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Jumunjin Beach Breakwater – The Famous Goblin Scarf Scene
One of the most iconic locations in Goblin is none other than Jumunjin Beach. This is where Kim Go Eun's character meets Gong Yoo for the first time in that unforgettable scarf scene. With the wind blowing and the ocean stretching out behind, it’s no wonder this location became such a pilgrimage spot for fans. I remember standing there, imagining the powerful emotions of that moment. If you’re visiting Korea, this spot is a must!
@wgs_jyg
FACECLAIM: Kim Hongjoong (ATEEZ).
DATA DE NASCIMENTO E IDADE: 21 de julho de 1998 / 23 anos.
NACIONALIDADE: Coréia do Sul.
ETNIA: Coreano.
GÊNERO: Masculino.
ORIENTAÇÃO SEXUAL: Pansexual.
ATIVIDADE: Acompanhante no Lotus e Estudante de Administração na WUN.
LOCALIZAÇÃO: Jumunjin.
TEMAS DE INTERESSE: Angst; Crack; Fluff; General; Romance; Smut.
TRIGGERS: N/A.
OOC: Ela/dela.
PERSONALIDADE: Inicialmente, Jooyoung aparenta ser um rapaz fechado, sério e até mau-humorado; o que pode mesmo ser em boa parte do tempo - porém muda completamente durante o expediente, onde parece ser alguém muito diferente do "comum", por assim dizer: sorridente, levemente tagarela, solícito e cheio de elogios pra todos os lados. Costuma se mostrar um rapaz mais doce e gentil com quem é próximo dele. É apaixonado por música e pode ser facilmente encontrado na sacada do seu apartamento com o violão nas mãos e uma xícara de café ao lado, talvez com um sketchbook, porque adora desenhar tudo que considera minimamente interessante. Um dos maiores hobbies de Jooyoung é customizar as próprias roupas e acessórios. É comum que não se lembre das datas de aniversário dos parentes e amigos, sem contar que a probabilidade de ser atropelado por aí é alta porque atravessa a rua sem olhar para os lados caso aviste um filhotinho fofo passeando lá do outro lado da calçada (seu grande guilty pleasure é adorar bichinhos). Secretamente é o maior entusiasta de skinship que você irá conhecer, por mais que odeie demonstrar esse rolê aí.
JUSTIFICATIVA: Infelizmente, Bae Jooyoung não foi o resultado de uma união feliz e saudável – alguns casamentos arranjados até que dão certo, mas esse não foi o caso entre os pais do rapaz. Jooyoung não sabe os detalhes, apenas tem o conhecimento de que eles foram praticamente obrigados a contrair matrimônio ainda jovens, por conta da fortuna que era originada dos dois lados de sua família. Seus avôs eram sócios há décadas, os proprietários de uma grande construtora com base em Seoul, e não havia nada mais útil para eles do que dar continuidade àquela parceria de uma forma mais profunda. Os filhos foram a solução e, por mais que estes não nutrissem sentimentos românticos um pelo outro, o pequeno Jooyoung fez com que seu pai e sua mãe tivessem noção do que era ter uma família. E até do que diabos era o amor fraternal. Eles podiam não se amar verdadeiramente, mas com certeza amavam o filho.
Apesar de amado por seus pais, com certeza não era fácil viver de aparências. Jooyoung sempre odiou aquilo, lá do fundo da alma mesmo. Era horrível ver aquela farsa em eventos corporativos e até em festas de família: sua mãe e seu pai sorrindo, sempre juntos, falando sobre como se amavam e sobre como eram um casal abençoado. Aí o jantar acabava e cada um ia para o seu quarto, afinal, nem mesmo dormiam na mesma cama. Não é necessário dizer que Jooyoung odeia seus avôs por terem obrigado seus genitores a viverem daquela forma, até porque ele faz questão de deixar estampado na cara. Diferente de todos com quem o rapazinho convivia, ele não era nada bom em esconder quando algo não lhe agradava.
Os anos foram se passando, e Jooyoung parecia cada vez mais fechado dentro do seu casulo. Não suportava a falsidade dentro da sua família e até se meteu em algumas brigas com os avôs – e com seus pais, também. Principalmente por ter noção de que seria responsável pela construtora um dia, e precisava admitir que não conseguia se ver preso num escritório para o resto da vida. Parecia sufocante demais, mas infelizmente não podia jogar tudo para os ares. Foi obrigado a escolher administração na faculdade, e sabia que era impossível cursar outra coisa, pelo menos naquele momento. Como ainda era jovem, uma saída temporária surgiu em sua mente: não entraria em uma universidade em Seoul, mas poderia escolher algum outro lugar… e foi assim que lembrou da ilha bonita que havia visitado com alguns amigos meses antes da formatura no colégio: Wangshu. E isso lhe pareceu uma ótima opção.
