Bem vinda a rua Ganseok, @GS77SH ! A universidade Soraepo te recebe de braços abertos.
Faceclaim: Kim Hyunjoo - Atriz.
OOC: +18, ele/dele.
Nome completo e gênero: Song Hyejin, cisfemale.
Data de nascimento e idade: 22/04/1977, 44 anos.
Local de nascimento e etnia: Seoul, Coreia do Sul + coreana.
Curso que leciona: Direito desde o segundo semestre de 2021.
Histórico: Graduação em Direito + Mestrado em Direito Penal.
Clube ou esporte: Criminologia.
Moradia: Externo.
Personalidade: Perfeccionista, mal-humorada, empática e criativa.
Biografia.
Inserida no meio jurídico desde a adolescência, Hyejin não poderia seguir outra carreira se não a advocacia. Como um “fardo”, passado de geração em geração, deveria tornar-se advogada, promotora ou juíza, seguindo os passos do avô, Song Byung Jun, antigo Procurador-Geral da República e seu pai, Song Minseok, antigo Ministro da Justiça da Coreia do Sul. Com inúmeros contatos dentro e fora da Assembleia Legislativa, possui uma carreira de vinte anos dentro do poder judiciário, com uma porcentagem de 99% de sucesso em todos os seus casos, majoritariamente criminais.
A personagem sofreu com a perda de um filho, ainda durante a gestação e também com o divórcio, o término de um cônjuge de dez anos, entretanto, são coisas já “superadas”, mas não mencionadas pela mesma por ser estritamente reservada quanto a isso.
Decidiu deixar a Universidade Nacional de Seoul (SNU) por querer expandir horizontes, testar novas coisas e conhecer pessoas distintas, sejam colegas de trabalho ou alunos. A Soraepo University foi sua melhor escolha entre todas as outras, com uma bonificação positiva e direitos que lhe deixaram extremamente ansiosa e interessada. Sem conhecer bem os alunos por ter entrado recentemente, espera que possa se aproximar de cada um até o fim do curso.
Bem vinda a rua Ganseok, @CY88GS ! A universidade Baekbeom te recebe de braços abertos.
Faceclaim: CL - Solista.
OOC: +18, ela/dela.
Nome completo e gênero: Choi Yeeun, cisfemale.
Data de nascimento e idade: 30/03/1988, 34 anos.
Local de nascimento e etnia: Incheon, Coreia do Sul + coreana.
Curso que leciona: Medicina desde o primeiro semestre de 2022.
Histórico: Graduação em medicina + mestrado em emergência pediátrica e doutorado em pediatria e saúde da criança.
Clube ou esporte: N/A.
Moradia: Externo.
Personalidade: Irritada, teimosa, positiva e corajosa.
Biografia.
Mais velha de 3 filhos, Yeeun tinha que pelo menos ser a responsável né? Ah tá. Claro que ajudou a cuidar dos mais novos, porque os pais estavam sempre trabalhando demais pra dar uma vida digna pra eles, mas sempre que dava ela tinha seus momentos de rebeldia, de sair e chegar totalmente fora do horário combinado ou de nem avisar que tava indo ali e voltava já. A carinha de boba não enganava ninguém dentro de casa e nem queria enganar. Precisava de uns momentos assim pra tirar da cabeça a ansiedade que tinha com a pressão pra ser alguém na vida ou casar com alguém que tivesse como dar uma vida boa pra ela.
Gostava de estudar, queria ser médica, cuidar das pessoas, só que não tomar rumo na vida atrapalhava esse objetivo. Se deu conta disso quando chegou pertinho do vestibular. Quase não passou, mas deu tudo certo e nas vagas remanescentes chamaram seu nome pra completar os alunos de medicina da Baekbeom University. A vida em casa ficou mais complicada e ela até arrumou um emprego pra conseguir arcar com parte dos custos. Não dava pra deixar tudo nas costas dos velhos quando tinha mais 2 bocas pra alimentar dentro de casa. Pelo menos era em Incheon mesmo, então com alimentação e moradia não tinham que gastar a mais.
