Germany 🇩🇪 will send to Ukraine 🇺🇦 two patriot systems for defending Ukrainian people from russian bombing.
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Germany 🇩🇪 will send to Ukraine 🇺🇦 two patriot systems for defending Ukrainian people from russian bombing.
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Ma Popoff
Sbuffa, sbuffa e dopo un po'
Gli si affonda lo stivale
Nella neve e resta li
Ma Popoff del cosacco che cos'ha
Ha il colbacco e gli stivali
Ma non possono bastar
I cosacchi lunghi e fieri
Con i baffi volti in su
Nella neve vanno alteri
Ma Popoff non c'è più
Le perdite russe di ieri.
Tutti abbiamo bisogno di una pace vera e autentica. Una pace che rispetti la gente. - Volodymyr Zelensky 🇺🇦 👊
Yesterday Russia has bombed Ukraine with 400 drones and one iskander ballistic missile. Ukrainian anti-aircraft heroes neutralized 343 drones 🇺🇦 💪
Vi dicono che siamo nazisti. Ma come può un popolo che ha perso 8 milioni di vite per sconfiggere il nazismo sostenere il nazismo? Come posso essere un nazista? Ditelo a mio nonno, che ha combattuto per tutta la guerra come fante nell'esercito sovietico e che è morto come colonnello in un'Ucraina indipendente. - Volodymyr Zelensky, 24 febbraio 2022.
NOVAS MENTIRAS NO LUGAR DAS VELHAS: A ESTRATÉGIA DE ENGANO A LONGO PRAZO DO MOVIMENTO COMUNISTA
Por Cláudio Suenaga
Ao menos - se bem que seria muito melhor que assim não fosse -, a guerra deflagrada por Putin está servindo para escancarar suas pretensões e derrubar de vez um monte de balelas em que muitas pessoas idiotizadas ainda andavam acreditando. Uma dessas balelas era a de que o império soviético havia acabado e junto com ele o comunismo e a Guerra Fria, mesmo com a ascensão da China como segunda grande potência mundial e a América Latina inteira caindo sob o jugo comunista, via Foro de São Paulo, sem contar países como a Coreia do Norte.
Por ter passado a adotar um regime econômico mais liberal – na verdade calcado no trabalho escravo, na pirataria deslavada de produtos ocidentais e no contrabando –, muitos analistas previram erroneamente que isso traria automaticamente a liberdade política à China, ou seja, que a queda da ditadura comunista e a instalação de uma democracia do tipo anglo-saxônica no lugar seria apenas uma questão de tempo. O que esses analistas se esqueceram ou deixaram de considerar, é que o capitalismo jamais deixou de existir na China ou em qualquer outro país comunista, uma vez que a “economia comunista” é apenas e tão somente uma aparência, uma fachada para disfarçar a economia capitalista que continua funcionando por baixo e sob total e estrito controle, já que sem ela nem sequer poderiam existir quanto mais se manter no poder.
O comunismo, portanto, é muito menos um sistema econômico do que um sistema de poder. Tanto que o Partido Comunista Chinês, em vez de ter se enfraquecido, tornou-se ainda mais poderoso.
O mesmo em relação a Rússia. Quando o processo de redemocratização parecia irreversível nesse país e o Ocidente comemorava a "derrocada" do comunismo, eis que, no final de 1999, Vladimir Putin, ele mesmo, ex-diretor para assuntos externos da KGB, vence as eleições com o apoio dos velhos comunistas, eles mesmos, agora reunidos em torno da temida máfia russa. Desde que chegou ao poder, Putin vem tomando medidas para concentrar os poderes nas mãos do Executivo, eliminar os partidos políticos de oposição e aperfeiçoar os mecanismos de controle e pressão sobre os meios de comunicação e a sociedade civil, ou seja, nada mais do que o velho receituário comunista seguido à risca por outros de sua estirpe.
Com Putin, os principais canais de televisão do país e os meios de comunicação mais importantes foram colocados sob a tutela do Estado ou simplesmente fechados. As transmissões da Voz da América e da Rádio Europa Livre foram proibidas. Usando as vastas reservas de petróleo e de gás da Rússia como armas de intimidação e chantagem, Putin firmou tratados e alianças político-militares com a China, a Coreia do Norte, a Venezuela, o Irã e outros países árabes fomentando a proliferação de armas nucleares e de destruição em massa, bem como o terrorismo, sem que sofresse nenhum tipo de retaliação por parte dos países do Ocidente ou da Organização das Nações Unidas (ONU), nem mesmo quando suas tropas invadiram a Chechênia chacinando milhares de civis desarmados. E o que está acontecendo agora na Ucrânia? O mesmo.
Anatoliy Mikhaylovich Golitsyn (1926-2008), desertor da KGB que forneceu uma ampla gama de informações à CIA sobre as operações e os métodos da KGB, em 1984, pouco antes portanto da glasnot e da perestroika, publicou o livro New Lies for Old (Novas Mentiras no Lugar das Velhas), no qual alertou sobre a estratégia de engano a longo prazo do movimento comunista que, conforme esmiuçou, consiste em fingir debilidade e enfraquecimento, transmitindo assim uma falsa sensação de segurança ao Ocidente para finalmente paralisá-lo e isolá-lo econômica e diplomaticamente.
Golitsyn esclareceu que já em 1959 a KGB tramava a perestroika para manipular a opinião pública estrangeira em uma escala global. O plano era de certa forma inspirado nos ensinamentos do general, estrategista e filósofo chinês do século VI a.C. Sun Tzu (544 a.C.-496 a.C.), que em seu livro A Arte da Guerra, recomendava “levar o inimigo a transformar a sua fraqueza em sua maior força”.
Golitsyn estava certo, já que a KGB foi a principal beneficiária das mudanças políticas na Rússia. A perestroika abriu o caminho para a KGB avançar em direção ao coração do poder na Rússia. [Golitsyn, Anatoliy. New Lies for Old: The Communist Strategy of Deception and Disinformation, New York, Dodd, Mead and Company, 1984].
Em seu livro The Perestroika Deception, Golitsyn alertou que “A KGB continua a ser tão poderosa quanto antes. Quem se deixa enganar pelas mudanças cosméticas da KGB, apoia o mito da ‘democratização do sistema político soviético’.” [Golitsyn, Anatoliy. The Perestroika Deception, London, Edward Harle, 1995]
IL MONDO IN PERICOLO di ROSA MANNETTA
Nella notte tra giovedì e venerdì, diversi droni russi hanno violato lo spazio aereo polacco durante un raid contro obiettivi in Ucraina occidentale. Varsavia ha confermato l’incidente, denunciando una gravissima escalation e convocando l’ambasciatore di Mosca. Le forze armate polacche hanno innalzato il livello di allerta e chiesto un immediato chiarimento alla NATO. La situazione rischia di far salire ulteriormente la tensione tra Russia e l’Alleanza Atlantica. Bruxelles segue con apprensione gli sviluppi, sottolineando che "ogni violazione della sovranità di un Paese membro è una violazione della sicurezza collettiva". Questo è il concetto che terrorizza tutti in Europa. Paul Auster scriveva: "I momenti di crisi spaccano le menti...". E che regni il buon senso.
Rosa Mannetta