PRESENTE: Foi graças a essa ideia mirabolante de ir estudar bem longe da família que Jooyoung saiu da casa dos pais e foi morar num pequeno apartamento na ilha de Wangshu, mais especificamente em Jumunjin, onde torcia para que finalmente tivesse um pouco de paz de espírito e, quem sabe, ser ele mesmo. Começou a trabalhar no Lotus como acompanhante e bartender (já estava acostumado a dormir poucas horas por dia, então não seria um problema trabalhar durante o período da noite e continuar acordado pós-expediente pra estudar), com a intenção de conhecer novas pessoas e para não depender 100% de sua família financeiramente. Havia sido acordado que seus pais pagariam sua faculdade, mas que Jooyoung tentaria se virar para cuidar da casa e se sustentar. Muito diferente das outras pessoas da família Bae, Jooyoung nunca foi muito apegado em ter vários carros caríssimos ou uma casa enorme cheia de empregados. Gostava de viajar, apenas, e por isso fez alguns intercâmbios no decorrer de sua adolescência.
DESEJOS: Não sabe muito sobre o que lhe aguarda no futuro e sinceramente Jooyoung não costuma passar muito tempo pensando no assunto, não, porque ele tem muito essa vibe de viver um dia de cada vez e sem preocupações excessivas. O futuro quase garantido é aquele onde vai acabar herdando os negócios da família, mas ainda se acha jovem demais para saber o que, de fato, quer fazer da vida. Só sabe mesmo que quer se formar logo na faculdade pra ninguém encher mais o saco, talvez criar raízes em Wangshu e não ir mais embora daquele lugar. Um local no qual Jooyoung sinta que pertença, quem sabe? Ele ainda tá procurando um sentido verdadeiro pra vida.
@wgs_xiaomakoto
FACECLAIM: Eli Xiao (@elixiao0704).
DATA DE NASCIMENTO E IDADE: 13 de Janeiro de 1991 / 30 anos.
NACIONALIDADE: Japão.
ETNIA: Chinesa.
GÊNERO: Feminino.
ORIENTAÇÃO SEXUAL: Lésbica.
ATIVIDADE: Sócia proprietária e tatuadora no Studio Godai.
LOCALIZAÇÃO: Jumunjin.
TEMAS DE INTERESSE: Angst; Crack; Fluff; General; Romance; Smut.
TRIGGERS: Suicídio, sapos.
OOC: Ela/dela.
PERSONALIDADE: Jeito peculiar de quem só morde e esquece de soprar? Depende, mais de você do que de mim, eu diria. Se eu for com a sua cara e você me parecer boa gente, vai ter todo o carinho do mundo. Não mexa nas minhas coisas. Não mexa com o meu trabalho. Não me irrite. E não, você não vai me chatear… Isso é quase impossível de acontecer. Quer ser meu amigo? Uma cerveja é um ótimo começo, mas nem ela vai te salvar se você se mostrar uma pessoa que não merece o meu tempo.
