Viagem ao tempo (13/04/2015)
O tempo perde definição ao fechar meus olhos Sobrevoo no passado Caminho no futuro E corro no presente
Com os olhos fechados Lágrimas correm em lembranças Em outro momento nesse portal atemoral Sorrisos brotam como flores Onze Horas
No escuro, com uma música tranquila Sinto brisas em meu ventre Cafuné pelo meu cabelo E cheiro de lavanda
Não sei bem se em minutos ou horas Me ocorre o hoje E por vezes agulhadas penetram minha pele Pisco e sinto leves mordidas em minha cintura... leve e não breve.
Vanessa Lusitano












