Kang Jihoon
@wgs_kjh FACECLAIM: Im Jino DATA DE NASCIMENTO E IDADE: 21 de Junho de 1993 / 28 anos NACIONALIDADE: Coreia do Sul ETNIA: Sul-coreano GÊNERO: Masculino ORIENTAÇÃO SEXUAL: Panssexual ATIVIDADE: Biólogo marinho e guarda florestal da reserva de Wangshu LOCALIZAÇÃO: Jumunjin TEMAS DE INTERESSE: Angst; Crack; Fluff; General; Romance; Smut. TRIGGERS: Aranhas
PERSONALIDADE: Olhando de fora, até parece que Jihoon é um bad boy carrancudo e pronto pra arranjar briga. Mas basta um de seus sorrisões largos, ou uma rápida olhada em suas playlists públicas, pra saber que ele é um cordeiro em pele de lobo. Seu coração é muito maior que ele; e é inteiramente feito de afeto, empatia e muita doçura. Também é um desbocado, mas bem longe das senhorinhas simpáticas que demoraram pra entender que as tatuagens não fazem dele um gângster.
Jihoon é extremamente atencioso e um ótimo ouvinte, o que faz dele a companhia ideal para quem precisa de um bom confidente — ou só um ombrinho amigo onde desabafar. É do tipo que topa tudo, até o que não deveria topar, e tá sempre com disposição pra ajudar quem precisa de alguma coisa; mesmo no meio da madrugada.
Em um geral, Jihoon vai muito além do estereótipo de cara-tatuado-e-mal-encarado. É só dar uma chance pra ele.
JUSTIFICATIVA: Jihoon veio ao mundo como um feliz acidente, que acarretou no casamento de duas pessoas absolutamente apaixonadas - e tão opostas, que até parecia história de filme. Sejin, o mais novo pai daquele verão de 94, era um estudante de química com óculos fundo de garrafa e problemas para falar em público; já Mina, a mamãe de primeira viagem, era uma extrovertida estudante de psicologia que sorria com os olhos e adorava ser o centro das atenções. Os dois formavam o casal mais estranhamente adorável da faculdade Yonsei, por isso, mesmo naquela época, ninguém conseguiu julgá-los quando anunciaram que havia um bebê à caminho. O casamento, no entanto, foi inevitável. Nos anos 90, nem todo o amor do mundo pesava mais do que ser mãe solo.
Desde muito jovem, Jihoon deixou bem claro que daria trabalho para seus pais. Entre pirraças, objetos de decoração sofrendo "acidentes" e desaparecimentos espontâneos, eram raros os dias em que o menino não os deixava preocupados e estressados, beirando um ataque de nervos. A justificativa era sempre o tédio, ainda que ele tivesse tantas obrigações escolares e extracurriculares. O problema era que ele se cansava rápido demais de tudo ao seu redor, e isso incluía suas atividades obrigatórias e tudo que possivelmente pudesse entretê-lo em casa - e até pessoas, em casos muito específicos. Quando se é uma criança tão facilmente entediável, é compreensível essa ansiedade crescente na busca de alguma coisa - qualquer coisa - que pudesse prender sua atenção. E seus pais não mediram esforços para ajudá-lo nessa busca, ainda que parecesse interminável.
Mas entre todos os seus mutáveis interesses, a curiosidade em relação à natureza só fez aumentar. As viagens para o litoral se multiplicaram por conta do menino, que insistia para ver de perto as coisas que lia nos livros escolares. O oceano era uma de suas coisas favoritas, e foi usando dessa paixão que seus pais tentaram introduzir um novo interesse na vida do pequeno Jihoon: a natação. Saber que poderia mergulhar no mar pareceu um bom motivo para que ele aceitasse tentar. E depois de tantos e tantos meses de desistências de múltiplas aulas e esportes, Jihoon finalmente encontrou algo que não só atraía seu foco, como também era uma forma útil de gastar um pouco da energia excessiva que carregava. Energia essa que, não muito mais tarde, se mostrou como sintoma de TDAH - e esse diagnóstico explicou mais de Jihoon para si mesmo do que ele jamais conseguiria. Com o tratamento, foi mais fácil se sentir mais calmo e focado, permitindo que ele conseguisse conciliar todas as poucas atividades que realmente gostava, além de finalmente ter uma melhora nas notas. Ainda nesse período, Jihoon já tinha decidido que se tornaria um biólogo marinho no futuro.