JUSTIFICATIVA: 1991, 23 de Janeiro, data do aparentemente nada desejado nascimento. Meus pais, de fato, não conheci. Cresci em um orfanato na China até os meus cinco anos de idade, pelo o que eu sei e me lembro. Wang, meu pai adotivo e a senhora Aiko, minha mãe adotiva, não podiam ter filhos. Minha mãe é estéril e os dois apaixonados sonhavam em ter uma criança desde o namoro, então… Foi questão de casarem e a ideia da adoção vir do senhor chinês na temporada em que eles passaram no país de origem dele para que a “princesinha” dos dois pombinhos fosse encontrada. Apesar de ser chinesa, nunca mais voltei para lá. Não tive uma infância tão complicada assim, parando pra pensar. Comida nunca faltou, os famosos mimos também não, mas... Sempre tem um famigerado mas, não é? O meu foi a tão desastrosa decepção desses dois seres que decidiram que eu simplesmente não era mais a preciosa filha pelo simples fato de que me viram beijando outra garota sabe-se lá que dia no bairro onde nós morávamos na época. Eu tinha dezessete anos. Era só uma adolescente na flor da idade que ficou de saco cheio de esconder certas coisas e ingenuamente também não pretendia ser pega. Fui expulsa, e as consequências disso vieram sem pedir permissão, licença e o que diabos mais poderia ter tido. Sempre amei desenhar e lembro até hoje de como foi incrível ver a primeira pessoa tatuada na minha frente quando eu tinha doze anos. Óbvio que o casal conservador nunca aprovou a minha “loucura” de me profissionalizar na área, então… Chegamos na velha história de males que vem pro bem. Dei um jeito de me virar. Arranjei um emprego simples numa loja de conveniências e em uma cafeteria, e me mantive nos dois empregos na época. Investi tudo o que pude das minhas economias fora os custos de vida em cursos e mais cursos e a maldita faculdade de medicina que sempre me pareceu uma burocracia ridícula, quase como proposital para desmotivar pessoas que tinham o mesmo sonho que eu na época e que escolhi agarrar com todas as minhas forças. Sabia que um dia eu ia acabar virando uma tatuadora, que alcançaria o meu objetivo e tudo era questão de tempo, paciência. Paciência… Com o passar dos anos, aprendi a ter até em excesso quando eu julgo ser necessário. Os resultados vieram e a vida seguiu nos seus traços estranhos e marcantes. Lembranças? Bom, faz anos que eu não vejo minha família mas ainda os amo e não desconsidero tudo o que me ensinaram. A questão é que o amor vive, fielmente, ao lado do ódio. O azar foi o deles em perder todo o orgulho que uma artista na família poderia gerar.
PRESENTE: Há três anos me mudei para Tsushima com uma das pessoas que eu mais amo, admiro e quero matar no mundo, vulgo, minha ex namorada, também sócia. Depois de várias reviravoltas, conseguimos colocar nosso maior sonho e loucura em prática. Eu já trabalhava como tatuadora, ajudei ela a seguir carreira. O Godai nasceu de uma ideia que por muitas vezes eu duvidei que fosse dar certo. E só não deu certo como fizemos dar certo duas vezes. Investimos todas nossas economias nisso e com muita luta, vieram os lucros e os frutos. Vir para Wangshu foi um passo enorme e desde o começo do ano, trabalhamos para que esse recomeço continue dando certo. Um novo espaço, um novo hostel que encontramos para reconstruir o estúdio e uma nova página do “Viver no Paraíso com a profissão que ama”. A ideia do hostel, que começou como uma necessidade para redução de custos, se tornou tão parte da alma do Godai como a sorte de terminar rodeadas por pessoas que compartilham dos mesmos interesses e querem que o resto se exploda. Apesar de ter uma certa referência no meio, obviamente, toda ajuda sempre foi e é mais do que bem vinda, assim como as portas que permanecem em aberto para cada um que só queira viver da própria arte em paz. Não imaginei que sairia do Japão em algum momento para viver mais perto de um lugar que eu sempre tive todos os motivos para querer conhecer, e nunca quis. Até que a nova casa parece ter seus encantos.
DESEJOS: Estabilidade sempre foi uma boa palavra. Ao menos financeiramente falando. Tenho minhas vontades e muita coisa que eu ainda não consegui viver e fazer na vida, e claro, todo mundo precisa de dinheiro pra isso. Por muito tempo eu passei desejando e tendo em mente cada objetivo e hoje, acredito que estou no caminho certo. Não continuaria nessa caminhada se não tivesse tanta certeza. O ponto é que, no final das contas, o dinheiro fica em segundo plano e o caminho parece gostar de ter seus desvios, curvas e surpresas. Desejo que o Godai continue crescendo e não quero trilhar outro caminho senão esse, dia após dia.
@wgs_jia
FACECLAIM: Ji Xiansheng.
DATA DE NASCIMENTO E IDADE: 22 de Março de 1991 / 30 anos.
NACIONALIDADE: China.
ETNIA: Chinesa.
GÊNERO: Feminino.
ORIENTAÇÃO SEXUAL: Demissexual birromântica.
ATIVIDADE: Sócia-proprietária e tatuadora no Studio Godai.
LOCALIZAÇÃO: Jumunjin.
TEMAS DE INTERESSE: Angst; Crack; Fluff; General; Romance; Smut.
