olárrrr, lanynha tocando, genten, me beija! interior de sp, eu tbm u.ú
lanynha melhor pessoa açlsa~çs[ sério? de onde?
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olárrrr, lanynha tocando, genten, me beija! interior de sp, eu tbm u.ú
lanynha melhor pessoa açlsa~çs[ sério? de onde?
e enquanto ele sorria eu sabia que seria o caminho mais tortuoso, eu sabia que a certa altura do campeonato eu estaria perdidamente apaixonada e sozinha. eu sabia. e por saber eu caminhei até aqueles olhos cinzas e sombrios, e eu tracejei a curva linda dos seus lábios com os meus. e quem se importa se ao fim eu estarei morta de amor? quem se importa se eu transbordarei disso e daquilo? eu estou viva.
porque eu gosto do chazinho no bule, gosto dos girassóis na sextinha em cima da mesa e gosto das maçãs que ficam na fruteira, brilhantes e insinuantes. porque eu gosto de ser chamada pra um café, e do esforço de tomá-lo quando amargo. gosto de meu bem, de amor, de carinho e também do que marca, intensifica, faz presente, não só passagem.
[...] porquê a lua está tão linda, e dessa janela de madeira, rústica e caseira, eu consigo ver as estrelas do céu, enquanto sinto o céu da soa boca.
Os quandros surrados nas paredes já não carregam mais nossas fotografias. Eu me apeguei ao fato de que a varanda vazia sem sua silhueta no balanço era somente mais uma daquelas do destino. Destino. Ele não quis ser favorável.
Eu torci pra que os dias não fossem tão cinzas e as paredes não fossem tão más ao me demonstrar solidão. Não havia ninguém ali, a não ser eu com as dores nas mãos calejadas.
É abril, o frio quase bate a porta, está na soleira. Nesse inverno próximo, a solidão vai ser minha lareira.
fria sp, 1999
sabe, joe? eu fazia exatamente o mesmo, e doeu muito ter que pegar minha vida de novo nas mãos depois de segurar a dele por tanto tempo. doeu. porque ela (a vida) estava aos pedaços, eu havia perdido tudo. mas a gente tem que pegar de volta, porque ninguém se doará como a gente faz, ninguém vai juntar os pedaços, as migalhas do que sobrou da gente. ninguém.
cartas para joe
mesmo que eu não queira mais, eu ainda espero que você sinta minha falta, que você ainda me procure. porque talvez eu ainda te ame, sim. talvez eu ainda passe aqueles muitos minutos antes de dormir pensando em você. talvez eu ainda acorde de madrugada e role sozinha com os lençóis te querendo por perto. mas só talvez, quem sabe, não é mesmo? talvez.
só queria te explicar que passou. e que durante esses últimos quase 24 meses você foi o vento que me levou adiante, mesmo parecendo estagnada. eu queria dizer que obrigada, por me partir e repartir milhares de centenas de vezes e por me amar quando bem lhe entendia. queria lembrar que eu ainda te amo, mas eu entendo. as coisas acabam, é isso? eu to seguindo um caminho bacana. mas é óbvio que aos sábados eu vou correr pra você, e claro, não vou te achar verdadeiramente. é dia 25, amor, e ai? e ai que passou, mas você ainda tem meu número certo? ligue quando precisar. e as sextas eu vou encher a cara, de solidão, pois parei de beber. parei.
amores são infernais. eu to me acostumando com essa de colocar ponto final nas coisas, hein.
valentina
porque mesmo que não pareça, e mesmo que te ranque os cabelos da cabeça é isso que te faz vivo. mesmo que seque sua inesgotável fonte de lágrimas e te faça jurar nunca mais sentir outra vez, é isso que te faz vivo. é isso que te motiva a levantar todo dia, mesmo que a noite passada não tenha sido favorável. é isso: paixão. por qualquer droga de coisa, ou droga de pessoa. paixão. você não consegue ser humano sem isso, sem essa droga de sentimento, de sensação. você não estaria vivo.