sento-me para meditar imerso numa metáfora de luz e sombra.
contato a dificuldade inicial: o espaço encoberto de céu e terra e fascinação.
sento-me comigo mesmo. o rio de faz-de-conta é o meu olhar.
adentro o perigo com o corpo, um fio de ariadne que respira. renasço vez após vez.
coleciono o que não muda na paisagem de conteúdos evanescentes.












