Brasileiros de valor. Embora eu seja da área da tecnologia, entretanto, por hobby, das artes, sobre Luis Gama, eu cheguei à fase adulta ouvindo sobre a sua luta e esforço, por causa de uma habilidade em comum a respeito de capacidade e natural senso de justiça, o de estudar e analisar as coisas.
Luis Gama, motivado pela indignação quanto à injustiças, comprovou que advogado se nasce, advogado não se cria. É preciso nascer com o espírito da justiça incorruptível para que ela seja íntegra e honrosa.
Nascido na Bahia de uma escrava livre e de um português falido, Luís Gama nasceu livre, mas foi vendido como escravo pelo pai, europeu endividado.
Foi para São Paulo aos 10 anos e trabalhou como escravo doméstico e aprendeu a ler quamdo estava com 17 anos e conseguiu provar junto aos tribunais de Justiça que era mantido como escravo injustamente e que, portanto, deveria ser posto em liberdade, pois não tinha que ser escravo.
Depois de estar livre, Gama passou a atuar como rábula, um advogado sem diploma que pleiteava causas específicas e mesmo sem ter diploma em Direito, Luís Gama conseguiu libertar mais de 500 escravos provando que todo negro chegado ao Brasil após 1831, tinha o direito de ser livre, conforme a Lei Feijó.
Escritor abolicionista, à épova de seu falecimento, Luís Gama causou um verdadeiro acontecimento em São Paulo pelo coryejo acompanhado por mais de 4.000 pessoas.
Em 2015, FINALMENTE, a OAB - Ordem de Advogados do Brasil, lhe concedeu postumamente o título oficial de advogado.
O que me deixou muito feliz. 😊
Foi justissimo!
Luis Gama, ex-escravo, advogado e escritor.













