Harpa Banal
Tempestade num copo d'água A queda leva toda a mágoa Quem tem boca vai a Roma O produto é a evolução da soma
Quem planta, sempre colhe O que encolhe, o caule recolhe O mal de seu trator Que planta ódio sendo ator
O seu cobertor é um casulo Do que é sólido e nulo O pulo de um gato Que cai de pé no sapato
O Morro do Alemão Dos que bebem o limão Azedo, fazendo careta Com medo, segurando a marreta
Largos lagos Magros magos Pontífice pontuda Artifício que afunda
Sempre sorrisos Aves com avisos Corpo do correio Sentindo o seio
Safada saudade Carinho covarde Cantando coragem Velando a viagem
Sensor sensível Neve em nível Avião com arcanjo Anjo em arranjo
28 de Maio de 2015 Psicodeluka









