Mafia Fresh be like. Smoke bombs.
B U T M A K E I T C O L O R F U L
Oh hell yeah, broseph 👌👌👌 that sounds about right, too

seen from Singapore
seen from Türkiye
seen from Switzerland

seen from Singapore
seen from Türkiye
seen from Australia
seen from Hong Kong SAR China

seen from Russia

seen from United Kingdom

seen from Türkiye

seen from Belgium
seen from Bulgaria
seen from China

seen from Germany

seen from Türkiye

seen from Australia

seen from United States

seen from Germany
seen from China
seen from Kuwait
Mafia Fresh be like. Smoke bombs.
B U T M A K E I T C O L O R F U L
Oh hell yeah, broseph 👌👌👌 that sounds about right, too
Do you like horror stories?
Not really. I used to like them a lot but then I started to try to write them and realized that writing a horror story is a lot more work than I used to. (I still enjoy doing research on a subject, trying to imagine what a weird thought or idea might feel like, imagining how a fictional character might behave. I don't want to make that a thing I do in fiction that I don't do in non-fiction.)
Boop
Boop: Has anything ever made you cry?
I have cried in the past, but not recently.
ummm... Hi.
Hi there. I’m Lucy Dexter, and I can kick your mind’s sorry butt if you infuriate. Don’t mess with the Dexter-nator people.
Anyhoo, I’m Lucy Dexter and I supposedly “died” according to this guy named “Mark Walden”. He’ll see who dies if I don’t get to find out @otto-malpense , @wingfanchu , @shelbytrinity and Laura got up to after my “death”.
Did I get you there? i’m actually @swaggythingamabob from before
HEHE GOTCHAGOTCHAGOTCHAGOTCHAGOTCHA
anyhoo, imma pretend i’m lucy for the thrill of it :)
SWAGGY OUT
Sobre Nossas Asas e Âncoras
Um pequeno devaneio a respeito de uma eterna procura
Viemos ao mundo sozinhos. Vamos deixá-lo da mesma maneira; desacompanhados. Então por que sentimos a necessidade de encontrar alguém que nos faça sentir um pouco mais seguros? Alguém para nos aconchegar um pouquinho? Se vamos terminar exatamente como começamos, por que nos sentimos incompletos a menos que haja alguém para apertar nossa cintura carinhosamente ou colocar uma mecha de cabelo atrás da orelha? Alguém para dizer exatamente aquilo que precisamos nos momentos que precisamos, alguém para rir um pouquinho, aliviar o peso da constante seriedade que nos rodeia. Se nascemos para ser solitários, por que precisamos encontrar alguém que sopre esse sentimento para longe?
Alguns de nós são espontâneos, fáceis e abertos a todo sorriso novo, qualquer risada diferente já encanta, como um convite. Outros são mais trancados, duros na queda, quase impossíveis. No fundo buscamos a mesma coisa, a mais simplória de todas: alguém para nos fazer sentir em casa. Alguém para ser a nossa casa. Algumas pessoas buscam asas, para poderem voar sem medo de cair e dar de cara no chão. Tudo o que outras querem é uma âncora para ajudar a manter as coisas no seu devido lugar.
Sou dessas que se força a acreditar que nascemos e morremos para dar a cara a tapa, sozinhos. Na realidade estou sempre com barreiras erguidas e soldados a postos. Quem diria que isso viria de uma romântica incorrigível?
Chegar em casa e encontrar alguém te esperando, dormir com braços quentes e cuidadosos em volta do corpo, acordar com o olhar sonolento daquela pessoa que faz seu coração bater um pouquinho mais rápido. Por que isso vale tanto se no final não vai fazer diferença? Talvez seja exatamente por isso.
Talvez, na tentativa de provar que pequenos gestos de carinho mudam a solidão que nasceu conosco, realmente mostramos que não somos tão sozinhos assim. Talvez, não tenhamos nascidos tão solitários afinal. Quem sabe a solidão não seja apenas um passo, um trecho do caminho? Talvez sejamos como as conchas, metades de um inteiro. Um lindo, engraçado e distante inteiro.
Talvez estejamos por aqui buscando nossas asas e âncoras. Ou, quem sabe, sejamos simples como as conchas, apenas procurando nossa outra parte, aquela metade que vai se encaixar perfeitamente em nós e fazer toda essa busca idiota valer a pena.
Inevitável
Sobre contradições, felicidade e reflexões
Eu acabei decidindo ser feliz por mim mesma. Se importar demais sempre custou caro. Sorrir forçadamente sempre machucou muito. Acabei tendo que me acostumar com ausências e alguns lugares ocos. A vida é assim; quando nos acostumamos com a presença de alguém, essa pessoa acaba indo embora. Parece até aquela tal de teoria da conspiração. Acabei percebendo que olhar mais no espelho pode ajudar sim a auto-estima. Às vezes esse maldito espelho também pode causar uma bela dor de cabeça, mas fazer o que? É a vida. Acho que sempre vou ser esse poço de carência e confusão, uma coisa inevitável. Decidi conviver com isso. Essa busca incessante pelo estúpido “eu interior” está acabando comigo. Vivo tentando me entender, tentando achar alguma resposta para essa pessoa complicada que sou e sempre acabo voltando para a estaca zero. É frustrante. Inevitável.
