O Gato Negro - Capítulo 02
>> Capítulo 02 – O homem
O beijo ia esquentando cada vez mais, mas a curiosidade do gato não foi aplacada. Ele não sabia nada do que estava acontecendo, apesar de estar sendo bom. Para N, ele estava doente.
- Leo-shi... – N miou baixinho, separando-se e encarando o volume abaixo novamente.
Curioso, o gato tocou o local com a ponta dos dedos – do mesmo modo que gatos fazem ao bater de leve em algo novo, para ver o que é – e ouviu o dono gemer.
- Leo-shi... – N falou manhoso. – Acho que você pegou minha doença...
Leo somente sorriu e puxou o gato para outro beijo. Então, deitou N na cama, ficando por cima dele.
As línguas se moviam de encontro uma à outra, acabando com os fôlegos de ambos e deixando-os ofegantes ao ponto de separar o beijo. Leo, assim, passou a beijar o pescoço do gato, que se encolheu rindo.
O garoto sorriu e levou uma das mãos ao rosto de N, passando os dedos pela pele morena e macia. O gato, por sua vez, capturou os dedos com os dentes, quando estes roçaram seus lábios.
Em seguida, colocou a língua áspera para fora, lambendo o local mordido levemente. Leo sorriu com o ato e voltou a beijar o outro, empurrando o próprio quadril para a frente, para que se esfregasse ao corpo de N.
O gato deu um miado gemido, que foi contido pela boca de Leo, e separou o beijo, mordendo o próprio lábio com força.
Leo, que já não estava se aguentando, ergueu-se um pouco e ergueu a blusa, tirando-a. Então, abriu a própria calça e tirou seu membro para fora da cueca.
N, quando viu aquilo, inclinou a cabeça para o lado e fitou o maior, um pouco confuso com o que este estava fazendo.
O garoto sorriu para o bichano e juntou os membros eretos de ambos, envolvendo-os com a mão.
- É assim que faz passar, N. – Explicou, movendo a mão em uma masturbação acelerada já de início.
O gato, que nunca em sua vida – felina ou humana – havia feito tal coisa, começou a soltar meios-gemidos, meios-miados, enquanto a masturbação acelerava, acabando por gozar nas mãos de Leo.
Tão imerso em seu próprio prazer, N nem viu o dono gozar em seguida, observando com deleite a sua expressão.
N ficara realmente cansado com aquele exercício e logo virou-se na cama, abraçando o dono e passando a ronronar, perdido no mundo dos sonhos.
Leo depositou mais um selar nos lábios do garoto já adormecido e juntou-se a ele, nem se preocupando em fechar as roupas novamente, já sabendo que teria de tomar banho ao acordar.
Leo acordou com uma espécie de massagem – que, na verdade, era seu pequeno gato afofando sua barriga para ficar mais confortável para dormir – e se surpreendeu com o estado em que estava.
Praticamente sem roupas – porque uma cueca com a parte da frente abaixada e uma calça aberta não contavam como vestimenta –, melado de sêmen e molhado de suor. Isso sem contar o fato de que havia um ser moreno apoiado em seu corpo, ronronando enquanto afofava sua pele.
Decidiu que tomaria um banho – e levaria N consigo.
Aproveitando que o gato estava semiadormecido, saiu de baixo dele e foi até o banheiro, ligando o chuveiro e testando a água, antes de terminar de tirar a roupa e voltar ao quarto buscar o garoto.
Sem acordá-lo – senão Leo sabia que não conseguiria coloca-lo no banho –, o garoto carregou o corpo molenga de N até o banheiro. Entrou no box com ele dormindo e, assim que entrou debaixo do chuveiro, N acordou de supetão e começou a se debater.
O gato chorava e chiava, miando resmungos e arranhando o garoto que tentava contê-lo debaixo d’água.
Leo só conseguiu ter paz no banho quando imobilizou o gato com os braços, em meio a um abraço. N ainda se debatia, chutando o ar, mas estava se acalmando.
- Leo-shi é malvado... – N miou, resmungando e se encolhendo contra os braços alheios, tentando se proteger das gotas malditas.
Leo riu baixinho e pegou o sabonete, começando a lavar o gato, que ronronava com a carícia, quase dormindo novamente, mesmo com a ameaça caindo em seu corpo.
Quando saíram do banho, Leo secou a ambos – pois o gato nunca se secava... mais uma mania de gato que, molhado, espera secar naturalmente – e vestiu-se, tentando, em seguida, colocar pelo menos uma cueca em N.