TRIGGERS: Pedofilia e zoofilia.
OOC: Ela/dela.
PERSONALIDADE: Jiayi está sempre de peito aberto para receber pessoas, sentimentos e experiências, tendo a disponibilidade como um dos traços mais marcantes. Vive seus amores intensamente e, em simultâneo, seus desafetos, sem deixar espaço para o meio-termo. Assim, vestida de autenticidade, acredita poupar tempo e se manter fiel aos próprios valores, algo que considera de suma importância. A chinesa é tão segura de suas vontades que costuma mergulhar de cabeça em qualquer coisa que lhe desperte paixão, sem ponderar sobre os prós e contras. Para ela, seja em maior ou menor grau, tudo está conectado, e assim não haveriam motivos para hesitar.
Como ariana nata, tem personalidade forte e intempestiva, camuflando a fúria com o jeito doce que só ela tem. Basta olhar por baixo dos panos pra perceber que essa rosa tem espinhos até demais — mas ela jura que está tentando trabalhar o assunto. Dona de um coração travesso e de uma coragem infindável, considera que todos os encontros são de grande aprendizado. Os bons, os ruins e os caóticos. Por isso, nunca perde a surpresa diante do novo, tampouco o encanto diante da simplicidade.
Orgulhosa, encorajadora, audaciosa, crítica e passional são só algumas características da mulher regida pelo elemento do fogo. Mas é na água que Jia encontra seu verdadeiro paraíso.
JUSTIFICATIVA: Nas poucas vezes em que conta sobre seu passado, Jia diz que começou pelo fim. Chegou ao mundo no momento em que o pai deixou este plano, levando com ele a política de boa vizinhança da família. Como se a dor da perda não fosse o bastante, o dinheiro comprou tanto a expulsão quanto a desonra de mãe e filha, condenadas a viver enquanto nômades, perambulando pelas ruas de Beijing com as tralhas nas costas. Foram perseguidas por anos, por mero capricho. Só os templos traziam o conforto que precisavam. Um dia, os deuses trouxeram não apenas o sossego de um amor tranquilo à mulher tão traída pelo próprio destino, mas o caminho de um novo lar e, com ele, uma nova família. Na terra do sol nascente descobriu que tinha um lugar pra chamar de seu, ao lado de um historiador com alma de artista. E quando a mulher decidiu que era a hora de dizer adeus, Jia e Keichi prometeram mantê-la viva, dando sequência ao seu legado no recém reformado ateliê de artes da garagem. Keichi eternizou sua memória nos quadros, permitindo que Jia fosse capaz de sentir a presença da mãe ao longo de toda a infância e adolescência, compartilhando segredos e dilemas com as obras tão queridas. As mãos ágeis e habilidosas do pai adotivo transformaram a figura materna em divindade, representada nas mais diversas culturas.
As histórias que tanto ouvia sobre o mundo e seus segredos se tornaram as maiores paixões de Jia. Enquanto adulta, embora tenha optado por cursar jornalismo, se manteve firme em seus interesses e tomou a dianteira enquanto pesquisadora na graduação, buscando compreender a demonização da imagem feminina através da mitologia, com especial apreço pela Medusa (de quem carrega um sigilo tatuado no corpo), mas o reconhecimento de uma carreira bem sucedida não era o bastante. Por sorte, Jia encontrou alguém com o mesmo sonho de liberdade e logo tratou de recolher seus pertences para somar esforços na utopia de viver de arte em meio ao paraíso, apostando que a compra de um hostel falido em Tsushima traria a realização pessoal (e profissional) que tanto buscava. Do espaço surgiu o Studio Godai, a materialização de suas fantasias. Além de local de trabalho, o estúdio servia também como moradia para os que desejavam ocupar o local e viver de arte de forma despretensiosa.
Toda a dedicação investida rendeu bons frutos, e não demorou até que o estúdio conquistasse espaço no coração da comunidade local. Uniram esforços, construíram novas pontes…. Transformaram a ousadia em realidade. Cerca de um ano depois, sob a cuidadosa vigilância de Makoto enquanto principal gestora, e tendo o olhar preciso de Jia para ampliar os negócios, o lugar passou a seguir com as próprias pernas. E o sonho não parou por ali. Desgastadas com a burocracia do país na prática que tanto amavam, resolveram tomar as rédeas da forma correta e migrar para um outro local, em busca de uma nova aventura e maior reconhecimento enquanto tatuadoras profissionais - mas não sem antes garantir que tudo continuaria bem em lá Shuiro, claro. Depois de muito planejar, decidiram que Jumunjin parecia o local ideal: paradisíaco e diverso o bastante, exatamente como desejado. Assim, a sugestão de Jia foi acatada sem maiores queixas.