Aprontou, mas estudou bonitinho. Como a boa ariana que era, de vez em quando um bate boca era de praxe tanto dentro quanto fora da sala, o que de vez em quando rendia uns puxões de orelha dos professores, mas as notas compensavam. Não dava pra ser barraqueira e burra né gente? Depois da formatura surgiu a chance de ir pra Seoul, com uma bolsa de estudos pra se especializar em pediatria. Sim, aceitou, mas com o coração partido de ter que deixar as crianças - que nem eram tão crianças assim - pra trás. O ruim não era nem deixar os pais, mas o irmão mais novo era seu verdadeiro xodó e ficar longe dele ia fazer seu coração ficar apertadinho todos os dias, só que a chance tava aí de crescer no meio.
Veio especialização, veio mestrado, veio doutorado, uma coisa atrás da outra. Esqueceu até de viver direito mas descobriu que tinha uma paixão muito mais forte do que só cuidar das pessoas. Ensinar os novos estudantes virou a grande meta da vida toda de Yeeun depois de ser responsável por monitorias e mentorias pra alunos durante o seu período de pouco mais de 10 anos em Seoul. Trabalhou em um laboratório de pesquisa na área de pediatria e por causa do doutorado ela conseguiu se tornar professora em um hospital escola da cidade.
Depois de finalmente uma vez na vida conseguir passar o período de festas de folga com a família em Incheon ela ouviu falar de uma vaga na mesma universidade que estudou quando mais nova. Era fim de novembro de 2021 quando Yeeun se inscreveu no processo seletivo, pois seu contrato com o hospital escola onde dava aulas em Seoul tinha finalmente acabado e ainda não tinha previsão de uma renovação. Era o destino querendo que voltasse?
Todo o processo envolvia apresentar seus títulos e publicações primeiro, depois uma entrevista pra falar sobre as experiências e também dar uma aula pra ser avaliada. Demorou um pouco mais de um mês pra tudo isso acontecer e depois um pouquinho do ano novo ela recebeu a notícia de que tinha dado certo! Começaria no primeiro semestre de 2022 e por enquanto iria morar na casa dos pais, enquanto conseguia seu próprio apartamento. Tinha tempo pra isso e poderia ficar perto de seus pequenos não mais pequenos. Pra ela os irmãos nunca iriam crescer de verdade. Ser professora onde tinha se formado seria incrível!
Tinha olhos brilhantes e um sorriso belamente delineado, entretanto Hotaru era o que chamavam de criança indesejada, mas com isso, queriam dizer realmente “mulher indesejada”. Ela tinha a beleza comparada com as melhores paisagens da natureza e poderia ser tão esperta quanto qualquer homem, mas no mundo do dinheiro, sua existência servia apenas para embelezar e aceitar os bel prazeres de homens, inclusive, engravidar.
Hotaru cresceu com essa realidade, mesmo que não concordasse nenhum pouco, aquilo estava acima das suas vontades e ideais. Todo esse repúdio consigo por ter nascido mulher foi o que a deixou mais forte, inquieta e sem aceitar ordens, tinha coração firme, mas ainda frustrada, por recear que no fim, ninguém realmente a queria perto. Isso criou uma insignificância, apenas uma vozinha em sua mente que muitas vezes a tirava de controle.
Vivendo em um ambiente de completa guerra fria, a japonesa sentia falta do calor, dos sentimentos ardentes e da adrenalina. Ela não pensou duas vezes em juntar suas coisas e estudar gastronomia, tinha pouco tempo até ser apenas uma barriga e uma mão sem aliança para seus pais e tinha que aproveitar aquilo. Infelizmente não teve muito privilégio nos seus estudos, mas sempre foi uma mulher esperta e por isso pode se beneficiar do seu empenho constante.
