Who else is ridiculously excited for turn to come back????

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Who else is ridiculously excited for turn to come back????
Sou uma mutante, tenho 23 anos, uso Umbracinese quase sempre e Transformismo Animal em raposa sempre que preciso. Por mim, que se dane os humanos.
♠ I was in the darkness, so darkness I became.
♠ A nova mutante:
Natasha nem sempre foi uma pessoa de sorte. Filha de ciganos nômades, foi uma criança muito desejada, a primeira filha do casal Pankova e haviam planos de grandes celebrações no dia do seu nascimento. Festas que levariam dias enquanto o pequeno Natasha passaria de mão em mão como era costume do seu clã. Tudo teria ocorrido como o planejado se uma fatalidade não tivesse entrado no caminho: Sua mãe morreu no parto.
Segundo sua cultura aquele era um sinal máximo de má sorte: O bebê deveria ser morto imediatamente, evitando assim que trouxesse mais desgraça para todos. A tarefa cabia a seu pai ou a um homem mais próximo de sua família. Nenhum deles teve coragem para tal, entretanto. Na reunião feita com o chefe do clã para decidir quem daria cabo da vida da pequenina criatura sua vó levantou a voz e disse que tinha coragem de fazer o que era necessário, só precisava de privacidade. Foi assim que ela se encaminhou para o meio do bosque no local onde eles estavam com uma faca na mão e o bebê no outro braço, seu rosto impassível não deixava transparecer nenhum sentimento.
Todos estranharam a demora da anciã em retornar, mas se tranquilizaram quando horas depois ela apareceu com o avental sujo de sangue. O que nenhum deles sabia era que o sangue em suas vestes não era de sua neta, e sim de algum pequeno animal que ela havia matado no meio do caminho de volta do orfanato. Não, ela não tivera coragem de matá-lo. Na verdade o bebê estava naquele momento no Orfanato da Madame Cassandra Phillips, nos braços da proprietária do local.
No começo ninguém prestou muita atenção na garota. “Mais um bebê remelento para eu cuidar”, foi o máximo que a babá encarregada dele pensou. Quando coisas estranhas começaram a acontecer demoraram para ligar os fatos a Natasha, barulhos esquisitos, sombras fora do lugar… Como tudo isso podia ter ligação com um bebê? Assim que perceberam a causa dos “incidentes”, porém, tomaram uma decisão rapidamente: Ela tinha de ser levada para outro lugar. Apesar de a dona do orfanato não ser totalmente à favor do convívio com mutantes, ela não teve coragem de matar uma criança, queria se livrar dela o quanto antes e só.
Foi assim que ela foi parar no Orfanato da Srta Peregrine para Crianças Peculiares. O lugar horrível era para onde eram mandadas todas as crianças que pareciam não ter solução, fosse por mal comportamento, fosse por serem filhos de assassinos, ladrões e até… mutantes. Natasha cresceu ali e, eu tenho de dizer, aquele era um péssimo lugar para passar os primeiros anos de sua vida. Ela apanhava com frequência e quando fazia algo muito ruim era queimada com a ponta do cigarro da mulher que era responsável por ela. Por sorte, o dom que ela viria a descobrir anos depois fazia com que se curasse ligeiramente mais rápido que alguém dito “normal”. Quando a Umbracinese veio, numa noite fria de inverno, de algum modo ela soube que aquilo mudaria sua vida. E ainda mais tarde, quando pela primeira vez ela se transformou numa raposa, o apelido veio à calhar com sua nova personalidade. Foxy.
Chegou a ser adotada algumas vezes, mas sempre era devolvido por pais assustados alegando que havia “algo muito, muito errado” com a garota. Foxy acabou aprendendo a se virar sozinha, fazia a própria comida, cuidava das próprias roupas, comia isolada num canto da sala. No seu interior, porém, algo estava acontecendo. Se no começo ela ansiava por contato com os humanos, com o tempo tudo que restou no lugar desse desejo foi o ódio por aqueles que demonstraram medo quando finalmente descobriram o que ela era. Na primeira vez que encontrou um mutante ele lhe ensinou que os estranhos eram os humanos, e não eles. O mutante se chamava Enkil e foi ele quem a ensinou o termo que eles mereciam: Involuídos. Aquela palavra não demorou muito para entrar no seu vocabulário e, junto com ela, o pensamento de que os humanos deveriam se eliminados.
Enkil, porém, precisou ir embora. Na última vez em que se viram ele a levou até o Acampamento e a entregou um presente: Uma desert eagle .50, com a condição que a garota não a usasse até completar 14 anos. Aí começou a sua jornada de aperfeiçoamento: Ela treinava todo tipo de luta durante a manhã, e à tarde ensaiava controlar seus poderes. Não tinha certeza de qual dos dois era mais difícil. Sua baixa estatura e compleição fisíca frágeis tornavam difícil a luta corpo-a-corpo. Fora isso, seu poder era extremamente forte, quase opressor. Acabou trocando o treino de combate por treino com armas, em alguns anos aprendeu a atirar extremamente bem, ser capaz de usar o arco-e-flecha se fosse necessário e até manejar uma espada sem cortar a própria cabeça.
O poder continuava sendo um problema: Os efeitos colaterais se tornavam cada vez mais fortes. Um dia, por pura sorte, um mutante ancião de passagem por ali lhe ensinou o segredo do controle do poder: Drogas. No começo ela não acreditou, mas quando semanas depois ficou bebeu seu primeiro copo de cerveja, percebeu que realmente funcionava. Daí em diante uma garrafa de vodka se tornou sua companheira quase inseparável. Nunca chegou a se aventurar para além de linha do álcool além de um cigarro ou dois, precisava se manter sadia para o combate que estava por vir. O combate contra a raça humana.
Atualmente ela não tem grandes problemas dentro do acampamento, em grande parte por não gastar muito do seu tempo socializando. Vez por outra caminha entre os humanos, para investigar sobre eles e, mais raramente, descarregar sua raiva. Com o tempo desenvolveu uma personalidade impulsiva, explosiva e mal-humorada, sempre dividindo seu tempo entre o tédio mortal que impera no acampamento para ela e o treino de suas habilidades.
♠ FC: Knesia Solo
♠ Este personagem encontra-se Fechado
♠ Taken by Beatriz
I'm her heart.
this is why I watch Lost Girl