Hoje é o dia da Indústria Gráfica, e resolvi publicar um desenho de 2015 (esse é o Guttemberg, inventor da prensa) que foi feito no Museu da Imprensa que fica no Setor Gráfico. Quem não conhece o museu eu recomendo bastante. O museu cultural guarda, conserva, expõe e preserva a memória da Imprensa Nacional e da imprensa brasileira, desde sua inauguração em 13 de maio de 1988. Plantado nos jardins da Imprensa Nacional, seu prédio possui 680 metros quadrados, onde se encontram cerca de 550 peças e documentos raros, e alguns únicos, como é o caso do primeiro clichê produzido no Brasil, a Planta da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, de 1808, a mais antiga do acervo. O Museu recebe visitantes do Brasil e do exterior, atraídos por peças de inestimável valor histórico como o Prelo Machado de Assis, de origem inglesa, fabricado em 1833. Destacam-se duas rotativas Marinoni, de origem francesa: a Leopoldo de Bulhões, de 1904, e a Vicente Ráo, que imprimiu o primeiro Diário Oficial em Brasília, em 1960. Há, também, o Teclado Perfurador Monotipo Joana França Stockemeyer, no qual trabalhou a primeira mulher a ingressar no serviço público no Brasil em 1892. E, ainda, outros instrumentos utilizados em artes gráficas, a exemplo de brasões, florões, mobiliários, quadros. Diários oficiais históricos completam o acervo — o de 14 de maio de 1888, que publicou a Lei nº 3.353, de 13 de maio daquele ano, declarando extinta a escravidão no Brasil, e o de 16 de novembro de 1889, que publicou a Proclamação da República. Bom, como o meu segundo grau foi Técnico em Artes Gráficas, não podia deixar passar batido, aproveito pra homenagear meus grandes amigos e parceiros @gufariacarvalho e @remfaria da @graficamovimento 😘😘😘 #diadaindustriagrafica #gutemberg https://www.instagram.com/p/CQhN4xeMaAU/?utm_medium=tumblr
Esse livro conta a história de Jeff Winston, um jornalista de 43 anos, que morre de ataque cardíaco (calma, isso não é spoiler, acontece na primeira página) e logo em seguida acorda com 18 anos exatamente onde estaria naquela época. Jeff revive toda a sua vida, dessa vez aproveitando novas oportunidades, até que ele morre de novo. A história é um ciclo, aparentemente eterno, onde o principal tenta descobrir o que está acontecendo e decidindo se vive uma vida diferente ou tenta seguir os seus primeiros passos.
Tive uma leitura um pouco complicada com esse livro, pois a princípio comecei a lê-lo em 2016, mas ele não andava e acabei desistindo na página 100. Mês passado eu fiquei sem ter o que ler e resolvi dar outra chance para Revivente, dessa vez já sabendo o que esperar. Continuei achando o início cansativo, mas persisti e quando cheguei na metade as coisas pareceram começar a andar. Por um tempo o livro ficou muito bom e intrigante, mas logo depois voltou à monotonia.
Resumindo: é um livro adulto com várias reflexões, mas aí é que está o problema, não me dou muito bem com esse tipo de história. Quando escolho uma leitura a primeira coisa que eu quero é que no final o autor me dê uma explicação plausível do que está acontecendo, por isso que o livro não me agradou tanto. Espero que quem for ler esteja ciente do que encontrará, e que esse não é um livro ruim, só não era meu estilo. Obrigada por lerem :)
Olá meninas, hoje estou aqui para mostrar para vocês as minhas últimas comprinhas de livros Kkkkkkkkkkkkkkk.
Obs: Todos que comprei foram na Amazon.
1. Jantar Secreto do Raphael Montes
Me recuso falar uma palavra se quer deste livro pois já li e tem resenha aqui no Blog, é só clicar aqui para ler.
2. Dias Perfeitos também do Raphael Montes
Depois de ver muitos elogios de Jantar Secreto, providenciei logo estes dois livros do autor, sem mesmo ler as sinopses direito.