O tardar para se casar foi como uma liberdade para a mulher, que estava focada demais em manter nas rédeas as suas vontades. Enquanto estudava o dobro por ser bolsista, focava no estágio como auxiliar de cozinha, ocupada demais para se manter bonita em encontros que seus pais arranjavam para casamentos futuros. Antes mesmo que pudesse respirar, já começou o mestrado, enquanto trabalhava no mesmo restaurante familiar em Osaka, um lugar que a acolheu mais do que sua própria casa e a permitiu crescer, como pessoa e cozinheira.
Apesar de sempre focar mais em seu trabalho do que na vida romântica, seu pai conseguiu efetuar um casamento arranjado, do qual só teve ciência em cima da hora. Era um bom rapaz, porém ambos tinham a noção de que não se gostavam e muito menos se interessavam um no outro, mas era algo que adultos tinham que lidar. Com o casamento, teve de se mudar para Kyoto, onde começou a dar aulas e se redescobriu, percebendo que mostrar a arte de cozinhar para outras gerações era ainda mais significante do que lidar com as brasas das cozinhas.
Sabia que aquela relação não traria bons frutos, porém se permitiu ter esperanças de que futuramente algo poderia florir entre ambos. Assim se passaram dois anos e a paciência da japonesa já tinha extrapolado todas as expectativas, estava cansada e olhar para o rosto de seu marido era exaustivo, sabia que se pedisse divórcio nunca mais poderia voltar pra sua família e mesmo que já tivesse lidado com isso antes, ainda era doloroso saber que no fim, nunca foi uma criança desejada para a sua linhagem.
O divórcio aconteceu depois de muito relutar internamente, a mulher já tinha aceitado que precisava ficar longe, desejou o melhor para o companheiro que parecia também estar sem um grande peso nos ombros e seguiu para a sua nova vida como educadora. Sempre teve medo que a carreira fosse sua única salvação e que virasse uma viciada em trabalho, mas agora, lecionar era o seu maior refúgio.
Por não querer ficar próxima da família, Hotaru se mudou para a Coréia, onde conseguiu vaga como docente de uma universidade nova, era tudo o que a mulher precisava para um recomeço. Não pensou duas vezes em fazer as malas e guiar a sua vida para os eixos que queria, determinada a se tornar alguém que os outros pudessem relembrar com um sorriso.
Bem vindo a rua Ganseok, @GS90NG ! A universidade Soraepo te recebe de braços abertos.
Faceclaim: Wonho - Solista.
OOC: +18, n/a.
Nome completo e gênero: Pang Namgung, cismale.
Data de nascimento e idade: 16/04/1990, 31 anos.
Local de nascimento e etnia: Seoul, Coréia do Sul + coreano.
Curso e período: Educação Física desde o segundo semestre de 2017.
Histórico: Educação física + mestrado em treinamento despostivo voltado para esportes de alto rendimento.
Clube ou esporte: Basquete.
Moradia: Externo.
Personalidade: Dedicado, compreensivo, pessimista e teimoso.
Biografia.
Trigger Warning: alienação parental, fanatismo religioso, menção à agressão e abuso infantil.
O ano de 1990 foi marcado por muitas situações, boas e ruins. Mas nenhum desses acontecimentos fora tão importante para a família Pang, 1990 foi o ano de nascimento do primogênito da família. Namgung foi o nome dado ao menininho bochechudo e cheio de energia que nasceu, quase sempre quieto em seu berço, mas era só bater a fome que se tornava um verdadeiro escandaloso. Seus pais tinham algumas peculiaridades, o fanatismo religioso que os dois possuíam privava Gun (e alguns anos depois sua irmãzinha) de muitas coisas. A escola era uma delas, ambos achavam que o ensino pregado não estava de acordo com a religião que seguiam, era errado, e por isso ensinaram as crianças em casa. Brincar com os amigos? Quase impossível, o casal não queria que ninguém tirasse os dois filhos do caminho que achavam correto.
