Bem vinda a rua Ganseok, @PY95GS ! A universidade Baekbeom te recebe de braços abertos.
Faceclaim: Nayeon - Twice.
OOC: +18, n/a.
Nome completo e gênero: Park Yoona, cisfemale.
Data de nascimento e idade: 30/12/1995, 26 anos.
Local de nascimento e etnia: Seoul, Coreia do Sul + coreana.
Curso e período: Mestrado em Demonologia (Teologia), 2º período.
Clube ou esporte: N/A.
Moradia: Externo.
Personalidade: Teimosa, chorona, comunicativa e bem humorada.
Biografia.
O que é real em um mundo de incertezas? Yoona cresceu em meio a tantas dúvidas que ficou claro o porque se tornou uma adulta tão confusa quanto. Seus pais são ambos formados em antropologia, mas enquanto Mina trabalhava nas pesquisas de campo e viajando pelo mundo, Woohyun mantinha seu ensinamento em salas de aulas universitárias. De um lado, uma mãe cética, do outro, um pai devotado ao sobrenatural e divino. "Monstros existem e salvadores também, em diversas formas diferentes, de diversas culturas diferentes." era assim que a ensinava em casa, mas quando Mina voltava de suas pesquisas, cortava a magia da conversa com Woohyun. "Existe sempre uma resposta lógica, Yoona!".
Os extremos dos pais fizeram Yoona se tornar uma garota indecisa. Deveria acreditar no pai ou na mãe? Por muitos anos teve essas dúvidas em mente, até se mudar para o Brasil, onde os pais precisaram ficar ao menos dois anos a trabalho. Todos foram juntos, e Yoona deixou suas dúvidas de lado para aproveitar a cultura e adolescência nas ruas animadas de Fortaleza, e então Recife e Petrolina, até viver finalmente no Maranhão. Quando estava se adaptando, Manaus se tornou o último destino. Foi complicado estudar assim, mas esforçava-se para que o trabalho dos pais não a prejudicasse demais. Foi em Manaus que teve uma experiência diferente, onde comia com uma colega filha de outros arqueólogos ao ouvir o barulho de um assovio. Nenhuma das duas entende, mas não se lembram de nada do que aconteceu pelos quatro dias que sumiram no mato.
Mina ficou para os estudos e Woohyun voltou à Coreia com a menina, reencontrando o filho mais velho que vivia com a avó lá. Sua vida desde então virou o próprio ceticismo, decidiu se considerar ateia, se recusando a acreditar que seu sumiço tinha alguma explicação fora do plano real. Provavelmente só tinham comido algo que não deveriam e ficado chapadas no meio da floresta, mas isso era algo que não poderia provar para seu pai parar de inventar tantas histórias.
Formou-se no ensino médio e logo entrou para a universidade de turismo, se formando com honras 4 anos depois. Yoona já tinha 22 anos e não estava feliz com sua formação, querendo conhecer melhor algo que lhe assombrava desde nova, mesmo que não acreditasse naquilo. Então, iniciou Teologia na Baekbeom University, se formando 4 anos depois, e iniciando seu mestrado em Demonologia logo em seguida, uma área que lhe chamou a atenção.
Yoona é ateia, mas ironicamente, estuda os demônios na terra e fala sobre eles com tanto afinco que poderiam até a chamar de hipócrita. Em sua mente, eles não existem, mas ao mesmo tempo, são fascinantes, e se um dia seu ceticismo fosse questionado na prática, pelo menos saberia como agir.
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Faceclaim: Kim Woobin - Ator.
OOC: +18, ela/dela.
Nome completo e gênero: Lee Jaechan, cismale.
Data de nascimento e idade: 15/08/1990, 31 anos
Local de nascimento e etnia: Seoul, Coreia do Sul + coreano.
Curso que leciona: Teologia desde o primeiro semestre de 2020.