Sinopse:
Téo é um solitário estudante de medicina que divide seu tempo entre cuidar da mãe paraplégica e examinar cadáveres nas aulas de anatomia. Durante uma festa, ele conhece Clarice, uma jovem de espírito livre que sonha tornar-se roteirista de cinema. Ela está escrevendo um road movie sobre três amigas que viajam em busca de novas experiências. Obcecado por Clarice, Téo quer dissecar a rebeldia daquela menina. Começa, então, uma aproximação doentia que o leva a tomar uma atitude extrema. Passando por cenários oníricos, que incluem um chalé em Teresópolis e uma praia deserta em Ilha Grande, o casal estabelece uma rotina insólita, repleta de tortura psicológica e sordidez. O efeito é perturbador. Téo fala com calma, planeja os atos com frieza e justifica suas atitudes com uma lógica impecável. A capacidade do autor de explorar uma psique doentia é impressionante – e o mergulho psicológico não impede que o livro siga um ritmo eletrizante, repleto de surpresas, digno dos melhores thrillers da atualidade. Dias perfeitos é uma história de amor, sequestro e obsessão. Capaz de manter os personagens em tensão permanente e pródigo em diálogos afiados, Raphael Montes reafirma sua vocação para o suspense e se consolida como um grande talento da nova literatura nacional.
3. E Não Sobrou Nenhum da Agatha Christie
Já li dois livros dela. Primeiro Morte no Nilo e depois Assassinato no Expresso do Oriente, gostei bastante da escrita e do seu estilo e depois de ver está sinopse não deu para resistir.
Uma ilha misteriosa, um poema infantil, dez soldadinhos de porcelana e muito suspense são os ingredientes com que Agatha Christie constrói seu romance mais importante. Na ilha do Soldado, antiga propriedade de um milionário norte-americano, dez pessoas sem nenhuma ligação aparente são confrontadas por uma voz misteriosa com fatos marcantes de seus passados.
Convidados pelo misterioso mr. Owen, nenhum dos presentes tem muita certeza de por que estão ali, a despeito de conjecturas pouco convincentes que os leva a crer que passariam um agradável período de descanso em mordomia. Entretanto, já na primeira noite, o mistério e o suspense se abatem sobre eles e, num instante, todos são suspeitos, todos são vítimas e todos são culpados.
É neste clima de tensão e desconforto que as mortes inexplicáveis começam e, sem comunicação com o continente devido a uma forte tempestade, a estadia transforma-se em um pesadelo. Todos se perguntam: quem é o misterioso anfitrião, mr. Owen? Existe mais alguém na ilha? O assassino pode ser um dos convidados? Que mente ardilosa teria preparado um crime tão complexo? E, sobretudo, por quê?
4. Dois Garotos se Beijando do David Levithan
O Torneio MLV (clique aqui e leia a minha TBR para o torneio) estava chegando e eu não tinha nenhum livro para ler para o desafio do Vitor Martins (um livro com um protagonista LBGT), então comprei este.
Baseado em fatos reais e em parte narrado por uma geração que morreu em decorrência da Aids, o livro segue os passos de Harry e Craig, dois jovens de 17 anos que estão prestes a participar de um desafio: 32 horas se beijando para figurar no Livro dos Recordes. Enquanto tentam cumprir sua meta — e quebrar alguns tabus —, os dois chamam a atenção de outros jovens que também precisam lidar com questões universais como amor, identidade e a sensação de pertencer.
5. Garoto encontra Garoto também do David Levithan
Na vibe arco-íris aproveitei e peguei ele também kkk.
Sinopse:
Nesta mais que uma comédia romântica, Paul estuda em uma escola nada convencional. Líderes de torcida andam de moto, a rainha do baile é uma quarterback drag queen, e a aliança entre gays e héteros ajudou os garotos héteros a aprenderem a dançar. Paul conhece Noah, o cara dos seus sonhos, mas estraga tudo de forma espetacular. E agora precisa vencer alguns desafios antes de reconquistá-lo: ajudar seu melhor amigo a lidar com os pais ultrarreligiosos que desaprovam sua orientação sexual, lidar com o fato de a sua melhor amiga estar namorando o maior babaca da escola... E, enfim, acreditar no amor o bastante para recuperar Noah!
6. Exorcismos, amores e uma dose de Blues do Eric Novello
Já este comprei por causa da vibe nacional que estava por causa dos livros do Raphael, e como já ouvia elogios do livro, comprei também.