Haviam aprendido a ler muito tarde, a escrever mais ainda, tudo no tempo que os pais achavam certo. Mas nenhum dos dois pensava sobre o atraso causado às crianças, a falta de um ensino preciso que os levariam a uma formação futura. Não, as escolas estavam erradas. Tal fanatismo aos poucos acabou afastando também o resto da família, principalmente os avós, a quem Gun era tão apegado. Vivia isolado, vendo a vida passar pela janela da sala quando lhe era permitido tal coisa. Mas Namgung não entendia aquela religião, não conseguia entender porque diziam ser algo bom se os afastava daqueles que amava. Aos poucos, virou uma verdadeira tortura participar daqueles cultos, suas tentativas de fuga sempre eram rebatidas com um castigo severo, as marcas das surras ficavam visíveis por dias em sua pele. Foi num momento de distração dos pais que Gun ligou para os avós, contando tudo o que havia acontecido nos últimos anos. Namgung só não contou sobre as vezes em que o pai tentou entrar no quarto da irmã, havia prometido para Sohee que aquele seria um segredo entre ambos.
Mas não esperava que tudo aquilo fosse acontecer. Tinha tantas pessoas entrando em sua casa, levando seus pais a força, não queria que fosse daquela forma. Ao mesmo tempo, sentia alívio em finalmente poder ver a luz do sol, sentir os raios em sua pele. Depois de comprovada a insanidade do casal, os irmãos ficaram em definitivo com os avós após uma decisão judicial, estes que acabaram por cuidar dos ferimentos de Gun e os traumas causados pelos anos em confinamento. Foi matriculado em uma escola convencional e logo o atraso ficou evidente, Gun era sempre o mais velho em sua turma, mas conseguiu avançar até a série compatível com sua idade com muito esforço e trabalhos extras, seus avós eram muito conhecidos na região e por isso a pequena escola acabou ajudando o garoto e sua irmãzinha a não ficarem para trás e deixados de lado pelos outros alunos.
Foi no esporte que Gun conseguiu fazer amigos de verdade, ele havia se apaixonado pelo basquete e a magia da bola laranja. Ser o mais alto também facilitava seu desenvolvimento e aptidão. Chegou a participar de alguns torneios interescolares, e foi justo no jogo mais importante que tudo havia dado errado. Um esbarrão em uma bola decisiva tirou o equilíbrio de Gun e, ao pisar no chão, sentiu como se seu joelho tivesse explodido. O grito ecoou pela quadra e não demorou para que percebessem que havia algo terrivelmente errado. O rompimento dos ligamentos de seu joelho direito pôs fim em seu sonho de um dia ter sucesso no esporte. O pós operatório foi extremamente difícil e a fisioterapia pior ainda, aquilo foi minando a confiança de Namgung e sua cabeça o fez decidir que nunca mais voltaria a jogar, não conseguia mais correr como antes, jogar como antes.
Mas ainda amava o esporte, por isso traçou outro plano em sua vida: seria treinador. Por isso foi direto para a faculdade quando terminou o ensino médio, coletou o máximo de informação e experiência como assistente técnico, preparador físico e até massagista, quando se especializou em treinamento desportivo, Gun tinha uma vasta bagagem de conhecimento que o auxiliou a concluir seu mestrado em esportes de alto rendimento. Teve a sorte de conseguir um lugar no corpo docente na mesma instituição que o formou e é com muito orgulho que veste a camisa da Soraepo há cerca de três anos.
Local de nascimento e etnia: Seoul, Coreia do Sul + coreana.
Curso que leciona: Direito desde o primeiro semestre de 2020.
Histórico: Graduação em Direito, Mestrado em Lógica Argumentativa, Doutorado em Kant.
Clube ou esporte: Vôlei.
Moradia: Externo.
Personalidade: Exigente, irascível, dedicada e simpática.
Biografia.
Trigger Warning: homofobia.