PRESENTE: Atuar legalmente, sem a necessidade de uma formação em medicina (ou de se esconder atrás do diploma da sócia) tem sido a maior realização da artista, que segue buscando aprimorar sua prática trocando experiências com demais tatuadores e fazendo cursos e mais cursos. Linhas finas em estilos minimalistas e ornamentais ainda são suas queridinhas, mas os sigilos são o ponto chave da prática. Com tempo e a vida mais leve, Jia está se debruçando cada vez mais na magia do caos, interessada em se voltar somente para as tatuagens mágicas e seus estudos em algum momento. A proposta do Godai na nova ilha ainda se mantém: um ambiente de trabalho e moradia, aberto para artistas de todos os lugares. Quase uma "república", como Jia gosta de chamar. Nessa nova fase, continua agitada e sendo a alma do lugar, cativando clientes e profissionais com o acolhimento tão sincero. Deseja conhecer cada lugarzinho da ilha e criar laços com todos os moradores, sendo figurinha carimbada nas noites mais agitadas da orla sul.
DESEJOS: Além do desenvolvimento profissional, houve um motivo particular para que Jia sugerisse Wangshu como principal roteiro. De todos os lugares do mundo, optou por uma localização estratégica, próxima à família por quem cultivou tanto desprezo. Com o passar dos anos, a gratidão pelo curso da vida apaziguou a raiva, dando lugar a diversos questionamentos. Jia ainda se pergunta sobre o porquê de tanta perversidade, e está disposta a buscar alguma aproximação não só com seus parentes, mas com as origens que desconhece. Esse é um desejo ainda secreto. Com sorte, continuaria assim. Os últimos anos foram de uma investigação intensa, e vasculhando os conteúdos terminou por esbarrar em familiares distantes. Alguns estampando com orgulho a imagem da avó paterna, o maior carrasco de sua história.
Além disso, com maior estabilidade financeira, Jia tem encontrado tempo para se dedicar à moda, um hobby particular. Com relação a isso, não tem grandes ambições. Só o interesse em sair da mesmice e contribuir com as produções artesanais.
@wgs_bob
FACECLAIM: Wang Yibo.
DATA DE NASCIMENTO E IDADE: 05 de Agosto de 1997 / 24 anos.
NACIONALIDADE: China.
ETNIA: Chinês..
GÊNERO: Masculino.
ORIENTAÇÃO SEXUAL: Bissexual.
ATIVIDADE: Modelo e Motociclista.
LOCALIZAÇÃO: Jumunjin.
TEMAS DE INTERESSE: General.
TRIGGERS: -
PERSONALIDADE: A primeira vista ele parece um cara mais fechado, porém mesmo sendo na dele e não demonstrando muitas emoções para quem já o conhece sabe o quanto ele é divertido e companheiro. Apesar de super dedicado em seus afazeres e objetivos ele também gosta de aproveitar a vida e acaba sendo um pouco irresponsável.
JUSTIFICATIVA: Seus pais o colocaram em uma agencia de modelos na China, não foi escolha dele mas ele também era novo demais para escolher e entender as coisas. Então cresceu fazendo campanhas publicitarias para ganhar dinheiro para família. Seus pais o criaram como o boneco precioso deles, as vezes cobrando demais pelo seu trabalho.
Porém, na adolescência ele sentia o peso de lidar com as redes sociais, suas fotos eram sempre comentadas, e suas postagens tinham muita interação, apesar de receber carinho ele viu como as pessoas eram maldosas. Estavam sempre comentando sobre a aparência dele ou coisas que ele ainda era novo demais para entender sobre como comentários de cunho sexual quando ainda era menor de idade. O que o deixou desconfortável demais com a exposição.
O que ele realmente gostava de assistir quando novo eram as corridas de moto na TV, nunca esqueceu quando teve a oportunidade de assistir uma de perto, isso trazia lembranças confortáveis a ele. Como Wangsu também trazia uma lembrança calma da vez que viajou com seus pais e passou umas férias longe de tudo por ali. Depois de adulto ele juntou dinheiro e criou sua independência se mudando e morando sozinho onde queria e tinha se apaixonado para seguir o que ele sonhava, ser motociclista.
