Teste da Plumbata , Arma que Aterrorizava os Inimigos de Roma
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Teste da Plumbata , Arma que Aterrorizava os Inimigos de Roma
Steel Rats trailer da hitória
Steel Rats trailer da hitória
A Tate Multimedia lançou um novo trailer para Steel Rats , seu próximo jogo de ação arcade 2.5D que combina combate a motos.
Aqui está uma visão geral do trailer, via Tate Multimedia:
Notícias de última hora da Coastal City, como uma invasão alienígena por uma espécie misteriosa e mortal de Junkbots já começou. A destemida repórter Veronica Vance está no terreno trazendo os primeiros detalhes de…
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Procure ancorar-se na realidade, pense no livro que leu, um romance histórico - pense em uma jovem heroína, com quem se identifique, e deixe que apenas uma parcela mínima de sua mente se ocupe com a realidade.
Ise nчə
8 anos (parte 1)
Eu não quero ir.
Um acampamento de verão! Estúpido! Sem sentido! Idiota!
Por que eu preciso ir a um acampamento cheio de crianças felizes quando eu estava triste? Por que eu não podia ficar em casa e chorar?
Sinto falta de minha mãe e do meu irmão e havia a dor... tanta dor, parecia que não passaria nunca....(Mas, passou)
1 mês antes eu estaria agindo diferente, animado com a perspectiva de ir ao tal acampamento, na verdade eu estava bem animado com isso antes de ocorrer o acidente...
Minha mãe morreu na hora, meu irmão ainda ficou na UTI por seis dias, até que não aguentou e se juntou a ela...e agora eu estou indo a um acampamento que iria junto com meu irmão.
Impossível...
Balancei a cabeça para afastar os pensamentos, abri meu livro favorito para ler, mas eu simplesmente não me concentrava.
O motorista parecia impaciente e insatisfeito em ter que cruzar uma viagem de duas horas desde minha casa ao tal lugar que eu deveria passar por 3 meses! E ainda segundo meu pai, deveria me divertir.
Tá bom...como se fosse possível...
Quando chegasse lá eu tinha um plano, não falaria com ninguém nem participaria de nada. Assim, talvez me enviassem para casa...
Mas, naquele momento no carro eu não sabia que conheceria ele...Guilherme.
Capítulo 30.
As semanas se passaram, levando consigo os meses. Talvez estava tudo acontecendo tão rápido pelo fato de eu não ter parado um minuto. Quando não estava em alguma rádio ou emissora de televisão, estava fazendo show. E quando não estava no palco, corria em São Paulo para reuniões sobre o meu primeiro DVD. Tudo estava ficando do jeitinho que eu imaginava, às vezes até conseguiam superar minhas expectativas, o que me deixava imensamente feliz.
Toda aquela correria me fazia sentir completo. Todos os dias eu conversava com Giovanna, e ela até ajudava em algumas partes sobre o DVD, principalmente quando tinha que decidir algo, já que eu nunca conseguia fazer isso sozinho.
Finalmente a semana da gravação havia chego, e minha ansiedade estava a mil. 3 dias me separavam daquele sonho.
Tirei um dia de folga em Londrina para resolver os últimos detalhes, quando Rober entrou em minha sala, no escritório, acompanhado do meu pai. E digamos que a cara que faziam não era nem um pouco boa.
- Manda a bomba. – falei.
- Temos um grande problema que infelizmente não há nada que possa ser feito. – meu pai começou. – A previsão do tempo em Campo Grande está marcando fortes chuvas pra sábado. – engoli seco, sem saber o que pensar..
- E agora, pai? - o desespero começava a tomar conta de mim.
- O tempo só começa a melhorar a partir de segunda-feira. Pensamos então em mudar a data pra terça.
- A divulgação toda indica que a gravação vai ser no sábado. Como vamos mudar pra uma terça feira, cara? – passei a mão violentamente em meu cabelo, tentando achar uma solução. – Simplesmente não vai aparecer ninguém.
- Não fala besteira, boi. Olha a multidão que você carrega em todo o lugar que passa. Aquele Parque de Exposições vai ferver de gente!
- Assim eu espero. – respirei fundo. – Não tem o que fazer, né?
- Não filho. Ou mudamos a data, ou é arriscar chegar lá no sábado e estar caindo o mundo. O que você prefere?
- Beleza então. – peguei minha carteira e meus óculos que estavam em cima da mesa. – Vou dar uma volta, ta? – eles concordaram e eu deixei a sala.