Bae Nura nunca teve muitas dúvidas sobre quem era, às vezes isso era uma benção, outras uma maldição. Desde muito nova sempre soube que gostava muito da amizade dos meninos, mas que quando via as cenas de filme na tv sempre se imaginava sendo a heroína no cavalo salvando a princesa e dando um beijo de amor verdadeiro no final. Quando ainda criança conheceu o vôlei assistindo um campeonato na TV, sabia que aquilo seria sua vida. Não demorou muito praquilo se tornar realidade, começando a ganhar notoriedade nos campeonato da sua escola até chegar ao time coreano sub20 jogando profissionalmente.
A primeira vez que Nura se lembra de realmente sentir dúvida de algo foi na hora de escolher um curso da faculdade. Aquilo era mais um plano B do que qualquer outra coisa e ela sabia que alguém na situação dela, com uma vida pública muito diferente da vida privada, provavelmente iria precisar. Muito mais por causa da influência da sua família do que qualquer outra coisa, acabou escolhendo Direito. Foi assim que chegou na Soraepo University pela primeira vez.
Em retrospecto, Nura não se arrepende nem do curso, nem de ter entrado na Soraepo University, mas a Nura de 18 anos atolada nos treinos de volêi e nas atividades do curso que descobriu odiar, se arrependia bastante. Ela nunca foi conhecida por desistir das coisas, no entanto, e não seria daquilo que ela iria desistir. Mas ela ainda hoje admite que quando chegou a época das Olímpiadas, bem próximo de quando deveria começar o TCC, e ela teve que trancar o curso pra se dedicar 100% aos treinos e aos jogos, Nura agradeceu a todos os deuses do céu e da terra.
No ano seguinte quando retornou ao curso foi com uma cabeça refrescada e uma dedicação absoluta de terminar aquilo o mais rápido possível. Ainda naquele ano o diploma veio junto com a promessa de Nura de nunca se uma advogada, não importasse o que acontecesse. Anos depois, quando videos seus beijando garotas numa festa da faculdade foi divulgado por um daqueles sites de fofoca revelando sua sexualidade, ela ainda manteve sua promessa. Mesmo depois de confirmar os boatos e ser demitida dos dois times com quem tinha contrato, ela ainda manteve sua promessa.
Bae Nura nunca se tornou uma advogada como sua família esperava, não que seus pais tivessem mantido muito contato depois do escândalo pra sequer perceber. Ao invés disso, ela decidiu se dedicar aos estudos na única coisa que realmente tinha gostado naqueles anos na faculdade: Filosofia. Passou os anos seguintes dedicada fielmente à sua vida acadêmica, aproveitando o dinheiro que tinha guardado e a multa que tinha recebido pela quebra de contrato com os times. Não demorou muito pra ela acabar o Mestrado e começar seu doutorado, menos ainda depois disso pra começar a lecionar na mesma faculdade em que sempre havia estudado.
Ainda hoje, alguns repórteres ainda perguntam porque Nura não continuou sua carreira no vôlei, que mesmo depois da polêmica poderia ser promissora no exterior já que havia vindo a público que ela tinha recebido várias ofertas de times ao redor do mundo. Pra todos eles Nura sempre respondeu a mesma coisa: no seu tempo na Soraepo University ela havia encontrado a uma coisa que ela ama mais do que volêi, a uma coisa que ela não poderia viver sem.
Bem vindo a rua Ganseok, @GS88NW ! A universidade Baekbeom te recebe de braços abertos.
Faceclaim: Minho - Shinee.
OOC: +18, ele/dele.
Nome completo e gênero: Na Wondeuk, cismale.
Data de nascimento e idade: 09/12/1988, 33 anos.
Local de nascimento e etnia: Incheon, Coreia do Sul + coreano.
Curso que leciona: Jornalismo desde o segundo semestre de 2021.
Histórico: Graduado em fotografia, mestrado em comunicação organizacional e em educação, doutorado em jornalismo.
Clube ou esporte: Fotografia.
Moradia: Externo.
Personalidade: Crítico, instável, conselheiro e protetor.
