THIS IS KIMURA TAKETA ; he is only in her alice in borderland verse !
he was the same age as akina when they met years ago , and he was already annoyed by her very existence . born among violent men , and grew up to be a psycho just like his uncle ; his father , masaki , was a good man . and akina believed his son to be the same with debts and everything but once her father and mother die , akina is left with the debt she couldn't pay . this didn't really bother kimura , not when he had the luxury of keeping her alive and make her suffer for the rest of her life . simply because it was fun ! she would tremble against the face of a gun , but keep glaring . she'd know who's holding the reins but she'd still act like it didn't scare her . little did kimura know , akina's defense mechanism to anything that scared her , to death was to close herself off and be a blank paper with trembling hands . they would barge into her house , ' akiiiinaaa i'm home ! ' , they'd break her windows in winter , some nights she'd come home to a warning on her wall written in red . at first she thought it was blood too .
years and years the man keeps haunting her , loving every second of his show of power . until one night when he tries to threaten to drop her sister's favorite dress out of the window . killing him wasn't hard but dealing with the consequences was ; they come to her house in the morning , she doesn't remember how she fled from the house and ran with a bleeding temple . they lost her , she ended up in shibuya . the fireworks were lighting up the sky when she hid inside an alley , covered her face with trembling hands and waited for her end ─ until everything went quiet . and everyone was gone . . .
YOUNG NARI é uma VAMPIRA e possui 128 ANOS, porém sua identidade diz que ela tem 28 ANOS. Ela nasceu em DAEGU (COREIA DO SUL), trabalha como BARTENDER no CLUB B ONE e está associada ao CLÃ KIMURA há 100 ANOS. Normalmente ela é INDEPENDENTE, CORAJOSA e OBSERVADORA porém também é EGOÍSTA, TEMPERAMENTAL e IMPACIENTE. Costumam dizer que ela se parece muito com SON GAIN (BROWN EYED GIRLS), mas discordamos.
trigger warning: misoginia, morte, menções à escravidão e prostituição
HER HISTORY.
Nari nasceu em 1889 e sempre viveu a vida que todos esperavam dela. Porém nunca esperaram muita coisa, afinal ela era apenas uma mulher, só tinha que crescer, casar e ter filhos, fazer o que lhe era dito e ficar quieta quando lhe falavam. Ela passou a vida inteira ouvindo essas coisas. Tinha pensamentos rebeldes demais para a época que vivia; não queria ter um marido, não queria ter filhos, queria independência. As pessoas a sua volta não a levavam a sério, pensavam que essas ideias malucas eram só uma fase, que iria criar juízo depois que se casasse. Nada do que os outros diziam a fazia mudar de ideia. Ela foi aos poucos aprendendo a manter o que pensava em segredo, cansada de ser repreendida por não agir e não pensar da forma como uma mulher certa e direita deveria. Outra coisa que escondia era o relacionamento com sua melhor amiga, Minji; Nari a amava de uma forma que nunca havia amado seu marido, mas sabia que nunca poderia contar para ninguém. Essa era apenas mais uma coisa que as pessoas a sua volta nunca entenderiam, apenas mais uma coisa a esconder.
Com 22 anos, Nari já estava casada, mas ainda não tinha filhos. Essa era uma pequena sorte que ela agradecia todos os dias, pois não queria engravidar, mas ela sabia que era só uma questão de tempo, afinal era isso o que todos, incluindo seu marido, esperavam dela.
Nessa época também a invasão japonesa começou na Coreia. Por anos Nari conseguiu conviver com isso. Seu marido, que estava no exército, quase não parava mais em casa, mas ela realmente não via isso como algo ruim. A guerra a amedrontava, mas ela procurava conforto nos braços de Minji, agora que o marido estava longe ela se permitia esse tipo de coisa. Vivia até que tranquilamente, o máximo que podia considerando o caos em que o país estava; mas enquanto esse caos não a atingisse, ela estava bem. E essa tranquilidade durou exatamente seis anos. O local onde morava foi atacado por um grupo de soldados japoneses e ela acabou sendo levada contra a sua vontade junto com um grupo de mulheres. Nari havia ouvido os boatos, sobre as mulheres que eram levadas como escravas. Ela lutou o máximo que podia, sempre foi forte e determinada, mas tinha que esconder isso; esse foi um momento bom para deixar isso tudo subir a tona. Enquanto era levada até um desses supostos bordéis onde outras mulheres como ela eram forçadas a se prostituir aos soldados do exército japonês, Nari se rebelou e acabou matando um oficial do exército no processo. No instante em que isso aconteceu, ela nem teve tempo de absorver o choque de que tinha matado uma pessoa; o primeiro pensamento que veio a sua mente era de que o que acabou de fazer lhe rendeu uma sentença de morte. Não deixariam uma mulher que matou um soldado continuar a viver.