Fiquei circulando por Londrina um bom tempo, mas nada me fazia relaxar. Até que uma única pessoa me veio à cabeça. Havia marcado de jantarmos juntos, mas não aguentaria esperar até de noite. Sem me dar conta, já estacionava o carro em frente a sua casa.
Giovanna abriu a porta de pijama, com a maior cara de sono do mundo. Presenciar aquela cena me fez esquecer de todos os medos que rondavam minha cabeça. Assim que ela se deu conta do que estava acontecendo, arregalou os olhos e pulou em meu colo, me abraçando fortemente.
- Como você ousa ficar tanto tempo assim longe de mim? – entrei pra dentro de sua casa com ela agarrada em meu pescoço, me fazendo rir baixo.
- Tudo que eu mais queria era estar com você. – dei uma olhada na sala, vendo se tinha alguém ali e depositei um selinho demorado em seus lábios. Ela pulou do meu colo, me repreendendo e apontando pra cima, avisando que não estava sozinha em casa. – Eu sei que marcamos de nos ver de noite, mas eu não aguentei ficar mais dentro daquele escritório. – ela me encarou, confusa. – Vamos ter que mudar o dia da gravação, Gi. – falei, cabisbaixo.
- Mas por quê? – o descontentamento também estava presente em sua voz. – Vem, vamos lá pra cima.
- Porque o tempo em Campo Grande ta complicado, ta chovendo desde ontem e a tendência é só piorar. – me joguei em sua cama, sentindo seu perfume gostoso invadir meu nariz. – E só tem previsão de mudança a partir de segunda-feira. Então resolvemos mudar a data pra terça.
- Que saco! – ela bufou, sentando-se ao meu lado. – Mas Lu, tenho certeza que isso não vai influenciar em nada em questão de público.
- Como não, Gi? Tava marcado pra um sábado! Agora imagina quem vai aparecer num show numa terça-feira, tendo que trabalhar ou estudar, no dia seguinte? Ninguém! – respirei fundo, sentindo o desespero voltar.
- Como ninguém? Você esqueceu que suas fãs são loucas? Que arrastam multidões, viajam horas, só pra te ver? Eu tenho certeza absoluta que se Deus deu um jeito de mudar essa data, é porque tem planos muito melhores pra esse dia. Você só tem que acreditar, Luan. – ela fez um carinho em meu rosto, deitando sua cabeça em meu peito. – Você não pode desanimar por causa do primeiro obstáculo! Tudo que você planejou, até agora, deu certo. – concordei, escutando-a. – Agora é só rezar para as coisas continuarem dando certo. Deus escreve certo por linhas tortas.
- Eu juro que não sei o que seria da minha vida sem você, cara. – depositei um beijo em sua testa. – Você é a pessoa mais incrível que eu conheço. Não menti quando disse que era meu porto seguro. – Ela sorriu e se aproximou, e então eu entendi aquilo como um sinal verde para beijá-la.
Comecei mordiscando lentamente seu lábio inferior, enquanto ela subia mais o corpo, levando suas duas mãos até minha nuca. Iniciei um beijo calmo, porém cheio de significados. Nossas línguas se entrelaçavam, traduzindo toda a saudade que sentíamos um pelo outro. Segurei firme em sua cintura, apertando-a de leve, sentindo Giovanna suspirar entre o beijo. Senti suas unhas arranharem de leve minha nuca, fazendo meu corpo inteiro se acender. Ela mordeu meu lábio inferior e ajeitou seu corpo em cima do meu, fazendo minha vontade de tê-la aumentar. Segurei sua cabeça com uma mão, puxando-a pra mais perto de mim, e fui obrigado a parar o beijo com selinhos.
- Vamos parar por aqui, ok? – ela concordou, tentando regularizar sua respiração. Encarar Giovanna com a boca toda vermelha, os lábios extremamente inchados e os cabelos bagunçados era uma imagem que eu gostaria de guardar pra sempre na memória.
- Para de me olhar assim. Ta parecendo aqueles velhos tarados! – gargalhei, beijando sua testa e fazendo-a se aconchegar em meu peito novamente.
- Você não existe, Gica. Definitivamente, não existe.
Parece coisa de louco. A pessoa que você ama está ali, do seu lado, e você já está chorando de saudade dela porque sabe que em poucos minutos ela vai ter que ir embora e ficar um tempo afastada.
Ela queria se jogar em seus braços e ouvir dele que tudo ia ficar bem.
Promessa de Sangue
Alma - Rodrigo Blaas (PIXAR)