Biografia.
Trigger Warning: vícios em remédio, menção a depressão.
O Wondeuk se via desistindo de sua futura carreira de idol após ser chegado ao conhecimento da empresa, o consumo de álcool dentro do dormitório dos treeine, o quebramento de regras e uma popularidade ruim no colégio. A melhor decisão foi a expulsão, se livrando de qualquer dor de cabeça que o coreano pudesse dar no futuro e deixando que ele se virasse sozinho com os próprios problemas.
O álcool nunca de fato foi um problema para o Wondeuk, ele sabia beber com responsabilidade, respeitando seu limite, o vício em remédios foi o que prejudicou o coreano, principalmente depois de expulso da empresa e começar a se sentir um fardo para os seus pais. Mas foi graças aos genitores que conseguiu sair do vício e depressão, pagos um tratamento e ajuda profissional.
Nunca deixou de amar a música, a dança, a arte em si, porém entendia que por mais que amasse e quisesse se dedicar àquilo, corria o risco de perder tudo por causa de seus erros. Para ajudar em casa, ele aproveitava da sua voz e aparência para protagonizar comerciais e jingles, a vida deles não mudaram, mas ajudaram bastante, principalmente na faculdade de jornalismo. Durante o período universitário, ele fazia trabalho voluntário em ONGs para ajudar pessoas com vícios, contava um pouco de sua história e ajudava alguns jovens carentes.
Anos se passaram, Wondeuk havia mudado diversas vezes, seu modo de ser e de pensar, o sonho de ser jornalista não era algo mais para ele, tinha o desejo de ajudar os outros assim como em seus vários trabalhos voluntário, até pensou em se tornar um padrinho de ajuda, mas quando percebeu, a sua vida deu uma outra virada. Um acidente de carro levou a vida de seus pais, de uma vez só, e isso fez com que ele voltasse aos remédios. Como poderia ajudar outros se não consegue ajudar?
Como um modo de se ajudar também, se dedicou mais aos estudos, descobrindo novos hobbies, explorando os antigos, isso ajudava a ocupar a mente e o livrar de pensar nos remédios, não tinha tempo para isso, porém não era eficazes e sem ajuda profissional, estava sempre propício a cair.
Com o tanto de conhecimento e sabendo a pressão de ser um universitário num país que zela tanto pela educação, quis se arriscar em ser professor e ajudar, nem que fosse um pouco, tais alunos. Sempre falou abertamente sobre seus vícios, a fim de ajudar jovens e adultos com os mesmo problemas, tanto que já deu até algumas palestras enquanto trabalhava em outra universidade. Qualquer um está sujeito a recaída, mas por está lidando com isso sozinho, sem ajuda, Wondeuk está mais fácil a isso. Isso é algo que quer esconder da reitoria da Baekbeom a todo custo.
Bem vindo a rua Ganseok, @GS81BH ! A universidade Baekbeom te recebe de braços abertos.
Faceclaim: Lee Dongwook - Ator.
OOC: +18, ela/dela.
Nome completo e gênero: Ryu Baekhyeon, cismale.
Data de nascimento e idade: 06/11/1981, 40 anos.
Local de nascimento e etnia: Changwon, Coreia do Sul + coreano.
Curso que leciona: Medicina desde o primeiro semestre de 2019.
Histórico: Graduação em Medicina + Mestrado e Doutorado nas áreas da Neurologia/Neurociência.
Clube ou esporte: N/A.
Moradia: Externo.
Personalidade: Impetuoso, crítico, resiliente e fiel.
Biografia.
Jang Narae, veio de uma classe simples e sempre foi batalhadora para buscar os seus objetivos, tendo uma perseverança sem igual e Ryu Yang, filho de um dos melhores cientistas da Coreia na atualidade, ambos estudantes de medicina, se especializaram nas áreas da Neurologia e construíram uma dinastia.
Changwon, Coreia do Sul. 1981, 2:45 AM.