Acabei percebendo que as pessoas nunca vão nos entender como realmente queremos que elas entendam. Às vezes sou eu, também existe essa possibilidade. Quem sabe sou a única pessoa complicada o suficiente para ter vontade de desistir de mim mesma de vez em quando? Vai saber… Ou não. Às vezes não sou a única. Digo que aprendi a conviver comigo mesma, minto sobre a felicidade e me conheço bem o suficiente para saber que amanhã mesmo vou estar questionando Deus e o mundo por não colocar uma pessoa que presta na minha vida para me fazer rir. Acabo me perdendo em meio a tantos pensamentos, tanta coisa que queria escrever mas esqueço por conta de uma mente perturbada. Digo que não sinto falta das pessoas mas a verdade é que daria o mundo para ter algumas de volta. Digo que não ligo para o fato de ser bem sozinha quando de vez em quando preciso de um abraço ou outro. Que peça essa vida pregou em mim, hein? Fazer logo a garota do coração de gelo se sentir toda sentimental e carente. E essa coisa de dizer que sou a garota do coração de gelo? Oras, meu coração bate como o de qualquer outra pessoa e sangra também.
De vez em quando tenho vontade de jogar tudo pra cima, arrumar minhas coisas em uma mala só e ir embora sem me despedir de ninguém. Sem satisfações, amarguras e inseguranças. Tentar ser feliz dá trabalho, essa busca incessante cansa. Acho que no final do dia, só queremos e acreditamos que a felicidade é algo... Inevitável.
Gostou do texto? Não deixe de comentar!
Página 365
Uma crônica sobre promessas de fim de ano
Todo ano é a mesma coisa. O ano vai finalmente chegando ao fim e nos pegamos pensando sobre as realizações (ou a falta delas) dos últimos 365 dias. Fizemos tudo o que havíamos prometido? Cumprimos todos os acordos e promessas? Criamos coragem na cara e perdemos aqueles “quilinhos” a mais só para ganhar tudo de novo durante a ceia de Natal? Será que lemos o tanto que gostaríamos, fomos a festas o suficiente, conhecemos pessoas novas e alcançamos outro patamar no trabalho ou na escola? Essas são boa parte dos desejos e promessas feitas todo ano na frustrante esperança de finalmente realizá-los.
Toda virada de ano faço promessas e digo para mim mesma: “esse vai ser o meu ano, esse ano vai ser diferente.” Prometo que vou ir todos os dias à academia, prometo que vou parar de comer pizza toda semana, prometo que vou aprender e tocar algum instrumento novo, que vou começar a estudar como uma louca nos primeiros dias de aula para não ter que me preocupar com isso depois. Prometo que vou sair mais e parar de reclamar das pessoas como uma velha rabugenta, que vou escrever x número de páginas de um projeto, que vou tentar detestar um pouquinho menos química e por aí vai. Até fevereiro a empolgação ainda é presente e por alguns dias eu tenho fé que vou conseguir cumprir tudo o que prometi. Ao longo do ano a escola vai acabando com meu tempo e o que resta dele é unicamente dedicado ao estresse e à frustração de não conseguir descansar o suficiente nesse intervalo. Quando me dou por mim já estou em novembro, o ano escolar está acabando e percebo que não fiz absolutamente nada - ou quase isso - do que queria ter feito nos últimos 10 meses do ano seja porque não tive tempo ou porque estava ocupada demais reclamando sobre não ter tempo para fazer o que eu quero. Dezembro chega e com isso o medo de ter que encarar mais um julgamento próprio na noite de ano novo. É quando desenterro aquela velha caixinha “o que deu errado nesse ano” e me sinto mais relutante que ansiosa para o ano seguinte. Será que dessa vez vou conseguir fazer tudo o que eu quero? Será que prometo alguma coisa?
Enquanto ouço as músicas e observo um festival de cores embelezando a noite, tento adivinhar o que o ano seguinte me aguarda. Quais são as promessas que as pessoas ao meu redor estão fazendo? Será que vão conseguir cumprir todas? Ou será que não sou a única presa a essas frustrações de querer e não conseguir?
