• Oi gente, eu sei que tem séculos que não posto nada, apesar de estar sempre por aqui. No momento, estou focando na maratona da 1d, mas logo logo volto a postar aqui com mais frequência;
• Esse imagine não é um pedido, porque ainda não tem pedido com o Payno na ask. Então, essa ideia veio de madrugada e eu só escrevi;
• Espero que gostem, não esqueçam do feedback.
— Eu realmente gostaria de passar o dia com você amanhã, mas, prometi a Molly, que faríamos algo legal. — Me aconcheguei entre os travesseiros, enquanto conversava por ligação, com meu namorado.
— Estou com saudades, babe. — Sua voz soou manhosa, e logo uma risada leve soprou em meus ouvidos. — Eu entendo, ela deve sentir sua falta, afinal, ela ficou quinze dias com o pai, certo?
— Sim. — Murmurei. — Ela nunca ficou tantos dias longe de mim. E quando a vi hoje, tive certeza que ela ficou uns dois centímetros mais alta. — Um bico se formou em meus lábios.
A gargalhada alta de Liam ecoou, causando vibrações no celular. — Eu poderia dizer que você está exagerando, mas me sinto exatamente assim, quando fico alguns dias sem ver o Bear.
— E você conseguiu vê-lo hoje?
— Consegui, e acho que ele também cresceu dois centímetros. — Riu. — Ele está tão esperto, acredita que a primeira coisa que ele fez quando me viu, foi pedir pra eu fazer biscoitos pra ele? — O tom engraçado da sua voz, me fez rir. — Eu estava esperando uma recepção com vários abraços e beijos.
— Bom, eu não posso julgá-lo. Lembra de quando você cozinhou no nosso terceiro encontro?
— E que você comeu praticamente a pizza toda?
— Eu nunca faria isso, logo no terceiro encontro, mas, estava muito gostosa. — Passo a língua entre os lábios, ùmidecendo. — Me deu até água na boca.
— Eu posso fazer uma especialmente para minha linda namorada. — Propôs. — O que acha? Amanhã à noite, você está livre?
— Eu acho que não. — Resmunguei. — Eu prometi a Molly que a levaria ao parque e, quando ela vai lá, não quer ir embora.
— Marcamos outro dia, então, hum?
— Eu tava pensando. — Mordisquei a unha do polegar. — Que se você topasse, poderia ir conosco. O que acha?— Viro de bruços, me apoiando no cotovelo.
Em questão de segundos, a insegurança me afligiu, questionando-me se aquela foi uma boa hora, pra convidá-lo para um passeio em família.
O nosso relacionamento já ultrapassava o oitavo mês de namoro, no entanto, ainda não havíamos sido oficialmente apresentados para nossos familiares, ou ao menos tocado no assunto.
— Talvez eu tenha me precipitado um pouco. — Me atrevi, segundos depois de lhe que questionar. — Eu lembro que combinamos, que iríamos com calma e, eu não quero te obrigar a nada, tá legal?! — Proferi rapidamente. — Foi só um convite bobo, não precisa levar em consideração. — Deitei de costas na cama novamente, e cocei a testa. — Agora você está me deixando nervosa com esse silêncio. — Soltei uma risadinha.
— Você me dispensou, antes mesmo que eu pudesse responder? — Perguntou divertido.
— Bem, eu achei que você não aceitaria, você ficou quieto.
— Porquê você não parava de tagarelar. — Seu riso fraco, me fez rir também. — E se eu te dissesse que eu venho pensando nisso tem um tempinho?
— Pensando em quê? — Questionei curiosa.
— Em conhecer sua família. — Declarou. — O que você me diz?
— Então, isso é um sim? — Ele murmurou em concordância. — Você poderia trazer o Bear para brincar, a Molly vai adorá-lo. Ela ama crianças pequenas, mesmo que ela seja quase três anos mais velha que ele.
— Amor? — Me interrompeu. — Sua mãe não acharia estranho, estarmos namorando e ela não saber de nada ainda?
— Minha mãe já sabe de nós tem alguns meses. Ela viu uma foto sua, e você sabe como as mães são.
— Sei, sei sim. — Concordou risonho. — Ela viu a minha foto de perfil do whatsapp? Eu fiquei tão bonito naquela foto.
— Não, amor.
— Então, foi aquela foto que estou com uma camisa preta? — Tentou adivinhar, novamente.
— Também não, amor.
— Qual foi a foto? — Seu tom de voz tinha um misto de curiosidade.
— Aquela nossa, que tiramos logo que você me pediu em namoro. — Respondi tentando reprimir o riso.
— S/n.— Protestou. — Eu não gosto daquela foto. — Choramingou.
— A minha mãe te achou um fofo. — Falei entre risadas.
— Fala sério! Eu tô parecendo um bobo, por quê ficamos assim quando estamos apaixonados?
Gargalhei um pouco alto, e coloquei a na boca para abafar o riso. — Amor, eu acho que já vou dormir, senão vou acordar a casa toda.
— Tudo bem, babe. Te vejo amanhã. — Despediu-se.
— Até amanhã. Te adoro.
— Eu também te adoro.
Kaa