Porém, as coisas acabaram tomando um rumo inesperado. Ela foi levada para um general, que falou ter visto o que ela fez. Disse que, apesar de ser mulher, ele poderia usar alguém com essa coragem. Disse que ela já estava condenada a morte pelo o que havia feito, mas que ele poderia dar-lhe uma segunda chance, uma forma de escapar. Nari não entendeu muito bem o que estava acontecendo, mas entendeu que não iria morrer nem iria ser forçada à prostituição, então concordou com a proposta. O que ela não sabia era que esse general era Kimura Kazukane e que ele era um vampiro. E que ela tinha concordado em se tornar um vampiro também. Durante o tempo necessário para se transformar, ela quase desejou ter morrido, achou que a esperança de ser livre era só uma ilusão e na verdade ela estava morta. Porém, quando tudo passou, notou que muita coisa estava diferente. Ela estava mais forte, talvez o suficiente para fugir. Acabou atacando o próprio Kazukane em sua tentativa de escapar, mais foi detida novamente. Ao invés de lhe render uma nova sentença de morte, isso só fez o líder do clã ter mais certeza de que havia feito a coisa certa transformando-a. Então ele explicou o motivo de ter feito isso. Havia um tal tratado, que impedia os vampiros de machucarem os humanos, e a função de Nari era garantir que nunca houvessem evidências de que esse tratado estivesse sendo quebrado por ele e pelos mais próximos dele. Se ela fizesse isso, Kazukane iria lhe dar uma casa, junto com outros vampiros do seu clã, e garantir que ela não fosse mais afetada pela guerra. Ela descobriu que não era a única pessoa para quem Kazukane havia feito essa proposta, ele estava sempre de olho, procurando pessoas com sentenças de morte, ladrões, assassinos, rebeldes, e lhes oferecia uma segunda chance, uma segunda vida, sabendo que eles não iriam recusar. Mas não era isso o que Nari queria, ela disse que só concordaria em trabalhar para o Kimura se pudesse ver Minji novamente.
Nari passou alguns dias procurando sua melhor amiga, sua amante. Apenas para descobrir que ela havia morrido. Perdida e sem saber o que fazer, Nari voltou-se para o líder do clã Kimura e disse que aceitava fazer o que ele tinha lhe pedido. Conseguiu uma nova casa e tentou começar uma nova vida, deixando as dores da vida antiga para trás. Depois de algum tempo, quando Kazukane aparentemente foi descoberto quebrando o tratado, esse seu serviço acabou, mas ela continuou no clã. E continuou limpando a bagunça, é isso o que faz até hoje.
HEADCANONS.
Trabalha como bartender na boate B One, mas esse é apenas um trabalho de fachada. Uma de suas funções ainda é limpar a bagunça que os membros do clã Kimura fazem e garantir que qualquer quebra do tratado nunca seja descoberta.
Existem muitos boatos sobre ela, sobre as coisas que já fez. Dizem que ela já matou pessoas, que sabe sobre mais quebras de tratado do que se pode contar. Nari nunca confirmou (nem negou) boato nenhum. A verdade é que ela não se importa para boatos, já parou de preocupar-se com o que dizem sobre ela há muito tempo.
Ela é uma pessoa muito reservada, principalmente sobre seu passado. Poucas pessoas sabem como ela foi recrutada para fazer parte do clã Kimura e ela prefere que se mantenha dessa forma.
Sempre preferiu se relacionar com mulheres, apesar de nunca tentar colocar um nome nisso. Demorou décadas para entender que na verdade é homossexual.
Para as poucas pessoas de quem Nari é mais próxima, ela é muito protetora.
ARLLOW PARK é um VAMPIRO e possui 205 ANOS, porém sua identidade diz que ele tem 25 ANOS. Ele nasceu em SEUL (COREIA DO SUL), trabalha como TATUADOR no STUDIO KICKFLIP e está associado ao CLÃ KIMURA há 140 ANOS. Normalmente ele é GENUÍNO, SOCIÁVEL e SAGAZ, porém também é DESPUDORADO, TEMPERAMENTAL e MANIPULADOR. Costumam dizer que ele se parece muito com BYUN BAEKHYUN (EXO), mas discordamos.
trigger warning: morte
HIS HISTORY.
Os vampiros são seres milenares, contados em histórias para assustar crianças ou divertir noites sem graça. Mas em toda mentira há um fundo de verdade, e as pessoas comuns mal esperam que possam estar vivendo com um ser desses. E não há algo mais comum do que uma cidade no interior da Inglaterra como Painswick. Uma cidade na qual era conhecida por seus belos jardins e uma arquitetura divina, o que tanto chamou a atenção dos Park. Busan, Coréia do Sul, 1812. Nasceu ali, de um casal até diferente, uma coreana e um inglês, Arllow Park, que do pai não tinha nada, mas da mãe tinha tudo. Rosto, olhos, cabelo. Ninguém poderia dizer que possuía sangue inglês, definitivamente. Park Sunhee era uma mulher que vinha de uma família nobre e extremamente conhecida na Coreia do Sul no final do século XVIII e começo do século XIX, e Christopher Park, um homem de origem inglesa que foi morar nas províncias de Seul ainda novo. E para completar ele tinha certeza de que havia nascido na época errada, porque seus pensamentos não tinham nada a ver com aquele período.
