Esse é um texto apocalíptico e, talvez, não seja agradável...
Não há lugar com acessórios caros e sustentáveis na eternidade, nem opções de desperdiçar seus segundos com o total de seus seguidores... Aliás! Como se mede o tempo de uma eternidade? Como se cura mágoas e rancores em um tempo e espaços infinitos? Dores infinitas? Amores infinitos? A verdade é que eu escolho meus infinitos a cada momento, por menor que seja, nesse presente com ares, por vezes apocalíptico, às vezes paradisíaco, há vezes apenas comum... Quando a vida se desenrola na pretensa normalidade, inofensiva aos olhos destreinados. Mas nada... Nada é inofensivo quando estamos repletos de escolhas.












