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hoje o dia foi agitado e cheio de afazeres, pelo menos pela manhã tive uma aula incrível sobre as origens do pensamento decolonialista! é super interessante estudar isso sendo latina, brasileira e do sul, existem tantas nuances e camadas sobre o que o brasileiro passa e resquícios do que restou do colonizador dentro de cada latino.
nossa força é muito maior do que imaginamos, amo ser irmã da america latina e estudar filosofia a partir dos nossos olhos, é inspirador 🖤
Today was a haaard day and full of chores, at least in the morning I had an incredible class about the origins of decolonialist thought! It's super interesting to study this being Latina, Brazilian and southern, there are so many details and layers about what the Brazilian goes through and remnants of what was left of the colonizer within each Latino.
Our strength is much greater than we imagine, I love being a sister of Latin America and studying philosophy from our eyes, it's inspiring 🖤
• deixo aqui algumas musicas pra vocês ouvirem e se inspirarem também 🖤🇧🇷
I leave here some songs for you to listen to and get inspired too 🖤🇧🇷
• deixo tbm o link da minha playlist de musicas brasileiras que sou apaixonada!
I also leave the link to my playlist of Brazilian songs that I'm passionate about!
I come from a place where one part of the population doesn't see itself as being latinoamericane and another one sees itself as being so much latinoamericane that it can do no wrong and never did. It denies our imperialistic ways and our internal colonialism that deeply affects povos originários, ethnic groups and immigrants. And there is also a part that is behaving exactly like the tweet describes, and it's mind-boggling because it comes also from left-wing individuals, self proclaimed communists, that demonstrate nationalism and a deeply ingrained appreciation for borders brought by colonial nation-states.
Being latine always was about the shared struggles of colonization, subjugation, genocide, everything that resulted from that and our povos originários' uninterrupted endurance.
This notion of latine = ethnicity resulting from mestiçagem is shameful, the notion of mestiçagem is by itself the foundations of what it's called in Brasil "mito da democracia racial" that is basically the notion that everyone in the country is mestiço, therefore, there is no racial/ethnical disparities. And the notions of what it means to be latine for uslatines being feed to latines from the rest of the continents is bringing this back and it's only going to end in yet more subjugation.
Fauna, flores e nativos brasileiros, por Carybé, 1953.
Festival Latinidades 2024 exalta a mulher negra
Reprodução: © Arte Festival Latinidade Evento começou nesta sexta-feira em Salvador Publicado em 06/07/2024 - 12:32 Por Agência Brasil - Brasília ouvir: Começou nesta sexta-feira (5), em Salvador, a 17ª edição do Festival Latinidades, o maior evento cultural brasileiro de exaltação da mulher negra como potência social, criativa e econômica. A programação gratuita segue até o domingo (7). O tema da edição deste ano é Vem ser Fã de Mulheres Negras. “Um chamado para reconhecer e celebrar a força transformadora dessas mulheres, ato que pode ser interpretado como revolucionário em uma sociedade machista e racista como a brasileira”, sublinha Jacqueline Fernandes, diretora-geral e idealizadora do festival. “Ser fã na verdade é muito mais do que uma palavrinha”, declarou em entrevista à TV Brasil. “Numa sociedade racista e machista, em que ceifam mulheres negras, é algo verdadeiramente revolucionário”. Presente no calendário cultural brasileiro desde 2007, quando a primeira edição do festival foi realizada no Distrito Federal, neste ano o Latinidades expandiu horizontes, aportando sua programação multilinguagens também na Bahia, em Goiás e São Paulo. Em todos os casos, a programação reforça a contribuição das mulheres negras para a sociedade em diferentes áreas, com destaque para o papel estratégico das artes e da cultura na promoção da equidade de gênero e raça. Na sexta-feira, as apresentações foram abertas com o espetáculo da dançarina e professora Vânia Oliveira, seguido por debates e uma sessão da peça Medeia Negra, concebido pela atriz e escritora Márcia Limma e dirigido por Tânia Fariase. Neste sábado, de 14h às 17h, tem lugar a parte literária do festival, com conversas e lançamentos de obras com temática negra. Um dos livros foi escrito com base na experiência do projeto Estamos Prontas, tocado em parceria com o Movimento Mulheres Negras Decidem e o Instituto Marielle Franco, cuja meta foi fortalecer 27 lideranças negras pré-candidatas de todo o país que concorriam a uma cadeira no Legislativo em seus territórios. Em seguida, ocorre um recital da advogada, maquiadora, retratista e poeta Luciene Nascimento. “Eu acho que o maior pano de fundo do festival é o afeto e o reconhecimento do lugar da mulher negra em todos os estratos sociais”, avalia a produtora cultural Sueide Matos. “Eu acho que o mais profundo e o mais forte é o amor. É como esse festival é capaz de emocionar com tanto amor entre os povos e as mulheres pretas no Brasil”, complementou. O domingo está reservado ao quarto Concerto Internacional Contra o Racismo, realizado pela Coalizão Global Contra o Racismo Sistêmico e pela Reparação, uma plataforma de ação global contra o racismo criada pelo Instituto Afrodescendente de Estudos, Pesquisa e Desenvolvimento, em conjunto com o Centro das Mulheres Afro, da Costa Rica. No concerto, se apresentarão artistas da América Latina como Sasha Campbell (Costa Rica), William Cepeda (Puerto Rico), Bel and Quinn (Haiti-Canada) e Sued Nunes (Brasil). Edição: Fernando Fraga
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