Se sente estremecer, o tropel do povo rebelde.
Opondo à fleuma passiva, subserviente alienada, inerte e conivente.
Quetionando a calmaria condicionada, pela zaragata consciente.
Sublevados, buliçosos, insubmissos, insurgentes, inconformistas.
Rompendo com o estabelecido, negando à imposição, a coação moral e a hierarquia.
Lutando pela revolução.Convictos do ideal da anarquia!
Pela igualdade e pela emancipação.Lutando contra tirania!
Contra escroques, boçais, parasitas que exploram, dominam e lucram que estão no poder.
Contra toda autoridade e todas as formas de opressão.
Nem deuses, chefes, líderes.Nem estado nem pátria nem patrão!
Contra apatia, intolerância, e discriminação.
Nem opresores, nem oprimidos!
Pela revolução social, horizontalidade social, harmonia e solidariedade.
Fonte: Centro de Mídia Independente - CMI
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“Quanto mais o homem se torna consciente, através da reflexão, da sua condição servil, quanto mais ele se indigna com ela, mais o espírito anarquista da liberdade se aviva dentro dele. Esta é uma verdade dentro de cada homem e de cada mulher, mesmo que talvez eles nunca tenham ouvido antes a palavra “anarquismo.” [Nestor Makhno]
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