Já estava no ensino médio quando se mudou definitivamente para a terra de sua mãe, a ilha de Wangshu. Tudo ali parecia acontecer bem devagar, em oposição à forma como o garoto normalmente funcionava. A adaptação foi difícil, sobretudo por se tratar de um lugar radicalmente diferente de onde viveu por tanto tempo, mas a proximidade com a natureza fez com que quisesse criar raízes ali. Seus avós maternos também viviam na ilha desde que Jihoon conseguia se lembrar, com seu avô trabalhando há anos como guarda florestal, e sua avó mantendo um mercadinho coreano em Songwon.
Com o passar dos anos, Jihoon já se sentia um verdadeiro nativo de Wangshu. Entretanto, quando chegou a hora de escolher onde iria estudar, ele decidiu tirar os pés da areia e voltar a pisar no asfalto quente de Seul. O destino foi a faculdade nacional e o curso de Ciências Biológicas, só para começar. Aquele foi o início de um novo e também conturbado capítulo, cheio de noitadas, privação de sono e pouca preocupação com seus tratamentos para o TDAH. Sozinho e tão ocupado, foi muito difícil conseguir encontrar tempo para se cuidar, e Jihoon tinha certeza que continuaria assim por um bom tempo. Isso atrapalhou seus estudos de várias formas, mas ele não se deixou reprovar em uma matéria sequer, mesmo que isso significasse negligenciar vários pontos de sua vida pessoal.
Sabia que tudo seria diferente quanto voltasse à ilha para se especializar em biologia marinha; conseguiria voltar pra rotina desacelerada que alguém como ele precisava ter. O que ele não sabia, no entanto, era que a vida lhe reservava uma pisada no freio muito mais brusca em alguns anos.
PRESENTE: Após a morte do avô e a conclusão de sua pós-graduação em biologia marinha, Jihoon decidiu também seguir os passos do homem que tanto admirava. Depois dos treinamentos necessários, ele aplicou para o cargo de guarda florestal da Reserva Nacional da ilha, exatamente como seu avô havia feito muito tempo atrás. O ano atual vem sendo seu primeiro trabalhando na área, ainda que não o faça exclusivamente. Além de ministrar palestras pela ilha e em Seul, Jihoon também se dedica à reabilitação e monitoramento dos animais marinhos de Wangshu.
Aprendeu a reservar parte de seu tempo ao tratamento de seu TDAH, uma vez que sua experiência acadêmica em Seul foi absolutamente caótica por tanto se negligenciar nessa área. Quem também o ajuda com os lembretes constantes é a avó, sua única familiar atualmente residindo na ilha, logo ali, no bairro ao lado; inclusive, se Jihoon estiver de folga e não for encontrado facilmente pelas ruas de Wangshu, é certo que ele está na casa da halmeoni botando o papo em dia.
DESEJOS: Tem vontade de ver as praias pelo mundo afora, trabalhando em ONGs e outras instituições com foco em vida marinha. Outra vontade é atuar como guarda florestal em locais ainda mais isolados, uma vez que sempre teve vontade de experimentar a vida nesses pequenos vilarejos cheios de história. Mas antes de realizar qualquer uma dessas coisas, ele pretende voltar pra faculdade pra conseguir seu doutorado em oceanografia.
Jihoon quer conhecer tudo e todos, viver novas experiências e só ir embora desse plano quando não tiver mais nenhum arrependimento. Talvez ele até seja pai em algum momento, mas aí é conversa pra depois; melhor esperar por sua nova e atualizada versão daqui alguns anos. Até lá, ele vai aonde a maré levar.












