Very disappointed to say they YEL aka Hyemi of Fiestar had a solo comeback today. Finally listened to the song which was fine I guess but the MV was entirely AI slop....girl... 💀 So so bad...
✦ Nome do personagem: Go Hyemi.
✦ Faceclaim e função: Bae Suzy - Atriz.
✦ Data de nascimento: 21/11/1994.
✦ Idade: 30 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreana.
✦ Qualidades: Sincera, atenciosa e tolerante.
✦ Defeitos: Desatenta, impaciente e impulsiva.
✦ Moradia: Asphodel Meadows.
✦ Ocupação: Proprietária da Persephone's Petals.
✦ Bluesky: @AM94GH
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, HOSTILITY, ROMANCE, SMUT.
✦ Char como condômino: Hyemi é uma vizinha alegre, gentil e sempre disposta a ajudar quem está por perto. É bem fácil se aproximar dela, principalmente por ser uma companhia para todas as horas.
TW's na bio: menção a distúrbio de ansiedade.
Biografia:
A protagonista de uma história nada empolgante, é exatamente assim que Go Hyemi se apresenta. Ter crescido em um ambiente tradicional em que certas obrigações eram passadas de geração em geração talvez tenha sido uma grande falta de sorte dela, mesmo que compreendesse que ter uma vida estável e segura significasse algo bom. A família Go era natural de Itaewon, tendo o objetivo de expandir seus negócios no ramo da advocacia para outros lugares, estavam em muitas posições de poder no país. Eram grandes conselheiros de empresas importantes e se viam inseridos até mesmo no governo coreano, tinham um sobrenome de prestígio que era sempre mantido pela incessante busca pela excelência.
Teimosias e questionamentos não eram permitidos dentro da enorme mansão que parecia tão vazia quando Hyemi passava boa parte de seu tempo sozinha no quartinho de brinquedos. Parece até clichê dizer que ela sentia falta de um carinho ao invés de brinquedos e mimos, mas essa era a verdade: boa parte de sua criação foi terminada nas mãos das babás carinhosas que ofereciam afeto, colo quentinho e que contavam histórias que a faziam sonhar em um dia poder andar com os próprios pés. Foi mais ou menos na idade de seis anos que, a até então filha única, começou a chamar uma certa atenção por cantar pelos cantos da casa. Tinha uma voz infantil, porém afinadíssima, que vivia cantarolando e ecoando pelos cantos da casa.
Nem mesmo ganhar os concursos de canto na escola, nas disputas entre outros colégios ou ser uma excelente aluna parecia chamar atenção de sua família. Sua mãe parecia fechar os olhos para seus sonhos e com seu pai, não havia conversa. Go Hyemi parecia ter sido feita para ser a mais nova advogada da família, feita para assumir uma posição de poder quando a data certa chegasse. Vivendo então uma vida infeliz, cheia de desafios e sonhos não realizados, foi levada a abandonar seu sonho de ser cantora pela pressão familiar que entendiam que essa não era uma profissão “segura”, viam a arte como um caminho incerto e arriscado em demasia.
E por abrir mão de suas vontades, Hyemi acabou entrando com muitas honras no curso de Direito na SNU, assim como todos os outros membros de sua família – como era de se esperar. A vida dela era exatamente assim, fazendo tudo que esperavam de si e deixando de lado o que realmente queria em nome de agradar as pessoas à sua volta. Terminou a graduação e chegou a exercer dois anos da profissão de advogada como lhe era esperado, mas obviamente não deu certo e desenvolveu um quadro crônico de ansiedade que despertou a atenção de seus pais que perceberam o mal que estavam fazendo. Ao desistir, soube que haveria de andar com os próprios pés. Ter juntado uma quantia monetária considerável para se manter bem, decidiu primeiramente se mudar para um condomínio conceituado em Gangnam. O local significava para si novas possibilidades e não muito tempo depois de estar ali, estudou suas opções e decidiu se tornar a proprietária da floricultura que havia dentro do próprio condomínio.
No começo não foi fácil por não ter muita familiaridade com cargos tão importantes, então teria de contar com suas noções de administração para fazer daquele lugar uma forma de expressar sua criatividade, encontrar um propósito e se sentir realizada de algum modo. Apesar dos desafios diários, a floricultura se tornou um espaço de refúgio para Hyemi, assim como seu novo lar. Ao gerenciar o local e estar em contato direto com uma parte direta da natureza, consegue sentir um pouco da alegria que a música costumava lhe trazer e que atualmente é apenas a lembrança de uma época boa.