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⧼ henry cavill, mercenário, manipulação das sombras, COMPRADOR ⧽ — Eu, DANTE MORTIS BLOODMOURNE, 35 anos, vindo de SALTIK, tenho interesse na aquisição de uma esposa da Corte de Luz, deixando minhas ocupações habituais pelo período mínimo de seis meses para me hospedar em Wisteria Hollow, nos termos deste contrato.
Influência junto a nobreza: Muito se especula sobre os poderes do legado Bloodmourne, isso fez com que a família de Dante fosse completamente rejeitada pela nobreza. É fato que muitos contrataram os seus serviços como mercenário e assassino de aluguel, mas ninguém ousava questionar seus métodos altamente eficazes. Os Bloodmourne vivem nas sombras, possuem influência sobre alguns nobres por estes deverem favores, mas aos olhos da sociedade não passam de um sangue sujo.
𝐑𝐀𝐆𝐎𝐓𝐄𝐑 —
A esposa do lorde Hathen ficou completamente desnorteada ao vislumbrar um espírito brincando com seu filho mais velho, por mais que acreditasse nos Gloriosos, lady Arielle sempre se questionou sobre a real existência de almas. Não conseguia compreender se o que via era real e a confirmação veio quando o garotinho de 9 anos olhou para sua mãe e sorriu. "Mamãe, eu chamei um amigo para brincar." Era difícil de aceitar, mas seu filho havia sido abençoado por Hadriel com poderes de necromante. A família então seguiu por longos anos tentando suprimir os poderes do filho, escondê-lo da sociedade a todo custo. Quando questionado sobre quem havia abençoado o jovem, seus pais davam uma resposta evasiva mudando completamente o assunto. Quando o garotinho Marcus completou seus 16 anos, ele foi pego por seu pai praticando as artes ocultas da necromancia. Isto despertou a ira do devoto homem, que acreditou que seu filho havia sido possuído pelo mal. O jovem foi deserdado e expulso, perdendo qualquer título ou influência que o nome Hathen pudesse trazer. Logo a história se espalhou e os boatos sobre um jovem lorde com poderes das trevas começou a circular. Marcus virou andarilho e nunca era bem recebido nos lugares quando se apresentava como um Hathen, pois assim descobriam que era ele quem havia sido deserdado. Foi assim que o legado Bloodmourne nasceu.
Desde o ritual que havia performado as 16 anos, o cabelo de Marcus se tornou branco por completo, o que o fazia ser reconhecido facilmente em Osfro. O jovem precisou sair do país para evitar uma retaliação, passando por diversos povos diferentes até se instalar em Saltik. Foi em meio a uma nova cultura que o primeiro Bloodmourne enxergou uma chance de reconstruir o respeito e poder que havia perdido. Estudando as artes ocultas de Hadriel, seus poderes de necromante foram muito requisitados para trabalhos nada ortodoxos. Desde o contato com os mortos com entes queridos ainda vivos até assassinato, Marcos era capaz de utilizar a morte ao seu favor. O homem não confiava em ninguém e este traço foi passado para suas gerações futuras. Muitas mulheres com quem se deitava apareciam meses mais tarde com bebês alegando ser o pai, mas foi apenas quando um menino, após o ter negado por anos, que o convenceu de que era legítimo. O garotinho tinha cabelos tão brancos quanto o do pai e, aos 7 anos, demonstrou ser abençoado por Hadriel também. O filho de Marcus, Osman, foi agraciado com o poder da absorção de almas. Sugava a energia vital das pessoas ao seu redor se curando e, caso tocasse na pessoa, absorvia por completo sua alma, matando-o.
Era inegável que os Bloodmourne tinham poderes extraordinários para aquilo em que se especializaram. Osman era o assassino de aluguel perfeito, enquanto Marcus mantinha suas atividades como necromante. Possuíam uma extensa coleção de artefatos raros que conseguiram de modo duvidoso, bom, tudo o que conquistaram foi por meios duvidosos. A fama da família não era tão boa assim em Saltik, muitos os viam como demônios, mas ninguém era capaz de afirmar nada sobre seus poderes. Os Bloodmourne se tornaram cada vez mais ricos e influentes em Saltik, tendo muitas posses e dinheiro, mas acima de tudo, eram respeitados e temidos. Qualquer um que pagasse bem o suficiente poderia ter um serviço realizado por eles, e isto incluía a nobreza. Logo tinham nobres devendo favores e entregando posses para os abençoados por Hadriel. Um desses acordos rendeu a união da família Bloodmourne com a abastada família Demir, onde Osman se casou com a filha do nobre. Estranhamete, o homem faleceu poucos anos depois quando seu único neto nasceu, Dante. Isto gerou uma intriga grande entre os pais de Dante, pois sua mãe acreditava que havia sido seu marido o responsável pela morte do pai. Mesmo que este fosse o caso, não havia muito mais a ser feito toda sua herança havia sido incorporada a enorme fortuna dos Bloodmourne.