Esse ano eu decidi mudar, decidi fazer diferente. Não vou prometer nada enquanto o céu explode em cores. Decidi não me submeter àquelas indignações durante o ano de perceber que não cumpri promessas feitas em meio a festas e folias. Esse ano vou olhar para trás e ver o que eu de fato consegui realizar sem ter prometido nada. Na virada de ano vou torcer para o ano seguinte ser melhor, mas sem essa de esperar o universo fazer todo o trabalho. Sei que coisas maravilhosas aconteceram apesar de tudo e são essas que nos fazem querer aproveitar ao máximo o que resta do ano. Conhecer pessoas novas, ir todos os dias à academia, perder aquele peso básico, focar mais no trabalho e nos estudos… Tudo isso vem com dedicação e vontade. Esse ano não vou prometer nada. Quero deixar acontecer e ver no que dá. Fazer o que tenho vontade, me dedicar ao que gosto e até ao que eu não gosto muito mas tenho que fazer.
Espero que essa virada de página seja boa e que faça bem. Que traga ventos novos e mudanças. Que cada dia seja um novo dia, no mais clichê dos sentidos. Espero que oportunidades não faltem e conquistas não sejam nunca o suficiente. Que pessoas novas e com algo para contar se apresentem e me apresentem. Que os momentos ruins fiquem no passado mais rápido que o costume e que os bons hesitem cada vez mais em passar depressa. Espero que cada sorriso seja sincero e que cada lágrima seja ligeira. Que o ano seguinte seja fantástico à sua própria maneira.
Enquanto o mundo todo se reúne em algum lugar e festeja o fato de que o dia chegou ao fim, quero que a noite seja colorida com as cores mais bonitas de todas. Que a virada de ano dê alegria para todos aqueles que precisam desse carinho. Que o ano que está cada vez mais próximo abrace forte todos os que estiverem aguardando ansiosamente a sua chegada e que surpreenda aqueles que não dão muita bola.
Prometer não prometer nada.
Feliz ano novo, que o céu que você observa nessa noite seja o mais colorido de todos.
26 de Dezembro
Uma crônica sobre o dia depois do Natal
O dia 26 de Dezembro traz uma certa nostalgia. Talvez maior ainda do que a do Natal. O 26 de Dezembro é como a calmaria depois de uma catástrofe, o cheiro de orvalho de manhã bem cedo. Em alguns lugares ainda é feriado, em outros a data nem foi comemorada. Algumas pessoas estão se recuperando de uma boa festa, já outras seguem a vida como se nada tivesse acontecido. Algumas pessoas esperam o ano inteiro pelo Natal, outras mal podem esperar pelo fim da comemoração.
Ao contrário da grande maioria das pessoas que conheço, eu adoro a época de Natal. Amo passear pela cidade e ver todas aquelas luzinhas enfeitando os prédios e as praças. Adoro ir ao shopping e ver a decoração vermelha colorindo as lojas. Mesmo em meio a brigas faço questão de montar todos os anos uma humilde árvore de Natal e deixá-la da maneira mais colorida e baranga de todas. Gosto da nostalgia que vem quando uma melodia natalina é entoada por uma caixinha de músicas ou por algum Papai Noel dançante.
Gosto de me sentar à mesa e observar os parentes compartilhando histórias engraçadas e desenterrando casos que a maioria nem lembra. O truco de vez em quando dá o ar de sua graça, mas o eterno “é pavê ou pra cumê” nunca deixa de aparecer. As passas sempre são deixadas de lado e a ceia quase todas as vezes agrada. O amigo oculto nem tão oculto assim, as piadas daqueles tios caretas e as típicas perguntas sobre os namorados inexistentes. No meu Natal eu me reúno com todos os outros primos, fazemos piada sobre a tia querida mas inconveniente, fazemos graça uns com os outros e falamos do nosso passado em família como se fossemos os mais velhos da mesa. O riso vem fácil e as memórias também. Quando a ceia termina, a última garfada na sobremesa acontece e alguns já se levantam para ir embora, é impossível não se perguntar como será o ano seguinte.
Acordo no dia 26 sem conseguir deixar de pensar que está faltando alguma coisa. Vejo os presentes já abertos em baixo da árvore, as sobras da ceia da noite anterior e as conversas sobre como aquele amigo da família se comportou de maneira desagradável durante o jantar. A vontade de desmontar a árvore já aparece, os presentes começam a ser guardados e aos poucos o sentimento natalino vai indo embora. O dia 26 de Dezembro é o único dia que começa Natal e termina como outro qualquer.
O dia 26 de Dezembro é dia de pensar no ano novo, no que o ano seguinte pode representar. É dia de começar a arrumar as malas para voltar para casa e continuar a rotina de maneira um pouquinho mais revigorada. Desfazer as malas em casa, começar a usar os presentes, planejar o que fazer no resto do verão. O ano vai terminando e aos poucos a animação natalina também vai se esvaindo.
Espero sempre que o Natal do ano seguinte seja melhor e satisfatório na medida do possível. Mesmo não sendo perfeito, é o meu Natal e pronto, vou viver com isso. Enquanto guardo todos os enfeites de volta nas caixas, mal posso esperar para desembrulhá-las novamente ano que vem, sentar à mesa na casa da minha avó e pensar sobre como essa época vermelha deixa minha nostalgia um pouquinho menos cinza.