Puppet loosely strung ~
My first ever time drawing fan art so of course it had to be Alastor, I am after all his biggest simp - i mean fan
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Puppet loosely strung ~
My first ever time drawing fan art so of course it had to be Alastor, I am after all his biggest simp - i mean fan
Inktober - Day #19 - Troye Sivan as Puppet
Não há acasos, Daniel. Somos marionetes da nossa inconsciência.
A Sombra do Vento (Carlos Ruiz Zafón)
Pode se ter ouvido falar de muitas coisas, mas duvido que conhece esse mit.. digo, essa obra prima sem mitagem alguma, completamente inocente e muito bonita produzida no Brasil pelo grupo de teatro com marionetes Giramundo, linda, eu cheguei a ver, as desafortunadas das @isabelabiehlworld só ouviram o CD e @misscarbott pode ter arranjado problemas com a produção do espectáculo ao tentar agarrar o ator que interpretava o Lewis Carroll, mas esse espectáculo que une marionetes, atores, música e muita tecnologia (usada de forma inteligente, nunca a tomar o protagonismo da cena) merece com certeza uma boa e bela resenha, que eu não posso dar porque não sou crítico de teatro, apenas um carrolliano que admirou a peça maravilhado além de ter ajudado na divulgação (sim, eu ajudei e olha que eu nem fui pago, fiz de graça porque valia muito a pena). As músicas foram compostas por John Ulhoa e tocadas pela banda Pato Fu, com a vocalista Fernanda Takai fazendo a voz da Alice. Segue o documentário (muito infelizmente ainda não tem DVD) É o que nós temos e olha.... É muito bom!
Já parou pra pensar que somos marionetes a todo momento? Desde criança, somos conduzidos a um ideal do que é certo e do que é errado, de acordo com os costumes e valores das nossas famílias.
No entanto, quando crescemos, isso ainda não cai por terra. Porque, além do que fomos ensinados, existe um sistema que a todo momento quer nos alinhar. Seja através de uma ideologia, de um estereótipo para evitar julgamentos ou olhares maldosos, ou de qualquer outro modo de vivência e expressão.
A mídia vive nos conduzindo a algum caminho: seja ao comprar um produto, aderir a uma causa específica, alienar alguém com campanhas políticas, ou até mesmo nos enganar por aparências sociais e fake news.
E isso está longe de ser o fim. De alguma forma, seguimos padrões, estereótipos ou ideologias que nos conduzem a caminhos distintos, sempre sendo controlados por aquilo.
No fim das contas, será que somos realmente livres ou apenas marionetes que acreditam ter cortado os fios?