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• Stupid Wife
Ninfetinha fodendo com casal.
Mel, loira, ninfeta, do interior de São Paulo, 19 anos.
Era uma noite quente e calorosa, o look que compus foi uma saia jeans curta, uma blusinha soltinha, usava a mesma sem sutiã, deixando os seios bem à vontade, nos pés usava um salto de 15 centímetros, com os cabelos longos e soltos, uma maquiagem leve porém com um batom vermelho fazendo minha boca se destacar.
Queria sair para beber, decidi sair sem destino, mas acabei parando no centro da cidade, onde havia vários pubs e umas casas de swing. Como uma ninfetinha safada e curiosa, nunca havia entrando em uma casa de swing, havia uma que era permitido a entrada de mulheres desacompanhadas e casais, então decidi pagar minha entrada e assim que entrei me deparei com um bar simples, fui até o balcão e pedi um bom drink, me sentei perto do balcão, enquanto bebia o drink eu observava tudo ao meu redor.
Comecei a observar umas mesinhas onde tinham vários casais conversando, ainda não tinha encontrado outra mulher que estivesse desacompanhada... após o drink acabar, eu pedi outro, continuei a beber.
Após o terceiro drink, um casal se aproximou do balcão, bem próximo de onde eu estava sentada, a esposa do homem não parava de me encarar então decidi abrir um sorrisinho no canto da boca e em seguida pisquei para a mesma.
O casal começou a conversar entre si e então decidiram se aproximar de mim, perguntando se eu queria companhia, eu decidi aceitar pois estava precisando. Começamos a conversar, nos conhecer enquanto bebíamos, após cinco drinks eu já não queria mais beber, então o casal bastante compreensível, me chamou para umas salas reservadas que havia no primeiro andar daquele estabelecimento, então fomos...
Chegando lá, percebi que havia uma cama de casal e duas poltronas largas. Eu me sentei bastante a vontade na poltrona, o homem ficou sentado na beira da cama e a esposa dele se sentou ao meu lado.
Ela era uma mulher morena de 32 anos, com um físico malhado, de altura baixa, tinha cabelos lisos preto e curtinho, estava vestida com um vestidinho apertado e curto, e usando um salto 16 centímetros e se chamava Alícia.
Ele era um homem alto de 37 anos, careca, forte, moreno e bastante musculoso. Estava com uma calça jeans, uma camisa e um tênis. Bem esportivo. Ele se chamava Wagner.
Eu como uma ninfeta de 19 anos, me destacava entre aquele casal maduro, com um corpo escultural, de altura média e bem loirinha, com nádegas carnudas e que chamava bastante atenção.
A Alícia mostrou que não queria perder tempo, então a safada me beijou de língua, eu retribui um beijo intenso e molhado, entrelaçando nossas línguas, durante o beijo, o esposo da mesma ficou louco só de olhar. Após o beijo, nós duas demos uma risada safadinha...
Durante esse momento, Wagner começou a alisar o cacete dele por cima da roupa, eu percebi que ele tinha ficado excitado, pois o caralho imenso dele já estava marcado na calça jeans.
Wagner começou a se despir, enquanto eu e a Alícia nos alisávamos, levei minha mão direita por baixo do vestido dela e percebi que essa safada estava sem calcinha e toda molhadinha, comecei a alisar o grelo dela e a enfiar um dedinho na bucetinha dela, ela começou a dar leve gemidos. O esposo dela já estava com o cacetão duro para fora, então após as carícias na mulher dele, eu me ajoelhei na frente dele e comecei a mamá-lo. Alícia também se ajoelhou e começou a mamar ele comigo, deixamos o cacete dele bem lambuzado de saliva. Ele não parava de gemer.
Quando paramos de chupa-lo, os dois se deitaram na cama, me apoiei na cama de quatro, levantei o vestido da esposa dele que estava deitada e comecei a chupar a buceta dela, ela gemia loucamente e ele como um bom macho, não perdeu tempo, levantou minha saia e colocou minha calcinha de ladinho, passou cuspe no próprio cacete e começou a meter na minha buceta, segurou meu cabelo como um rabo de cavalo, era uma pegada excitante.