PRESENTE: Ele tenta se manter em Wangshu e viver do que sempre sonhou, adotou um nome diferente para desligar sua carreira de modelo com a de motociclista, preferindo agora ser chamado de Bobby. Esse nome foi importante para que marcasse o ponto de um começo da nova vida. Porém ainda está lutando para isso e continua fazendo algumas campanhas publicitárias mesmo sem gostar muito para conseguir se manter financeiramente já que sua moto não o traz retorno financeiro ainda.
Bobby treina incansavelmente até conseguir entrar para os corredores profissionais e ele é muito focado nos seus objetivos, ainda mais quando tem uma motivação tão forte. Mas parte disso também vem da super cobrança de seus pais pela disciplina com trabalho desde ainda criança.
Agora ele mora sozinho e tem que lidar com todos os afazeres domésticos além cuidar da casa, o que antes não tinha costume. Mantém contato com os pais, porém é orgulhoso demais para pedir ajuda quando tem algum problema em casa. Porque para ele, a melhor parte de tudo isso que jamais abre mão é sua liberdade. Porém, não só em casa, ele agora lidava com a liberdade de escolha na vida e aprendia sempre algo novo sobre ele mesmo já que sempre viveu como as pessoas mandavam, ele nem ao menos entendia seus próprios gostos pessoais além da paixão pela moto.
Não é muito fã de redes sociais e toda a vida perfeita que as pessoas passam nela, ele sente muito desconfortável em como as redes podem ser toxicas. Mantem apenas um perfil só para amigos e algumas pessoas próximas, pelo que ele condissera mais importante, a comunicação.
DESEJOS: Totalmente focado em sua moto, onde ele passa maior parte do tempo treinando ou buscando um jeito de viver disso. Deseja muito trabalhar em outra coisa que não seja a exposição da sua imagem porque se sente muito frustrado nessa carreira.
Buscando sua total independência ele agora se sentia livre para viver do jeito que queria e descobrir mais sobre si mesmo.
@wgs_youngbin
FACECLAIM: Woodz.
DATA DE NASCIMENTO E IDADE: 24 de Março de 1997 / 24 anos.
NACIONALIDADE: Wangshu.
ETNIA: Sul coreano..
GÊNERO: Masculino.
ORIENTAÇÃO SEXUAL: Heterossexual..
ATIVIDADE: Estudante de Economia na WUN e estagiário na SYH Company, empresa de operação portuária da família.
LOCALIZAÇÃO: Jumunjin.
TEMAS DE INTERESSE: Angst; Crack; Fluff; General; Romance; Smut.
TRIGGERS: Abuso sexual, automutilação, distúrbios alimentares e suicidas/suicídio.
PERSONALIDADE: Dono de um carisma incontestável, é quase impossível vê-lo passar despercebido nos lugares, por mais que tente. Seja pelo espírito boêmio ou pelas confusões causadas por sua natureza temperamental, é facil para ele se manter sob os holofotes. Difícil mesmo é identificar o que é verdadeiro em si e diferenciar do que é manipulado pelo simples prazer de contrariar as expectativas do pai e de terceiros. É um tanto inalcançável sentimentalmente, portanto suas relações costumam ser rasas, quase sempre pautadas no que julga ser conveniente. Não hesitando em cortar laços quando tais relações deixam de ser úteis. Quando sente que estão perto de acessar o seu lado vulnerável, Youngbin arruma um jeito de fugir, às vezes no sentido literal da palavra. Morre de medo e vergonha de parecer fraco, portanto pode ser bastante competitivo pela necessidade de se provar e bem conformado com sua máscara social. Mas por trás dela se esconde um rapaz solitário com grandes dificuldades de confiar nas pessoas, que apesar de parecer indiferente com tudo e todos a sua volta, é bastante sensível, observador, sonhador e até mesmo um pouco melancólico.
JUSTIFICATIVA: No final de março de 1997, nasceu o primogênito da renomada família Seo. Youngbin não era fruto de uma bela história de romance. Seus pais se uniram pela ganância e poder que o casamento vos traria. Crescera sim, num berço de ouro. Gozava de regalias, mas estava muito longe de ser abastado no amor num âmbito tão espurco quanto o que cresceu. Os típicos "tiger parents" naturalmente coreanos, o enxergavam mais como uma extensão de suas ambições do que como um filho. Seu destino estava traçado desde o ventre e claro, se desviar dele nunca foi uma opção. Seria Youngbin então, o sucessor de Yoonhyeok, seu pai, o fundador de uma das principais empresas de operação portuária de Wangshu: a SYH Company. Mesmo contra a sua vontade...