Histórico: Graduação em Teologia, mestrado em Ensino e Pesquisa Religiosa e doutorado em Teologia Sistemática e Histórica.
Clube ou esporte: N/A.
Moradia: Externo.
Personalidade: Materialista, bajulador (religioso), adaptável e acessível.
Biografia.
Religioso como sempre fora, foi ao ler sobre o Papa João Paulo II – na época, ainda estava na escola – que Lee Jaechan decidiu o que planejava fazer para o seu futuro; até então, a única carreira que realmente tinha em mente para si envolvia cuidar da higiene bucal alheia, assim como muitos antes dele, na clínica da família.
A citação em questão, aliás, dizia que “o ato de educar é o prolongamento do ato de gerar” – isto é, fazem parte do mesmo ato – e que “gerar segundo a carne significa dar início a uma posterior “geração”, gradual e complexa, através do inteiro processo educativo”.
Aquele foi seu primeiro contato com o conceito do que era educar.
Tinha a definição básica da concepção de educação, é claro. Nascera em uma família afortunada o suficiente para que todas as gerações fossem donas de títulos próprios, onde a ideia de educação fazia tão parte da rotina antigamente quanto nos dias atuais. Mas o conceito de educar, aquele que os mais diversos pensadores debateriam através dos séculos, das vivências e mutações da sociedade como um todo, ele só veio a aprender, debater e, acima de tudo, questionar, quando chegou à idade adulta o suficiente para colocar em prática aquele pensamento inicial de Paulo II.
Foi durante sua formação em Teologia que descobriu a ideia mais romântica que Gandhi apresentava no quesito educação, aquela onde a verdadeira educação consistia em “pôr a descoberto o melhor de uma pessoa.” E ainda que gostasse da definição em si, da ideia da arte de educar como a mais difícil e bela de todas, a ausência de um desafio durante seus anos de formação o impediam de seguir com aquela ideia.
Mas, talvez, nem mesmo mais absurdas haviam o preparado para conhecer mais sobre presbíteros e escritores franceses, daqueles que participavam de expedições missionárias em nome de Deus, sempre O usando para defender a ideia de que não é para si que os homens educam os seus filhos, mas para os outros e para Deus. Uma referência direta a Michel Quoist, esta última, e seus retiros de meditação elevada e espiritualidade prepotente que o faziam revirar os olhos.
Era daquele caminho que desejava divergir, ainda que sua crença n'Ele fosse provada mais real conforme estudava o assunto.
Mas foi somente ao conhecer os filósofos, aqueles que realmente eram merecedores de carregarem o termo consigo, que Jaechan encontrou seu caminho tanto na área da Teologia quanto da Educação. Porque, se Sotelli afirmava que “educar é formar homens verdadeiramente livres”, enquanto Rousseau dizia que “educar é a arte de formar homens”, e a ideia de Platão de que “educar é dar à alma e ao corpo toda a perfeição de que são susceptíveis”, então quem seria ele, um simples bacharel, para negar a ideia de que educar sempre fora promover o crescimento humano em todas as suas dimensões mais amplas? Fossem elas materiais ou religiosas, intelectuais ou morais, não havia como negar que a educação, assim como sua crença religiosa, um ornamento na prosperidade e um refúgio na adversidade.
Mas o Professor Teólogo – e aspirante a Filósofo – só veio se tornar quem é hoje algumas especializações depois, quando descobriu por intermédio de Gautier que, de todas as ruínas do mundo, a ruína do homem é sem dúvida o espetáculo mais melancólico, já que a falta da instrução correta em seu relacionamento com Deus o impedia de atingir sua plenitude enquanto mais um dentre Sua criação; e o quanto mais afastado de Deus, mais próximo de seu nada chegava a humanidade.