Só conseguiu fazê-lo quando disse que aquilo ajudaria o gato a não ficar doente de novo. N fitou, desconfiado, a peça, mas acabou colocando. Reclamou de incômodo o resto do dia, mas manteve-se vestido.
Claro que, para Leo, uma peça de roupa em N não era o suficiente para aplacar toda a sua excitação. Porém, ele conseguia se manter por mais tempo concentrado na matéria do colégio, quando não tinha as nádegas ou o membro de N lhe desviando a atenção.
E, assim, Leo passou o resto da semana: estudando para as provas e tentando não atacar o gato seminu. Já N permaneceu em sua rotina de comer, dormir e brincar com o próprio dono.
Quando N teve sua segunda ereção, não se assustou tanto, pois sabia que Leo podia fazer aquilo melhorar.
Leo estava sentado na cama, lendo um livro qualquer, e N brincava com algumas coisas em cima do tapete, quando o gato sentiu um cheiro delicioso. Foi o cheiro que o fez ficar com aquele problema entre as pernas, um cheiro que o dono não havia notado.
- Leo-shi... – Chamou, assim que começou a doer, subindo na cama e ficando de frente para o estudante. – Tá doendo de novo. – Apontou para a cueca, onde um volume já se fazia visível. – Você disse que não ia doer, se eu usasse esse negócio ruim... – Resmungou, fazendo bico.
- Bom... – Leo ficou desconfortável, sentindo o calor se apossar do próprio corpo em dois tapas. – É mais difícil de acontecer quando está com isso...
- Então, não tem como fazer parar? – N perguntou, na inocência.
- Tem aquele jeito que eu te ensinei da outra vez... – Leo falou, sorrindo e tentando se controlar para não atacar o gato. – Ou aquilo ou banho gelado...
Só a menção à palavra “banho” já fez N fazer uma careta e se sacudir como se odiasse a possibilidade de fazer aquilo.
- Não vou tomar banho... – Miou baixinho, fazendo bico.
- Então, é só fazer que nem eu fiz em você da outra vez. – Leo sorriu, “sem” segundas intenções.
- Eu não lembro como faz... – N falou, manhoso.
- Então, eu começo e você termina, pode ser? – Leo sugeriu, se aproximando.
- Tá. – O gato concordou, assentindo.
Leo levou as duas mãos ao cós da boxer que N usava e a abaixou, deslizando-a pelas coxas macias do bichano. Envolveu o membro do gato com a mão e iniciou os movimentos, ouvindo os gemidos miados do felino.
- Viu? É assim que faz... – Falou, sem parar com o vai-e-vem. Quando N assentiu, Leo, usando toda a sua força de vontade, parou com os movimentos. – Vem, tenta você.
Leo entregou o membro de N, deixando-o envolve-lo, e passou sua mão por cima da dele, ajudando-o a guiar os movimentos. O gato estava ofegante, mas, de repente, parou tudo.
- Não é tão bom, quanto quando você faz, Leo-shi... – Falou, manhoso.
- Quer que eu faça para você? – O garoto perguntou. Não que fosse um sacrifício, mas ele gostaria de ouvir o outro dizer.
- Quero. – N assentiu, soltando o próprio membro e se aproximando de Leo. – Faz pra mim? – Pediu, manhoso.
- Tudo bem... – Leo concordou, voltando a fazer, sozinho, os movimentos no membro do outro.
N adorava os toques de seu dono e se alternava entre suspirar, ronronar e miar seus gemidos. Ele se inclinou para a frente e apoiou os braços nos ombros de Leo, que deliciava-se com a cena a sua frente, sentindo um incômodo enorme entre as pernas.
O gato se encontrava coma boca entreaberta e vermelha, os dentes afiados aparecendo, uma expressão de prazer que não era contida e os olhos cerrados. Tal cena era extremamente atraente para Leo, que não resistiu e o puxou para um beijo.
O beijo era afobado, mas, para o dono, N tinha aprendido direito. Era o garoto quem conduzia o beijo, mas o gato seguia-o completamente submisso e envolvido. Então, Leo separou o beijo e sorriu para o gato, que se encontrava totalmente entregue.
- N... – Leo chamou o felino, que abriu os olhos, fitando-o curioso. – Vou fazer uma coisa diferente...
