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🎧 - Força Suprema & Paulo Flores - Bicho do Mato (2025) 🎤 🇦🇴
Força Suprema une gerações com “Bicho do Mato” e lança reflexão sobre o preço do sucesso.
Poucos meses depois do lançamento, “Bicho do Mato” continua a ecoar como um dos temas mais marcantes do álbum *Baseado Em Factos Reais*, da Força Suprema. Lançada a 14 de fevereiro de 2025 pela Dope Muzik, a faixa conta com as participações especiais de Paulo Flores, ícone da música angolana, Mike11 e João Cordeiro Laton.
A música mistura o rap cru e autobiográfico característico da Força Suprema com o canto melódico e emotivo de Paulo Flores no refrão. A metáfora central, “bicho do mato”, serve para descrever a sensação de quem ascende social e economicamente, mas continua a ser visto como um outsider, alguém que não se integra plenamente ao mundo do luxo e dos negócios que conquistou.
Nos versos, NGA e os restantes elementos do coletivo falam de camisas brancas que “fortificam a mensagem”, de uma vida que melhora sem depender de imagem ou patrocínios, mas também das sequelas do passado: fome no prato, desconfiança, isolamento e a dificuldade em baixar a guarda mesmo quando o sucesso chega. “Me tratam como se eu fosse um bicho do mato”, canta Paulo Flores, dando à faixa um tom de lamento e resistência que contrasta com o flow mais direto e street dos rappers.
O tema encaixa-se perfeitamente no conceito do álbum *Baseado Em Factos Reais*, que a Força Suprema apresentou como um regresso às origens e à honestidade lírica, longe de narrativas fantasiosas. A colaboração com Paulo Flores, uma lenda que representa a essência da música angolana mais tradicional e consciente, foi destacada pela própria banda como uma ponte entre gerações e entre o rap contemporâneo e as raízes culturais lusófonas.
Com “Bicho do Mato”, a Força Suprema não só entrega um hino de ascensão e identidade como também provoca uma reflexão atual sobre o que realmente muda quando se sai da “linha de Sintra” (ou de qualquer periferia) para o centro do jogo: o dinheiro e o estatuto podem chegar, mas a desconfiança e a sensação de não pertencer muitas vezes permanecem.
Força Suprema & Paulo Flores - DJ Massivemig Recommends.
#forcasuprema #PauloFlores #musicaportuguesa #lusofonia #hiphop
Uma pedra preciosa da literatura luso-guineense
Uma pedra preciosa da literatura luso-guineense
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Trilha sonora da Glória
Have Love Will Travel (1965) by The Sonics
You’re Gonna Miss Me (1966) by 13th Floor Elevators
The Magic Flute Overture (1791) by Wolfgang Amadeus Mozart
Sonata No. 8 in C Minor, Op. 13 Pathétique (1798) by Ludwig van Beethoven
7 heures du matin (1967) by Jacqueline Taïeb
Valsa Op. 39 N. 15 (1865) by Johannes Brahms
I Won’t Hurt You (1967) by The West Coast Pop Art Experimental Band
All My Fires (2019) by Adam Townsend
Verão (1968) by Carlos Mendes
O Vento Mudou (1967) by Eduardo Nascimento
But Not For Me (1954) by Chet Baker
Just Dropped In (1967) by The First Edition
The River (2019) by Adam Townsend
Nocturne N. 15 in F Minor, Op. 55 No. 1 (1844) by Frédéric Chopin
White Room (1968) by Cream
How You Like Me Now (2009) by The Heavy
Something on Your Mind (1971) by Karen Dalton
Let the Sun Bring the Light (2021) by Sam Teskey
Place I Belong (2016) by Michael Kiwanuka
Split (2019) by Adam Townsend
Go Down River (2020) by The Heavy Heavy
Shy Boy (2015) JD McPherson
It Doesn’t Matter Now (2020) by Early James
Le responsible (1970) by Jacques Dutronc
Losing Hope (2013) by Nathan Fox feat. Caitlin Rose
Catamaran ((2012) by Allah-Las
Let it Roll (2020) by Sam Doores
Honey Coated (1972) by Better and Angel
Whiskey (2019) by Adam Townsend
69 année érotique (1969) by Serg Gainsbourg and Jane Birkin
Tanka II (1970) by Brigitte Fontaine
Powder Blue (2016) by The Cactus Blossoms
Les cactus (1967) by Jacques Dutronc
Rhapsodie Espagnole S.254 (1858) by Franz List
Perseguição (1936) by Carlos da Maia, performed in the show by Sara Correia
No Brasil , comemora - se o Dia da Independência do Brasil! #GIROPRICE #independência #brasil#feriado#lusofonia# (em Brazil) https://www.instagram.com/p/CE159ceDZCC/?igshid=1sxf9ms1t6e16
Nada como uma escala de poucas horas em Barcelona para rever pessoas maravilhosas! #Erasmus #Intercâmbio #ExchangeStudent #Europe #Portugal #Aveiro #Coimbra #Entroncamento #UniversidadeDeAveiro @universidadedeaveiro #OQueaUAjuntaNinguéSepara #Barcelona #PlaçaDOsca #Vueling #Amigas #Verão #Lusofonia (at Plaça D'osca) https://www.instagram.com/p/B0jUxz9CoUB/?igshid=11oi8udplxl90
oii miriam, você fala português? existe uma comunidade grande de portugueses judios no canadá?
oii miriam, você fala português?
Sim, português é a minha primeira língua - muito embora meu português esteja ficando pior a cada dia por falta de prática. Eu não tenho idéia de quanto tempo faz que a sua pergunta está na nossa inbox, eu não escrevi nada aqui em quase 2 anos.
existe uma comunidade grande de portugueses judios no canadá?
Não. Judeus de origem portuguesa são raros por essas bandas, e os que são não falam português. Têm alguns judeus brasileiros (asquenazitas em sua maioria, alguns sefaradim de origem marroquina vindo do norte do Brasil ou de SP), mas não são muitos.
Alguns brasileiros e portugueses se converteram ao Judaísmo, aumentando o número de judeus lusófonos, mas ainda assim somos poucos em número.
Direito & Lusofonia – Portugal
No quarto episódio da série especial sobre direito no mundo lusófono visitamos Portugal. Conversamos sobre o papel das Universidades portuguesas na conformação do direito lusófono, sobre o funcionamento da Corte Constitucional lusitana e muito mais.
Para conhecer o ensino, pesquisa e prática do direito na “terrinha”, contamos com a participação da veterana Maria João Carapeto* e o estreante Tiago Cartaxo**.
Não perca!
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Maria João Carapeto* É licenciada em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa e Mestre em Direito e Segurança pela Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa. Conduz a sua investigação na área do Papel do Direito na Educação para a Paz e Desenvolvimento Sustentável, com especial enfoque para os países lusófonos. Tiago Cartaxo** é atualmente doutorando em Direito Público na Universidade Nova de Lisboa, com bolsa de investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Licenciado em Direito e pós-graduado em Direito da Energia pela Universidade de Lisboa, é mestre em Direito do Ordenamento, do Urbanismo e do Ambiente pela Universidade de Coimbra e concluiu o curso em Adaptive Planning and Resilience da University of Louisville, Brandeis School of Law, Kentucky, EUA.