✦ Nome do personagem: Lee Jihoon.
✦ Faceclaim e função: Q - The BoyZ.
✦ Data de nascimento: 05/11/1998.
✦ Idade: 27 anos.
✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreano.
✦ Moradia: Mount Olympus.
✦ Ocupação: Artista autônomo.
✦ Bluesky: @JIHOON98MO
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE, SMUT.
✦ Comportamento: É um jovem tranquilo, nunca irá ouvir um som alto vindo da casa dele por preferir usar fone de ouvido, acessório esse que faz parte do estilo dele. Está no meio termo entre extrovertido e introvertido, não gosta de chamar atenção, mas gosta de ser visto. Bom de conversa e de iniciar também.
Biografia:
Nascido na Coreia do Sul, Jihoon foi adotado ainda pequeno por uma influente e estruturada família coreana de classe alta. Crescer em um lar cercado de privilégios financeiros nunca corrompeu sua essência: desde cedo, ele se destacou por sua personalidade solar, seu coração enorme e uma generosidade genuína que encantava a todos ao seu redor.
Enquanto a dinâmica entre seus três irmãos sempre tendeu a ser mais competitiva e voltada para as expectativas de sucesso e negócios, Jihoon seguiu uma linha completamente diferente. Ele nunca olhou para o patrimônio da família com olhos de ambição ou ganância; seu foco sempre esteve nas conexões humanas, na sensibilidade e na arte. Essa transparência de intenções e dedicação sincera aos seus interesses sempre renderam a ele um profundo apoio e orgulho por parte de seus pais, que enxergam na clareza do caçula uma virtude rara, estabelecendo uma relação de muito carinho e suporte mútuo, embora o mesmo afeto não seja compartilhado por dois de seus irmãos mais velhos, que frequentemente confundem o acolhimento dos pais com favoritismo.
Guiado pelo desejo de se expressar e contar histórias, Jihoon ingressou na faculdade de Artes Cênicas para estudar Atuação e Teatro. Durante o curso, ele foi uma figura carimbada no campus: dividia seu tempo entre as aulas teóricas, oficinas de roteiro e uma participação ativa no clube de cinema da universidade. Mesmo que transbordasse paixão pela teoria cinematográfica e pela escrita, a prática da atuação sempre se provou um desafio à parte. Dono de um jeito meio bobinho, adoravelmente desastrado e sem um dom dramático natural ou técnica impecável – nas más línguas, péssimo ator –, o coreano frequentemente se atrapalhava nos palcos e nos testes. Mesmo assim, sua dedicação nunca vacilou. Ele persistiu em cada ensaio e, recentemente, alcançou seu grande objetivo de curto prazo: colou grau na faculdade e conquistou oficialmente seu registro profissional para exercer a profissão.
Como um presente de celebração pela conclusão de sua faculdade e como incentivo para que ele comece a trilhar seus próprios passos no mundo artístico, seus pais o presentearam com uma mansão no condomínio Acropolis Complex. A indicação do local veio diretamente dos pais, que viram no complexo o ambiente ideal, seguro e inspirador para que o filho explore sua independência.