- O que? – O gato perguntou, inclinando a cabeça, franzindo o cenho e fazendo bico.
- Shh... Só fique quietinho, que eu vou fazer tudo... – Leo falou, voltando a beijar o bichano, enquanto inclinava-se para cima dele, forçando-o a deitar na cama.
Algum tempo depois, Leo separou o beijo e passou a brincar com a pele do pescoço de N. Bem calmamente, começou a distribuir mordidas leves e lambidas na pele morena do gato, ouvindo-o ronronar com as carícias.
Encorajado pelos sons que o felino não se importava em esconder, Leo começou a deslizar os lábios pelo corpo de N, sentindo a pele macia até encontrar os mamilos e envolver um deles com a boca.
Ele envolveu delicadamente o botão rosado com os lábios, sugando-o levemente, antes de incitar o local com a língua. Enquanto isso, uma de suas mãos envolvia o membro de N em uma masturbação lenta e o gato não conseguia distinguir qual das carícias era melhor.
Depois de sentir o mamilo de N bem endurecido, Leo passou a brincar com o outro. Então, ergueu-se e deu um selar nos lábios do felino, antes de voltar a descer pelo corpo alheio, distribuindo selares pela pele morena.
Ao passar o umbigo, Leo deixou uma mordida fraca em N, pois não queria machuca-lo, e parou de masturbar o gato. Passou reto pelo membro alheio e foi se dedicar às coxas, deixando-as bem marcadas por chupões e mordidas em poucos instantes.
O gato reagia aos toques naquela região de maneira tímida, arqueando o tronco e fechando as pernas, obrigando Leo a mantê-las abertas a força. O garoto sorria com as reações de N, achando-as extremamente fofas.
Então, o estudante subiu novamente e segurou o membro do gato, depositando nele um selar. Englobou a glande e chupou levemente, deixando um barulho estalado ressoar pelo quarto, junto ao miado surpreso de N com a nova sensação.
Em seguida, passou a língua desde a base até a ponta do membro, arrancando um gemido alto de N, que não conseguia se conter. Quando Leo envolveu todo o membro com a boca, o felino não se continha mais, sentindo espasmos se espalharem pelo próprio corpo.
Com a pressão e os movimentos que o garoto fazia em seu membro, não levou muito tempo para que N atingisse seu ápice, miando alto.
Leo, apesar de não ter apreciado o gosto daquilo, engoliu todo o sêmen do gato, lambendo o membro de N na sequência, para eliminar qualquer rastro de sêmen que houvesse escapado.
Então, ergueu-se e depositou um selar nos lábios do gato, que jazia ofegante em meio aos lençóis e ronronava baixinho, apreciando o prazer que havia acabado de receber.
- O que achou? – Leo perguntou, com os olhos brilhando em expectativa.
- Bom... Muito bom... – N respondeu, ofegante, apoiando-se nos próprios cotovelos para alcançar os lábios do dono, deixando ali um selar.
Leo gemeu, pois, ao remexer-se, o gato tocara seu membro, que já estava a ponto de bala, ficando visível nas calças de tecido que vestia. O felino encarou o volume e fez um bico, pensativo.
Então, sem nenhuma indicação de que o faria, N rolou na cama, ficando por cima de Leo, que ficara realmente espantado com o ato e não conseguia pronunciar nenhuma palavra.
O gato se afastou um pouco de seu dono e tocou, curioso, no volume formado entre as pernas de Leo, ouvindo-o gemer com isso. Observando atentamente as reações do dono, para ver se estava fazendo certo, N levou as mãos ao cós da calça do garoto, descendo-a até tirá-la por completo, junto à cueca que havia por debaixo.
Fitando a ereção, o gato se aninhou entre as pernas de seu dono, deixando sua respiração bater na área sensível e ouvindo os suspiros alheios.
Lentamente, colocou a língua para fora e deixou-a tocar a glande de Leo, sentindo o gosto levemente amargo do pré-gozo de seu dono.
Não sabendo muito bem o que fazer, mas encorajado pelos barulhos contidos que o garoto fazia, o felino continuou, lambendo toda a extensão do membro de Leo. Então, desceu até as bolas, lambendo-as também e percebendo as contrações na barriga do garoto com a carícia.
Voltou a subir e, tentando lembrar como Leo havia feito, deixou o membro alheio deslizar boca adentro e começou com os movimentos de vai-e-vem.