Em uma cidade como Libertá, quem falha dificilmente consegue uma segunda chance. Por isso, é com um misto de excitação e desconfiança que Tiago Boanerges recebe a visita de seu antigo supervisor. Exorcista experiente, foi demitido do Conselho de Hórus – organização responsável por investigar o comportamento de seres sobrenaturais – após fracassar em uma missão. A proposta é atraente: concluir o trabalho para o qual foi designado e alcançar a redenção. Mas o preço é alto, pois terá de se aproximar novamente de um antigo amor, que não só lhe custou a carreira, como seu próprio coração. Em um cenário noir em que blues e fumaça permeiam um submundo de seres fantásticos, ele sai em busca da musa que arruinou sua vida. Mas antes precisará exorcizar seus próprios fantasmas se não quiser falhar mais uma vez e ver sua vida destruída para sempre.
7. Carry on da Rainbow Rowell
Depois de ler Fangirl, me apaixonei pela escrita da Rainbow e quis ler logo tudo o que ela já escreveu. E ainda veio a vibe arco-íris, aí não deu né.
Sinopse:
Simon Snow é um bruxo que estuda numa escola de magia na Inglaterra. Profecias dizem que ele é o Escolhido. Você pode até estar pensando que já conhece uma história parecida. O que você não sabe é que Simon Snow é o pior Escolhido que alguém já escolheu.
Poderosíssimo, mas desastroso a ponto de não conseguir controlar sequer sua própria varinha, Simon está tendo um ano difícil na Escola de Magia de Watford. Seu mentor o evita, sua namorada termina com ele e uma entidade sinistra ronda por aí usando seu rosto. Para piorar, seu antagonista e colega de quarto, Baz, está desaparecido, provavelmente maquinando algum plano insano a fim de derrotá-lo.
Carry On é uma história de fantasma, de amor e de mistério. Tem todos os beijos e diálogos que se pode esperar de uma história de Rainbow Rowell, mas com muito, muito mais monstros.
8. Eleanor & Park também da Rainbow Rowell
Como já disse, quero ler todos os seus livros e este é o que vejo mais crítcas boas de todos.
Sinopse:
Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.
9. Mr. Mercedes do Stephen King
Já tem algum tempo que quero começar a ler os livros deste autor, e como sou muito cagão com terror resolvi começar por este, que pelo o que ouvi falar sai um pouco deste gênero.
Sinopse:
Nas frigidas madrugadas, em uma angustiante cidade do Centro-Oeste, centenas de pessoas desempregadas estão na fila para uma vaga numa feira de empregos. Sem qualquer aviso um motorista solitário irrompe no meio da multidão em um Mercedes roubado, atropelando os inocentes, dando ré e voltando a atropelá-los. Oito pessoas são mortas, quinze feridos.
Em outra parte da cidade, meses mais tarde, um policial aposentado chamado Bill Hodges é ainda assombrado por um crime sem solução. Quando ele recebe uma carta enlouquecida de alguém que se auto-identifica como privilegiado e ameaça um ataque ainda mais diabólico, Hodges acorda de sua deprimente e vaga aposentadoria, empenhado em evitar outra tragédia.
Brady Hartfield vive com sua mãe alcoólatra na casa onde ele nasceu. Ele adorou a sensação de morte sob as rodas da Mercedes, e ele quer aquela corrida de novo. Apenas Bill Hodges, com um par de aliados altamente improváveis, pode prender o assassino antes que ele ataque novamente. E eles não têm tempo a perder, porque na próxima missão de Brady, se for bem sucedido, vai matar ou mutilar milhares.
Mr. Mercedes é uma guerra entre o bem e o mau, do mestre do suspense, cuja visão sobre a mente deste obcecado assassino insano é arrepiante e inesquecível.
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Se volete che leggiamo le frasi intelligenti e piene di significato che scrivete nei sottotitoli dei vostri blog (che è un po' un modo per presentarsi, no?) perché non usate dei colori che si leggono bene, invece di quei cazzo di accostamenti che sembrano i test per il daltonismo?
Tipo nero su bianco, che poi è il modo di scrivere col quale la cultura umana si grandemente evoluta specialmente da Gutenberg in poi.