"Once we stop valuing the public more than the private, we will surely be doomed to fail to understand why we should value the law, the quintessential public good, more than force." -Tony Judt, historian (1948-2010)
«Una vez que dejemos de valorar más lo público que lo privado, seguramente estaremos abocados a no entender por qué hemos de valorar más la ley, el bien público por excelencia, que la fuerza»
“ I putiniani – quelli che l’hanno messo dov’è, che volevano che salisse al trono una prima volta, quelli che ora siedono nell’ufficio del presidente e di fatto guidano il Paese (non il governo, che esegue le volontà del presidente, e non il Parlamento, che ratifica le leggi che il presidente vuole) – seguono con grande attenzione le reazioni dell’opinione pubblica. Non è vero che se ne infischiano. E ciò significa una cosa importantissima: i veri responsabili di quanto sta accadendo siamo noi. Noi, e non Putin. Il fatto che la nostra reazione a lui e alle sue ciniche manipolazioni si sia limitata a sparuti borbottii da cucina gli ha garantito l’impunità nei primi quattro anni di mandato. La nostra apatia è stata senza confini e ha concesso a Putin l’indulgenza plenaria per i quattro anni a venire. Le nostre reazioni a quel che ha detto e fatto non sono state solo fiacche, ma impaurite. Abbiamo mostrato di aver paura dei čekisti, inducendoli a perseverare nel trattarci da popolo bue. Il KGB rispetta solo i forti, i deboli li sbrana. E lo dovremmo sapere, ormai. Invece ci siamo scelti la parte dei deboli e siamo stati sbranati. La paura è pane per i denti di un čekista. Non c’è nulla di meglio, per lui, del sentire che la massa che vorrebbe sottomettere trema come una foglia.
Era ciò che volevano. Giornali e televisione traboccavano della nostra paura. L’opposizione non faceva che ripetere quanto grande fosse il pericolo – e dunque la sua paura – che Putin fosse rieletto... E anche lei è stata sbranata. “
Anna Politkovskaja, La Russia di Putin, traduzione di Claudia Zonghetti, Adelphi (collana Gli Adelphi, n°639), 2022⁴, pp. 343-344.
[1ª Edizione originale: Putin’s Russia, The Harvill Press, London (UK), 2004]
O Comunismo Já Está Mais do que Implantado no Brasil: A Revolução Permanente que se Tornou Irreversível e Devora a Alma da Nação
Imagine sair de casa e ser abordado por uma fila interminável de “excluídos” que não aceitam um “não”. Muitos já recebem bolsas, cotas, LOAS, cestas básicas e moradia subsidiada, mas transformaram o pedir em profissão e o roubo em direito. Recuse uma vez e ouvirá a frase que resume a tragédia nacional: “Você tem a obrigação de repartir seus bens comigo”.
Essa não é uma história isolada. É o retrato fiel de um país onde o comunismo venceu sem precisar declarar guerra. Ele não chegou com tanques nas ruas. Chegou devagar, sorrateiro, ocupando todos os espaços: escolas, universidades, igrejas, mídia, ONGs, tribunais e o próprio Estado. Disfarçou-se de “justiça social”, “direitos humanos”, “inclusão” e “diversidade”, mas na prática implantou a inversão total de valores: o bandido virou vítima, o trabalhador virou opressor, o vício virou direito e o esforço virou exploração.
Criou-se uma vasta casta de malandros profissionais sustentada pelo dinheiro dos impostos — gente que não trabalha, não estuda, não produz, mas vive em festa permanente: som no último volume, churrasco na laje, drogas e fogos de artifício, tudo custeado por você. Enquanto isso, o cidadão de bem se tranca em casa, desarmado e intimidado, pagando a conta da própria destruição.
Esta matéria revela, sem anestesia, como o projeto gramsciano de longa marcha pelas instituições se concretizou no Brasil. Mostra a psicologia do expropriado, a doutrinação via teologia da libertação, a romantização do banditismo, o colapso do Estado de Direito, a guerra cultural que transformou o país numa rave distópica financiada pelo Estado — e o futuro sombrio que a Agenda 2030 reserva se não reagirmos.
Não é exagero. Não é teoria da conspiração. É a dura realidade que milhões de brasileiros vivem todos os dias.
Leia até o final. Porque entender o diagnóstico é o primeiro passo para a cura. E o Brasil ainda pode ser salvo — mas só se o povo acordar antes que seja tarde demais.
"Para o totalitarismo contemporâneo, a questão não é mais o exercício da coerção física; de agora em diante é uma questão de se destruir o ego naquilo que temos de mais pessoal. É por isso que o totalitarismo contemporâneo tem a vida intelectual como seu alvo. Ele golpeia as massas, mas reeduca os intelectuais pela filtragem, pelo direcionamento e manipulação da informação. Inculca uma ideologia portátil, pois a ideologia invade a inteligência e desarma sua capacidade crítica, aprisionando-a num 'gulag do espírito'."
(Evgenij Zamjatin in un ritratto di Boris Kustodiev - 1923)
In Zamjàtin il «paradosso dell'utopia» si manifesta con estrema chiarezza: quando l'utopia si realizza, e diventa potere dispiegato, essa si converte in Stato totalitario poiché se si vuole materializzare la perfetta e stabile armonia – la meta di tutti i progetti utopici – occorre annullare l'individuo nel collettivo con la conseguenza di trasformare la società in un gigantesco termitaio, soggetta ad un potere assoluto e dominata dal conformismo intellettuale e morale. (Luigi Fenizi)