DIA DO LIVRO
Um milhão de finais felizes de Vitor Martins
Parece que não existem palavras boas o suficiente no mundo (ou eu apenas não consigo encontrá-las no meu vocabulário) para descrever, com exatidão, o quanto eu gosto de certas coisas. E digo gosto, no presente, porque quando a gente gosta mesmo, o sentimento não vai embora tão cedo. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ É assim que eu me sinto em relação a um milhão de finais felizes. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ No livro, a gente conhece a história de Jonas, um jovem aspirante a escritor que trabalha em uma cafeteria e vive um conflito interno (e externo) em relação à sua orientação sexual, que acaba influenciando sua fé (religiosa) e seu relacionamento com os pais. Além de Jonas e Arthur, o cara dos sonhos que aparece pra dar aquela pitada de romance deliciosa na história, nós somos apresentados também a outros personagens interessantes e bem desenvolvidos. É o caso de Tod e Bart, dois piratas gays que surgem por aí e eu prefiro não falar muito sobre eles para não estragar a experiência de quem ainda não leu. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ É um livro muito bem escrito e extremamente divertido que, apesar de ter me arrancado risadas altas em várias cenas, também me trouxe momentos de tristeza e bastante reflexão sobre amizade, família, amor, e, principalmente, sobre a relação entre felicidade e aceitação.
- Escrito por Beatriz Montenegro