E tão importante quanto fora a educação em sua vida, tanto nos estudos quanto fora deles, foi regressar à ela enquanto professor da Baekbeom University. Talvez, no entanto, só não tão baseado assim na tradicionalidade esperada; ainda que deteste a ideia de capacidades pragmáticas e valores de consumo imediatos, sua sala de aula é sempre aberta àqueles dispostos a desafiar suas próprias crenças, colocar suas verdades em jogo e, no meio do sacrifício e da perseverança, construir o próprio conceito de ser humano. Afinal, sendo ele a obra mais bem moldada de Deus nesse plano, é de se esperar que sua educação seja a atividade mais importante de todas.
Bem vindo a rua Ganseok, @GS00MW ! A universidade Baekbeom te recebe de braços abertos.
Faceclaim: Kang Taehyun - TXT.
OOC: +18, ela/dela.
Nome completo e gênero: Moon Wansun, cismale.
Data de nascimento e idade: 02/02/2000, 21 anos.
Local de nascimento e etnia: Daegu, Coreia do Sul + coreano.
Curso e período: Primeira graduação em Teologia, 3º período.
Clube ou esporte: N/A.
Moradia: Pousada Maeum, quarto individual 2.
Personalidade: Cordial, paciente, prepotente e cínico.
Biografia.
O berço dos Moon era repleto de regalias e fruto de uma geração de pastores e missionários que rodavam o mundo atrás de ajudar comunidades carentes e ao mesmo tempo, pregar o evangelho. Não era novidade nenhuma que algumas instituições religiosas eram corruptas e muitos fazem sacrifícios, mesmo que isso custe parte considerável de seu salário para dizimar e garantir seu pedaço no céu, como se fosse a compra de um loteamento.
Também não é novidade nenhuma que quase toda - senão toda família - possui a tal da ovelha negra, a rebelde do pastoreio. Wansun era esse tipo de pessoa. Desde criança, sempre fui um bom questionador. Curioso, objetivo e um pouco sistemático. Era uma criança tranquila, estudiosa, mas extremamente curiosa. Quando questionava os pais sobre algum ensinamento bíblico, algumas respostas eram vagas ou ditas como "mistérios religiosos, não é da possibilidade humana que sejam entendidos". Então... Como assim? Como as pessoas seguem algo que sequer elas entendem completamente?
Suas dúvidas foram acumulando conforme crescia e principalmente durante a adolescência. Todo mundo também tem o dito "vergonha da família" e Wansun poderia ter esse rótulo também. Sabe, o filho de pastor que sempre está de banco por ser desviado da palavra? Aquela pessoa que todo mundo olha torto e com a cara de "eu sei o que você fez no verão passado"? Definitivamente, era essa pessoa. Mas não lhe causava estranheza, apenas queria provar seu ponto. Tão rebelde quanto era questionador, nunca aceitou muito tudo como os pais ditavam que deveria ser. Ah, é: quando tingiu os fios, aquilo foi o suficiente para que virasse manchete na gazeta da igreja. Se existisse uma.
Como forma de tomar uma linha na vida, os pais o enviaram para estudar na conservadora Baekbeom e o curso seria escolhido por eles. E tudo bem. Se fosse para cursar Teologia, ele o faria com gosto, mas da forma desafiadora de sempre: o faria para provar seu ponto e encontrar as inconsistências presentes naquele livro sagrado, bem como no ambiente religioso em geral. Depois? Ele dava no pé e ia fazer qualquer coisa que quisesse. Seu único objetivo era esse. Se aguentou tudo desde o nascimento, alguns aninhos naquela universidade não lhe fariam mal. Poderia até ser considerado prepotente e inabalável de certa forma.
Entre seus assuntos preferidos e que lhe causam mais curiosidade é pesquisar sobre outras religiões. Entende sobre diversas vertentes desde o cristianismo, paganismo, budismo e até as religiões politeístas da Antiguidade. É uma pessoa aberta a qualquer experiência nova e possui uma sede por conhecimento gigantesca.
E ah, por favor, é bom ter um half pipe por perto. Wansun adora dar umas voltas de skate por aí.