Dante nasceu, assim como seu pai, com cabelos brancos herdados do avô. Não demorou muito apara apresentar os primeiros sinais da benção de Hadriel. Sua mãe, Ayla, se assustava muito com a obscuridade dos homens da família, mas sempre foi muito respeitada e protegida. Seus poderes se iniciam na manipulação de sombras, onde propaga a ausência da luz absorvendo a vitalidade de qualquer ser vivo, causando pânico e desespero em quem se encontra em meio as trevas. Conforme foi crescendo e se aprimorando, Dante se tornou capaz de usar as sombras para identificar qualquer sinal de energia vital que tocasse as escuridão que propagava. Era um poder formidável, mas foi quando suas sombras absorveram a vida de um homem que a extensão de seu poder se mostrou realmente obscura. Diferente de seu pai, que conseguia sugar as almas com mais facilidade, Dante se sentia drenado quando matava alguém com suas sombras, mas isto não o impedia de usar o poder. Fora ensinado desde jovem a ser um lutador e sobrevivente, conseguia ser furtivo e completar os serviços de maneira excepcional, sendo muito temido em Saltik.
Foi em sua sede por mais poder que Dante decidiu adquirir uma dama da corte de luz. Não se importava com amor ou conexão emocional, mas queria alguém que fosse leal a sua família. Diferente de seu pai e avô, que se relacionaram com mulheres comuns e sem poderes, o Bloodmourne mais novo queria ao seu lado alguém que fosse tão poderoso como ele. Procurava por uma jovem que tivesse um poder útil para a família e uma personalidade que correspondesse à sua. Sabia que não seria fácil, pois os boatos que cercavam sua família não eram dos melhores, mas em algum momento a dama escolhida ficaria frente a frente à Morte. Levava consigo 1.200 peças de ouro, mas não que quisesse a garota mais cara do local. Dante queria conhecer todas para saber quem realmente encaixaria melhor no papel de uma senhora Bloodmourne, uma verdadeira dama da noite e da morte.
𝐂𝐎𝐍𝐃𝐔𝐈𝐓𝐄 —
Dante é um indivíduo ambicioso e muitas vezes manipulador, que não tem medo de usar sua inteligência para manipular as pessoas em seu próprio benefício. Apesar de seu comportamento muitas vezes frio e calculista, o Bloodmourne é leal e dedicado àqueles que ama e está disposto a fazer sacrifícios pessoais para protegê-los. Sua confiança em seus poderes das sombras às vezes pode levar ao esgotamento de energia, mas sua determinação e lealdade à família nunca vacilam. Ele é uma mistura intrigante de lealdade e crueldade, e suas ações podem ser imprevisíveis.
Confusão, e um razoável questionamento da própria sanidade. Fênix percebeu estar na ilha de novo quando veio a si. Por quê? Havia deixado a ilha há um tempo, se lembrava. Quanto tempo? Parecia muito, porém ele não saberia dizer, mesmo que tentasse. Entendia que sua ida havia sido uma decisão difícil, e que abriu mão de muitas coisas quando caminhou para Merino no mês de setembro, o puxão que sentia como o vaivém das ondas. Se entregou ao mar, não olhou para trás nem por um instante, e agora lá estava: amarrado à uma cadeira dentro da própria casa que viveu em Vesper. Tinha morado sozinho por dois anos antes de Ursa Maior se mudar para lá, junto dele, da outra vez. Não eram memórias bem vindas quando olhava a casa agora com uma nova decoração, parte da mobília mudada de lugar, e descobria que agora Lince morava ali. Ninguém se lembrava de histórias de um tarka que tivesse voltado ao mar e depois… voltado à ilha outra vez. Tinha de ser justo com ele?
