PEPECA do Acordeon - Jeff Catraca Dona Benta - J Macedo - Flor dos Pamp...
seen from United States
seen from Russia

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Russia

seen from Germany
seen from United States
seen from China
seen from Uruguay
seen from Malaysia
seen from Türkiye
seen from United States

seen from United States
seen from China
seen from China
seen from China
seen from China
seen from United States

seen from Malaysia
PEPECA do Acordeon - Jeff Catraca Dona Benta - J Macedo - Flor dos Pamp...
Hoje não é #TBT , mas a saudade bateu e o amor floresceu... Hoje é dia do Sorriso sem máscara 😷 ! #jmacedo #saudades #amizade #tempobom #saudade #tbt #brasil #amor #brazil #love #riodejaneiro #vida #felicidade #travel #instagood #saopaulo #bomdia #insta #trip #saude #foco #boanoite #photography #terapia #psicologa #saudemental (em Risos) https://www.instagram.com/p/CN4xBJgl1ET/?igshid=h7pxh2hqm8m3
Alimentos: J.Macêdo mira padarias e atacadistas
A cearense J.Macêdo e a americana Bunge, que durante oito anos foram parceiras na venda de produtos de panificação, serão concorrentes a partir de 1º de março. O mercado de farinha para consumo doméstico encolhe há alguns anos, e a J.Macêdo - líder no setor, com as marcas Dona Benta e Sol - perde participação. Agora, a J.Macêdo vai mudar o foco e passa a apostar na alimentação fora do lar ("food service"). A panificação é o primeiro passo desse novo momento da companhia, conforme antecipou ontem o Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor. A J. Macêdo investe R$ 10 milhões no projeto de panificação. A verba saiu do caixa, uma parte foi contabilizada no orçamento de 2012 e outra neste ano. A meta é que a venda de farinhas para o "food service" corresponda a 10% do volume de vendas já em 2013. Para isso, a J.Macêdo treina uma nova equipe de 40 pessoas, entre vendedores e técnicos, que ensinam padeiros a manusear seus produtos. As ações começaram com 30 produtos (farinhas e misturas para pães e bolos) para os mercados das regiões Norte e Nordeste. O objetivo é estar em 3 mil pontos de venda no primeiro ano, principalmente padarias e atacadistas. A J.Macêdo não vai entrar em uma área desconhecida. A panificação já foi seu principal negócio, área em que atuou de 1952 e 2004, até o acordo com a Bunge. Em 2004, a J.Macêdo tinha seis produtos para panificação, que representavam 60% do volume vendido. O contrato de compartilhamento de linhas de produção ("Consórcio Trigo Brasil"), assinado em 2004, impediu a concorrência entre as empresas, uma vez que a J.Macêdo fornecia farinha para a Bunge usar em panificação e vender para o "food service", e a Bunge produzia farinha de trigo para consumo doméstico, que a J.Macêdo vendia ao consumidor, além de massas e biscoitos. Agora, a J.Macêdo vai disputar com a Bunge espaço no mercado de panificação, que faturou R$ 63 bilhões em 2011 e cresceu 11,9% no ano, segundo a Associação Brasileira da Indústria da Panificação e Confeitaria (Abip). O movimento faz parte da estratégia da J.Macêdo para aumentar a rentabilidade em um setor concorrido e no qual as margens são apertadas. No balanço do 3º trimestre de 2012, o mais recente a ser divulgado, a J.Macêdo informou que perdeu participação de mercado em farinhas domésticas (de 26,6% para 25,4%) - seu principal produto, que corresponde a 40% da receita bruta -, sendo que o volume do mercado como um todo recuou 6,9%, em relação a 2011. A J.Macêdo também perdeu participação em outras duas categorias: massas - a segunda maior do portfólio, com 32% da receita bruta - e misturas para pães e bolos. A receita líquida no período foi de R$ 305 milhões, praticamente estagnada em relação a 2011 (0,7% maior). O faturamento da J.Macêdo em 2011 foi de R$ 1,4 bilhão. "A parceria estava restringindo, ao invés de ampliar as possibilidades", diz o presidente da J. Macêdo, Enrique Ussher. Segundo ele, algumas tendências de consumo se desenham no país - como o crescimento da alimentação fora do lar e a demanda por produtos de maior praticidade e valor agregado -, e esse novo cenário levou as empresas a caminhos diferentes. Fornecer a linha de produtos de panificação é o primeira fase da estratégia da J.Macêdo. "No futuro poderemos criar novos produtos, feitos a quatro mãos, com donos de padarias", diz Ussher. "A padaria está se tornando um negócio bem mais importante e amplo", diz o recém-empossado diretor de negócios de panificação e trigo, Irineu Pedrollo, executivo da J.Macêdo há 20 anos. Procurada, a Bunge não atendeu o pedido de entrevista feito pela reportagem para comentar a entrada da J.Macêdo na panificação. Mas em julho de 2012, semanas depois de as duas empresas divulgarem que a parceria iria terminar, o vice-presidente de alimentos da Bunge Brasil, Gilberto Tomazoni, disse ao Valor que a meta da multinacional era aumentar a participação dos derivados de trigo nas vendas totais, focar em produtos de maior valor agregado e analisar potenciais aquisições.