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You’ve ever read the A Life of Faith series (Elsie Dinsmore, Millie Keith, Violet Travilla, Laylie, etc.). These books make me so happy
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You’ve ever read the A Life of Faith series (Elsie Dinsmore, Millie Keith, Violet Travilla, Laylie, etc.). These books make me so happy
too late for mermay ;_; but here’s a WIP of something new and fun and mine
done on stream just now !!!
The day seems to last forever, as if it read my heart With passing time, will it fade? Except for your empty space, everything is the same My heart must be broken Can't seem to accept that I sent you away All my love is now in vain I sent you away But my waiting has just begun Don't leave my love I may never see you again You are still in my heart Except for your empty space, everything is the same My heart must be broken Can't seem to accept that I sent you away All my love is now in vain I sent you away But my waiting has just begun Don't leave my love I may never see you again You are still in my heart Don't leave my love I may never see you again Wherever whenever When you're tired and discouraged, come back to me Be happy my love Until that day, forever that day (when we can be together) I want you to forget me Don't hesitate For now.
Laylie
Eu ainda me lembro das músicas que eu costumava ouvir só para lembrar dos momentos em que aviamos passado juntos. Era uma espécie de auto-tortura. Eu me mutilava por dentro e meu coração já não aguentava mais. Acredite, ainda não aguento. Juro que ainda faço questão de guardar todas aquelas fotos que tiramos juntos. Você as odiava, lembra? Seus cabelos bagunçados e seu sorriso torto eram o que mais te incomodavam. Mas para mim, você era linda. Você é linda. Era uma beleza absurdamente surreal. Aquela pele pálida e fria, cabelos negros, olhos negros e tristes se remetiam ao brilho de cada manhã. E quando a via sorrir era como se tudo ao meu redor não importasse mais. Somente eu e você. Ali. Laylie. Esse era seu nome. Como poderia me esquecer, afinal? Impossível. Seu nome era lindo, assim como triste. Isso me transmitia paz e medo. E, quando via uma lágrima escorrendo pelo delineado perfeito de seu rosto, me desesperava, pois era a criatura mais frágil, bela e fria que já tinha visto; que já tinha cuidado. Era minha. Suas tristezas eram minhas. Só havia um problema: Eu não lhe pertencia. Tampouco minhas tristezas. Eu tinha tanto medo de te fazer algo, de te deixar cada vez pior; mais triste do que já era. A tristeza em seus olhos era evidente e eu sempre soube que não poderia fazer absolutamente nada para tirá-la de ti. Ao menos eu tentava me esforçar para não lhe proporcionar mais tristezas. Eu lhe dei meu coração. Dei-lhe parte de minha vida. Foi o suficiente? É, acredito que não. Provavelmente não. Afinal, você acabou partindo. Eu não fui o suficiente. Eu queria ser a única pessoa a saber dos seus problemas, das suas alegrias e da sua tristeza. Eu queria ser o único a saber de tudo relacionado a você. Eu queria ser somente seu e queria te ter exclusivamente para mim. Mas, Laylie, minha querida, não foi assim que aconteceu. Não chegou nem perto de parecer que era assim. Eu sabia desde o começo e não quis acreditar. Eu sabia, bem lá no fundo do meu coração e da minha alma, que isso nunca daria certo. Realmente não deu. Culpo-me todos os dias da minha vida por isso, pois minha ganância era maior do que o amor que eu dizia sentir por ti. Eu sabia disso o tempo inteiro. Tudo sempre foi tão triste entre nós. Desde o dia em que nos conhecemos, lembra? Eu me encantei por tal beleza e a tristeza em seus olhos foi o que mais me chamou a atenção. Eu queria poder mudar isso e sentia que era capaz de fazer tal ato. Burrice de minha parte. Eu não conseguia curar a minha própria tristeza. No entanto, meu interesse era maior. Acho que foi isso que acabou nos unindo: Meu interesse em ter-lhe ao meu lado.
Foi isso, então, que acabou nos afastando, minha doce Laylie? Meu orgulho, meu egoísmo, meu eu? Isso me atormenta há um pouco mais de dois anos. Culpo-me. Foi o adeus mais vago que já pude presenciar; sentir. Apenas a vi se virando e, com uma frieza estrondosa, a vi partir. Talvez a tristeza habitasse somente em mim. Talvez o mais triste dessa história fosse eu. Sou eu. E é isso que eu não aguento; a culpa, o remorso. Por isso fico aqui, me torturando com a nostalgia de cada momento nosso. Do que já foi.
Miaou.