O menino tinha por volta de seus cinco anos de idade quando sua família foi morar em Painswick, e foi nessa mesma época que seu irmão mais novo nasceu. Contudo, eles não faziam ideia dos perigos daquela pequena cidade. Várias mortes e suas causas eram desconhecidas, eles nem ao menos cogitarão a ideia de sair de lá o mais rápido possível. Não demorou muito para que fizessem “amizade” com as famílias mais famosas naquela região, eram convidados para banquetes, bailes e achavam tudo aquilo o máximo. Parecia até mesmo que tudo estava dando certo, pela primeira vez em suas vidas. Eles estavam errados. Era uma noite fria quando foram convidados para mais um baile na casa de um dos tios de Arllow, estes que moravam naquela região, e como seus pais amavam qualquer tipo de festa, não iam deixar de comparecer. Foram os primeiros a chegar no local e os primeiros a irem embora. O que não sabiam era que aquele local estava infestado de vampiros para todos os lados, esperando o momento certo para atacarem suas presas, como um próprio leão selvagem. Até que chegou a hora; um dos vampiros, o mais esperto de todos eles, o que conseguia enganar as pessoas com facilidade, se aproximou do garoto oferecendo-lhe vida eterna. Arllow estava fascinado com as palavras daquele homem desconhecido a sua frente, para ele, a melhor coisa era poder viver eternamente. E foi nesse momento em que seus pais foram mortos em tentar defender o próprio filho.
Mas nem tudo estava perdido, porque no meio daquela confusão, antes que pudessem matar o garoto, seu tio conseguiu espantar os homens sabe-se lá como. E Arllow acordou três dias depois, numa casa completamente diferente, num lugar que ela não sabia onde era. Realmente não fazia o menor sentido, porque estava se sentindo bem. Muito bem, por sinal. Tinha apenas uma sede… Uma sede incontrolável por algo que ela não sabia o que era. Pensava ter enlouquecido quando o homem explicou o que havia acontecido, porque ele citou uma palavra que não saiu nunca de sua cabeça: vampiro. Tinha se tornado um ser, supostamente, das trevas, por isso nada em sua vida agora seria igual. Iria morar com seu tio em um país completamente diferente do que estava acostumado, seus pais haviam sido mortos e seu irmão estava em um estado de coma. Realmente, tudo estava um completo desastre.
Ele não queria aceitar que havia virado uma... aberração. Não queria aceitar que havia se transformado na criatura que havia matado os seus pais. Ele se sentia um verdadeiro monstro. Com esse pensamento, ele desceu as escadas, mas o que viu o fez parar no mesmo instante e o cheiro que invadiu suas narinas o deixou completamente louco. Sangue. Seu tio tinha se cortado ao deixar um prato cair no chão e tentava a todo custo limpar os cacos que estavam no chão, sem se importar com o sangue que escorria pela sua mão. Sua mente gritava para que não fosse, porem seu corpo não respondia e logo o garoto avançava no homem e o atacava, gritos e sangue eram a única coisa que preenchia aquela local. Sangue era algo tão… Tão bom! A única coisa que ele conseguia pensar era que queria cada vez mais e mais, não se importava com os gritos, não se importava com nada. Depois de deixar o corpo morto jogado no piso, abandonou aquela casa que ficava em Seoul, e fugiu. Mas não de cidade, ainda continuaria vivendo em Seoul mas apagando tudo o que já havia acontecido no passado de sua mente, vivendo os anos com dificuldade até que ingressou ao clã Kimura, no ano de 1877.
HEADCANONS.
Por mais que se mostre uma pessoa com mau-temperamento, vez ou outra agressivo e ignorante, Arllow pode muito bem ser bastante carinhoso e protetor com quem ama. Contudo, esse lado consideravelmente fofo do garoto só é visto por pouquíssimas pessoas, ele não se abre muito facilmente e geralmente evita gostar de alguém, e muitos dizem que ele tem o tão famoso coração de pedra.
Perdeu total contato com todos os seus familiares depois que foi transformado, principalmente com o irmão no qual era muito apegado, este que ficou em um coma durante cinco anos. Por mais que tivesse matado o seu tio e se mudado para o outro lado da cidade, ainda visitava o irmão por um certo tempo até perder as esperanças de que um dia ele acordaria. Ainda tem vontade de saber o que aconteceu com ele e acredita que ele tenha se transformado em um vampiro.
Sua sexualidade é algo que ele gosta de manter em aberto, já que desde que se entende por gente, passou a experimentar de tudo e não é bem alguém resolvido nessa área, até porque raramente se envolve com alguém e prefere que mantenha assim. Ele não quer um relacionamento tão cedo.