O que, a propósito, nem sempre foi uma realidade. Na época da escola por exemplo, vivia em função de corresponder as expectativas dos pais, portanto se dedicava ao máximo para atender às várias atividades extracurrilares e aulas particulares, tornando-se um aluno exemplar na esperança de ser reconhecido como filho. Mas a partir do momento que amadureceu, formou caráter, compreendeu que viver aquela vida cheia de mentiras, traições, abusos ou simplesmente viver uma vida que não era sua, não valia à pena.
Por volta da adolescência, Youngbin se rebelou contra a criação repressora que recebia, inconscientemente se transformando no exato oposto do que esperavam que fosse. Deixou de se interessar pelos estudos, colecionou advertências, detenções e suspensões por desvios de conduta, só não sendo expulso da escola porque Yoonhyeok mexeu os pauzinhos para acobertar com panos quentes as brigas que arrumava, confusões por beber e fumar sendo um menor de idade. Além das faltas na escola para curtir em karaokês, boates e prostíbulos.
Se antes sofria por não ter amigos, nesta época estava rodeado deles já que os atraía pelo dinheiro e popularidade. Mas no final do dia, continuava o mesmo jovem solitário quando se trancafiava no quarto para despejar os pensamentos numa folha de papel em branco. Aliás veio daí a sua paixão pela escrita. Desenvolver histórias mirabolantes embora não pudesse alterar a sua própria, parecia extremamente terapêutico e bem mais eficiente que as farras nas noitadas. Ironicamente o seu forte era o romance. Para Youngbin escrever era como se fosse uma extensão sua que jamais poderia experimentar, mas que amava viver mesmo em curvas de grafite. O interesse ia tão além que houve um grande mudança no seu comportamento caótico nos últimos anos de escola, esteve consideravelmente mais equilibrado e maduro o bastante para perceber que não dava pra fugir totalmente das responsabilidades como o herdeiro do império Seo. Ainda que tivesse finalmente encontrado uma felicidade que suprisse aquele grande vazio na sua vida.
PRESENTE: Por sorte, as controvérsias recentes que o envolvia não impediram que fosse admitido na WUN, onde cursa o penúltimo semestre de Economia. Talvez os anos consecutivos como presidente de classe e o histórico impecável possam ter ajudado. Desde que deserdou para um goshiwon em Jumunjin aos 18 anos, concilia o curso com o trabalho na SYH Company atuando estrategicamente na área de Relação com Investidores, entretanto está longe de estar capacitado para ser o sucessor do patriarca. Seus interesses se bastam em escrever para lançar o próximo romance de sucesso sob o pseudônimo Ycarus ou decidir qual carro deveria comprar para sustentar o seu teatro fajuto de playboy. Desconfia-se que o retrocesso se deu logo que Sohee entrou pra empresa e imediatamente virou a queridinha de Yoonhyeok. Ver o próprio pai tratar uma completa estranha como se fosse da família, quando sempre foi tratado com desprezo, o desestabilizava demais. Ela é uma verdadeira ameaça para a sua última chance de conseguir o mínimo de admiração da família e estava disposto a prejudicá-la para se livrar da concorrência, como quando diminuía drasticamente seu rendimento sabendo que a afetaria no trabalho já que estava designada para ajudá-lo a melhorar o desempenho.
DESEJOS: Movido pela inveja, o seu maior desejo atualmente é se livrar de Sohee. Por compreender o grande potencial da garota para tomar o que deve ser seu por direito, está bastante motivado a se provar como um adversário forte, mesmo que por meios sujos. Fora isso, está empacado na escrita do seu romance e a forma como lida com bloqueios criativos continua a mesma: se relacionar com pessoas de todas as formas possíveis sem um pingo de moderação. Mas no fundo deseja poder ter uma relação profunda e verdadeira com alguém, deseja escrever sobre o amor com propriedade já que nunca o sentiu de fato. Deseja ser um escritor de sucesso em escala mundial para que consiga ganhar o respeito da família e se desvincular dos negócios, mas por enquanto continuará escondendo o seu segredo sob o nome Ycarus.