Entre as línguadas deliciosas que eu dava na bucetinha dela, soltava uns gemidos bem manhosos, sussurrando pedia para ele meter com força e a Alícia não parava de gemer e revirar os olhos.
Após ele me foder bastante naquela posição de quatro, fiquei deitada com as pernas para cima, e ele continuou a meter na minha buceta, a Alícia começou a chupar meus seios e morder os biquinhos do mesmo e a com a mão ela massageava meu grelo, ela era tão safada que pediu para o próprio esposo gozar dentro da minha buceta.
Eu gemia loucamente de tesão nesse momento, o Wagner cada vez mais metia mais forte, eram estocadas intensas. Até o momento que ele meteu profundamente e parou com a pica dentro da minha buceta, ele sussurrou com uma voz fraca e rouca: eu vou gozar, aí caralho! - Ele revirava os olhos loucamente. O macho deu uma leitada na minha buceta, enquanto a esposa dele me acariciava.
O tesão que eu sentia naquele momento era inigualável. Após ele gozar, o pau dele continuava duro, então ele mandou a esposa dele, ficar de quatro para ele. Enquanto, ele começava a enrabar o cuzinho dela, com a pica toda melada de porra, eu me deitei arreganhada e ela começou a chupar minha buceta e a lamber todo leitinho que tava escorrendo da minha buceta, que o próprio macho dela preencheu.
Depois dela lamber tudo, ela mudou de posição e eu comecei a beijá-la, enquanto ele ainda dava fortes estocadas no cuzinho dela... era tão apertado. Ele gemia e xingava ela de uma maneira excitante. E então, já estava perto dele gozar novamente, mandou as duas se ajoelhar na frente dele com a língua pra fora.
Deixamos nossos rostinhos colados, ele começou a esporrar na nossa boquinha, foi leite para as duas. Aquele macho era um verdadeiro depósito de porra. Ambas com a boquinha cheia de porra, engolimos tudo e nos beijamos intensamente. Ele ficava louco só de olhar nos duas beijando gostoso.
Após o ato terminar, nos vestimos e descemos para o bar para beber novamente e conversar... Foi uma noite foi alucinante e inesquecível. Eu amei ficar com esse casal. Foi uma experiência maravilhosa e quente.
By. melissa
#Misteriosa Woonyoung
capa teste.
em caso de inspiração, dê os créditos.
insp.: xuggi
Esa noche la migraña y los acúfenos amenazaban con no dejarle dormir. Las almohadas parecían no estar dispuestas a darle el descanso que necesitaba; las encontraba duras e incapaces de sostener su cabeza. Aún así, a pesar del pitido en los oídos y el punzante dolor, pensaba en ella.
The Skiff (La Yole)
Pierre-Auguste Renoir, 1875
Não consigo explicar como tantas coisas nesse livro são perfeitas.
Posso começar dizendo que O amor não é óbvio trás tantas mensagens e citações boas pro contesto lesbico/sáfico que todas nós gostaríamos de ter ouvido elas quando estávamos nos descobrindo, o capítulo "Quer chá?", por exemplo, é um deles, é tão simples que parece óbvio, mas ainda assim a gente precisa. A trajetória da Iris ao longo do livro se descobrindo é a coisa mais cativante do mundo, é simples, é divertido, é lindo e faz a gente se identificar com ela, toda garota que duvidou da sua sexualidade na juventude passou por uma dessas fases.
É disso que toda garota que possivelmente gosta de garotas precisa quando jovem, essa representatividade, porque as vezes como Iris, foi preciso que um casal sáfico caísse em cima da gente ou que uma garota cortasse o cabelo pra gente perceber. Quando poderia ter sido diferente, se o mundo a nossa volta não guiasse a gente pro lado oposto.
Eu amei o livro e a construção dele, a história da Iris é a novela com o frio na barriga, o ciúme, a paixão, a dúvida, o desejo, a curiosidade, a sinceridade de forma natural, intrigante e cativante da forma que deveria ser, para todas a garotas que gostam de garotas.
Porque amar outra mulher é poético.
Chica, no me mires así...
I was today years old when I learned that the French word for lesbian is lesbien. Pretended to be a linguist and found these:
And I’m just like...