cnn
De casamento marcado, Fênix foi embora. Escreveu uma carta rápida sobre não ter se adaptado à Saint Abbon de Fleury, sobre sentir o chamado do mar e sinceramente não desejar negá-lo. Ursa Maior a rasgou em mil pedacinhos e quebrou todos os objetos que via pela frente, fez a mala e nunca mais olhou para trás, para aquela maldita casa de paredes brancas, para aquele dia em que dissera sim para um homem do mar, mesmo quando os olhos dele exibiam uma dor permanente que ela não conseguia entender. O odiava desde então. Evitava olhar na direção de qualquer tarka, e odiava as celebrações de novembro. Se ao menos pudesse vê-lo mais uma vez e dar-lhe um bom soco…
Lince não era fã das transformações de outubro, e se contorceu o tempo todo ao olhar Fênix preso à cadeira da mesa de jantar durante aqueles primeiros dias. Não o conhecia, pois havia chegado à ilha no ano anterior, dois anos depois da partida dele. Ouvira falar dele, no entanto, e um sorriso viperino tomou seus lábios quando ele despertou. Deu-lhe as boas vindas de volta, e o deixou a par da situação: ninguém imaginou que você poderia voltar, então me colocaram nessa casa, acho que agora somos roomies! yay! A acidez da ironia não tocou Fênix, extremamente perturbado, que agora tinha mais esse probleminha para lidar enquanto toda a ilha provavelmente o odiava.
Tarka — chegada em Saint Abbon de Fleury: (há 6 anos) há menos de 1 mês
Idade: (não determinada - faceclaim de 26 a 32 anos)
Ocupação: (utp)
Moradia: Vesper
Segundo as lendas brasileiras, caso uma mulher tenha sete filhas mulheres e o oitavo nasça homem, este garoto irá carregar o genes da licantropia. Dizem que assim surgiu o licantropo original, mas não se sabe até que ponto isso é realidade e onde se transforma apenas em folclore. O que se sabe é que Mauricio é o caçula da família Villas Boas, seguindo sete filhas mulheres, e para Isabel, ter um filho rotulado lobisomem era demais. Ela não precisava de um garoto que, além de seguir a tradição familiar com os dons mágicos, também seguisse tradições noturnas. E fora apenas por isso que ela procurou por meios de evitar que aquilo se concretizasse.
Ninguém nunca disse para Isabel que brincar com o desconhecido era perigoso, e foi exatamente o que ela fez ao utilizar de magia das trevas para inibir qualquer possível traço de licantropia do filho mais novo. O feitiço lançado sobre Maurício, ainda em seus primeiros meses de vida, saiu quase perfeito. Algo difícil de ser executado por qualquer bruxa. Mas conforme o moreno crescia, os primeiros sinais de que ela havia sido incapaz de conter todos os efeitos colaterais, deram seus sinais. A personalidade forte, controladora e até mesmo raivosa foi se tornando mais marcante no decorrer dos anos, e nem mesmo a política regrada de Castelo Bruxo foi capaz de tornar o garoto mais contido. Sua transferência para uma Escola dita rígida e com aspectos militares deu-se quando Maurício, por acidente, encaminhou um estudante para a enfermaria.
Ninguém poderia culpá-lo por aquilo, era apenas a fera dentro de si clamando por liberdade. Quando a mãe fora informada da transferência, a verdade sobre o feitiço que, teoricamente protegia o rapaz, foi revelada. Maurício quase enlouqueceu, veja: o sonho de qualquer garoto de dezessete anos era, além de ser bruxo, ter a habilidade de transformar-se em um lobo. E graças ao feitiço de sua mãe, estava inibido de o fazer, caso realmente fosse um licantropo.
Foi então que, invés de melhorar, o Villas Boas somente piorou. Não importava se era um mestiço invadindo o território dos puristas, Maurício lutaria por um espaço seu. E foi como uma erva daninha que o garoto foi se alastrando pelos corredores de Durmstrang, cursando atualmente seu último ano de especialização na instituição. Não se sabe ao certo como não foi expulso até hoje, visto que os ataques raivosos não encerraram. E a escolha por medibruxaria ocorreu somente para tentar encontrar uma cura para si mesmo, no entanto, aprendeu a gostar de cuidar dos outros. Mesmo que somente os ferimentos físicos.