O choro do bebê cortou a ansiedade que se alastrava naquela maternidade. Batizado de Ryu Baek Hyeon, o primogênito dos Ryu fora bem aguardado e considerado a maior alegria dos seus pais e herdeiro de tudo que os dois conseguiram, sendo isso Hospitais e Clínicas em alguns lugares da Coreia e da Cingapura
Baekhyeon é um garoto que veio do famoso berço de ouro. Já nasceu rodeado de riquezas e em questões financeiras nunca teve dificuldade para nada na vida, porém não deixava de se doer por aqueles que eram menos afortunados. Sempre manteve os pés no chão e desde criança demonstrava ter um coração caridoso e forte, além de uma coragem que chegava até ser insolente de tão exasperada que era às vezes. Diferente de muitos afortunados, sua mãe - seu maior exemplo - o ensinou a sempre ser caridoso e humilde, não deixando a soberba tomar conta do seu coração. Era imprescindível que fosse um rapaz de conceitos honrosos e a progenitora fazia o possível para que isso viesse a ser posto em prática em tudo que Baek fazia e nas atitudes do mesmo. Essa não foi uma função difícil para a senhora Ryu, já que por sorte, seu filho herdou sua índole amorosa. Enquanto crescia, Baekhyeon sempre mantinha a mente focada nos estudos, uma criança que foi taxada como diferente por não gostar de sair e nem se relacionar tanto quanto as outras. Seus pais até o levaram em terapias por estarem preocupados com o jeito mais recluso de Baek. Na sua adolescência, pode-se contar nos dedos os momentos em que o rapaz deu dor de cabeça a sua família, sendo o motivo frequente a falta de interação com os outros e recusas de trabalhos em grupos em atividades no colegial.
Sua família fazia viagens constantes à Cingapura para cuidar dos negócios e se reunir com os sócios do Hospital e de outras associações, sendo uma delas a Jongsa. Cingapura era um lugar que sua mãe adorava e além de viagens a trabalho, também buscava o tempo de férias aproveitando o calor e o paraíso que o país tinha para lhes oferecer. A influência foi bem recebida por Baekhyun que se apaixonou pelas terras próximas e se apaixonou por algo a mais também: a filha dos Jongsa. O coreano se considerava apaixonado por Sera desde que se entendia por gente. O enlace com ela fora natural e espontâneo, já que durante várias reuniões de negócios entre seus pais, a menininha de nove anos sempre procurava o "garoto caladinho" para brincar.
Assim que terminou o ensino médio com seus dezenove anos de idade, Baekhyeon se mudou para Cambridge, Massachutts para cursar a faculdade de Medicina em Harvard, querendo dar continuidade ao trabalho dos seus pais e a dinastia que tinha nas mãos. Atualmente, Baekhyeon divide a herança com a sua irmã que foi adotada ainda pequena e que é um dos seus maiores tesouros. No início da vida universitária, Baek encontrou pessoas com ideais parecidos aos seus e foi o melhor momento para se soltar e ser mais amplo, a partir de então ele aprendeu a se comunicar melhor e junto com seus novos parceiros de vida, achou mais uma família, rapazes com o qual cresceu tanto profissionalmente quanto em relação ao seu intelecto, tendo assim uma amizade duradoura com os mesmos.
Durante as apresentações de seminários, o coreano sempre recebia muitos elogios sobre como explicava os assuntos que lhe eram designados e até o corpo docente que tinha contato consigo lhe dizia que seria ótimo para lecionar se tivesse interesse. Dito e feito! Após sua formação no curso de medicina, Baekhyeon além de atuar como médico Neurologista também foi atrás de um mestrado e doutorado.
Em 2011, no fim de sua residência, Baekhyeon buscou estudar ainda mais para estar apto o suficiente para lecionar várias turmas na universidade. Em 2012 enquanto fazia sua especialização, iniciou mestrado e logo após encarou mais quatro anos de doutorado, tendo sua conclusão no segundo semestre de 2019.
