cabeça na parede e franzindo levemente o cenho.
Você expira fundo ao encerrar a gravação, virando-se em direção à câmera, enquanto os olhos de Pulgar aqueciam suas nuca.
────୨ৎ────
Desde aquele dia, a aproximação dele ficou óbvia durante semanas: ele te observava durante os churrascos na casa de algum jogador, respondia aos seus comentários e críticas publicamente e até mesmo passou a te seguir nas redes sociais.
As suas provocações ficavam cada vez mais intensas: toques demorados, te seguindo pra cantos escuros nas festas e convites sugestivos para encontros.
Em uma dessas vezes, você aceitou. Vocês sairiam à noite.
E aqui está você: os olhos serrados, com uma respiração irregular escapando dos lábios entreabertos, o corpo de bruços pressionado contra os lençóis brancos, enquanto ele distribui beijos molhados por toda a extensão do seu pescoço, os dedos pressionando seu feiche de nervos pulsante.
Você pode sentir a sua arrogância enquanto seus dentes mordiscam sua orelha, a maneira como seus lábios se curvam com os sons que consegue tirar de você.
Arrogante do caralho.
ele enfia o pau dentro de você, preenchendo-a completamente, você não têm certeza de quanto tempo exatamente ficou aqui,ou quantas vezes gozou nos dedos e boca dele,mas o céu está clareando aos poucos lá fora.
Sua vagina se contrai incontrolavelmente enquanto ele agarra sua cintura e impulsiona os quadris contra os seus, seus olhos revirando a cada estocada brusca que empurra seu corpo para frente, se sentindo cheia demais dele, a tensão na parte inferior da sua barriga aumentando a cada instante.
Ele está ofegante atrás de você, respirações irregulares e quentes.
"Vamos,sé que puedes, princesa. Dame uno más." Sua voz rouca e embriagada.
"Eu—porra,acho que não consigo.É demais".
Ele ri do seu desespero e cospe no ponto de encontro entre vocês, já uma bagunça, o líquido escorre pela sua buceta encharcada e cheia, deixando o contato da pele com pele ainda mais sujo.
Você vira a cabeça por cima do ombro para olhá-lo.
Ele mordia os lábios com força tentando que ter um pouco de alívio, seus olhos estão escuros, e você pode sentir o quão perto ele está de perder o controle.
Hipnotizado pela maneira que você o aperta.
"Porra, você é tão gostosa".
Erick solta um suspiro pesado, inclinando a cabeça para trás, sobrecarregado, e um pouco tonto por te ter assim só para ele, o aperto em seus quadris começando a te machucar.
Você o engole inteiro, o líquido dos seus orgasmos anteriores escorrendo pelas suas coxas enquanto seu corpo acomodada cada centímetro, te abrindo como se você tivesse sido feita para isso.
Feita para ele.
"Porra—" Um gemido desajeitado e choroso escapa de sua garganta, abafado pelo travesseiro embaixo do seu rosto,o nome dele deslizando por seus lábios como uma prece, suas mãos se agarrando aos lençóis, tentando se segurar em algo para se manter estável.
Seus olhos reviram quando um prazer intenso te percorre, suas pernas tremendo em espasmos fortes, seu orgasmo te atinge em cheio, sua coluna arqueando como a de um gato, se inclinando em encontro dele, você consegue enxergar estrelinhas atrás de suas pálpebras.
Os dedos dele continuam a esfregar sua buceta inchada, tentando extrair tudo de você.
"Erick — é demais,porra,por favor", você arfa, se contraindo contra seu grosso comprimento.
Erick vem logo depois, derramando um sêmen quente e espesso dentro da sua buceta.
Completamente arruinada.
"Buena, amor. Sabía que podías" ele diz ofegante e tão destruído quanto você.
Você solta uma risada sem humor. "Filho da puta", você consegue sussurar, fazendo um sorriso malicioso surgir em seus lábios, ele se retira do seu interior, deixando uma sensação se vazio, e empurra o sêmen de volta para dentro de você com os dedos. Ele sabe do que você precisa — do que sua buceta precisa.
E ela precisava muito dele.
eu nunca fui muito fã de futebol, e portanto, não sei porra nenhuma, mas a Copa simplesmente lotou minha fy de jogadores bonitos, o Pulgar incluso (só não fica olhando muito tempo pro bixinhokkk) e essa ideia nasceu do nada por meio de pensamentos pensantes saborosos.
Flagata ❤️🖤
Rubro-Negro 💖🖤💖🖤 Pierrot x MC