Atualmente, Ryu Baekhyeon é professor dos seguintes cursos que remetem à Neurociência, sendo estes: Medicina, Psicologia e já atuou como professor substituto no curso de Enfermagem.
Bem vinda a rua Ganseok, @GS91HY ! A universidade Baekbeom te recebe de braços abertos.
Faceclaim: Park Subin - Dal Shabet.
OOC: +18, ela/dela.
Nome completo e gênero: Kang Hayun, cisfemale.
Data de nascimento e idade: 14/02/1991, 30 anos.
Local de nascimento e etnia: Jeju, Coreia do Sul + coreana.
Curso que leciona: Psicologia desde o primeiro semestre de 2020.
Histórico: Graduação em Psicologia (4 anos) + Mestrado em Psicologia Educacional (3 anos) e doutorado em Psicopedagogia com ênfase em distúrbios de atenção na infância (3 anos).
Clube ou esporte: Clube de Jornalismo.
Moradia: Externo.
Personalidade: Tagarela, teimosa, gentil e acessível.
Biografia.
Hayun nasceu na pacata Jeju, e foi criada, principalmente, por seus pais e avós - que estavam sempre presentes na vida da garota desde os primeiros momentos de vida. Por conta disso, a família se tornou uma prioridade na vida de Hayun logo cedo. E a ideia de que, um dia, ela teria algo assim se instalou na mente da pequena ainda muito nova.
Com o passar do tempo, e os anos que se seguiram, Hayun viu no perfil das professoras ao seu redor alguém que ela almejava ser. Um exemplo para aqueles pequenos que, com brilho nos olhos, viam-nas como exemplo a seguir. E, fora com isso em mente, que Hayun optou pela psicologia, ao invés de pedagogia; depois de uma palestra enriquecedora sobre o sistema de ensino, e como a educação poderia ser melhorada através de um viés psicológico, ela seguiu sua linha de estudos totalmente baseada em um sonho, tão pequeno quanto as crianças que a cercavam em suas monitorias assistidas.
Ou em suas longas horas trancafiada em um hospital para aprender mais, e entender mais, conhecer mais, até construir com base em vivências, suas teses de mestrado e doutorado.
É claro que sua ideia de “desbravar” o mundo, veio com muito custo, e Hayun não queria estar longe da família por tanto tempo, mas à partir da sua graduação, Hayun saiu da pacata ilha de Jeju para, de fato, conhecer o que a esperava do outro lado. E foi aí que descobriu sua verdadeira paixão, mesclando a educação com a psicologia.
Apesar de ser um grande desafio, lecionar veio como “parte da sua trajetória”, mesmo que ela tivesse começado de baixo, primeiro como conselheira educacional, depois professora substituta, até concluir seu mestrado e, enfim, se juntar ao corpo docente da universidade em sua cidade natal.
Mas a ideia de ir e vir para concluir o doutorado foi cansativa ao ponto de repensar várias e várias vezes, se deveria continuar onde estava. Sem levar para o lado pessoal, Jeju sempre seria sua casa, mas ter aceitado a proposta de se juntar ao corpo docente da Baekbeom University foi a melhor decisão de sua vida; mesmo que de vez em quando ainda pensasse que estava dando um passo maior que a perna.
Começar a lecionar em uma universidade com um ritmo tão diferente da sua pacata Jeju, foi um desafio maior do que o esperado, mas nada que fosse um empecilho em sua carreira acadêmica. Muito pelo contrário, em pouco tempo Hayun ficou conhecida pelos corredores por seu carisma e bom humor quase sempre presente; além da sua dedicação às aulas e ao clube de jornalismo.
Aos poucos, sua vida estava se moldando à sua carreira, e o contrário também. Seu maior desejo, no entanto, era poder, enfim, construir uma família como sempre sonhou em fazer; era um sonho para mais adiante na vida, mas como todos os sonhos, Hayun não estava pagando nada para viver uma realidade paralela, ainda.