pensando no quão lascada eu sou por as vezes ter pensamentos meio ... com uma das profs de inglês do curso? só tô começando a admitir isso pra mim mesma agora
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pensando no quão lascada eu sou por as vezes ter pensamentos meio ... com uma das profs de inglês do curso? só tô começando a admitir isso pra mim mesma agora
a desgraçada da raposa de pequeno príncipe tinha razão
"(...) Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade. (...)"
é EXATAMENTE assim
Kenny dorme quase o dia todo, parece um koala. eu já entendi q ele dorme pouco dps do almoço e só acorda de 16 pras 17
TODA VEZ Q VAI DANDO O FIM DA TARDE EU JÁ FICO EM EITA ESPERANDO ELE ACORDAR
vai se foder raposa desgraçada como q ela tem razão num ngc desse. ESSE LIVRO FOI PUBLICADO EM 43 E TÁ PREVENDO A MINHA VIDA EM 2025 VSF ATOINE DE SAINT-EXUPÉRY
estamos em 35.000 e bolinha!!!
e exatas CENTO E CINQUENTA PÁGINAS!!!!!!
terminei ontem o capítulo 33, em que a marg faz a segunda parte do feitiço. acabou sendo bem diferente do meu plano original, que era uma atmosfera silenciosa, névoa e radiação, mas acho que o resultado é interessante. No fim até incluí um gancho para o próximo capítulo. Também terminei de modificar outro capítulo para incluir as pinturas mágicas.
Agora, indo para o cap. 34, ele é uma adição de última hora para dar início ao clímax e ao fim dos subplots do castelão e da baronesa. o problema é que eu ainda nem inseri eles direito na história então não sei bem como encerrar kkkkkkkkkkkkkkkkkk. só resta escrever.
Eu voltei a usar o nanowrimo pra acompanhar meu progresso depois que eles me mandaram um email sobre o camp nanowrimo. Também estou lendo as pep talks, que são bem úteis de verdade.
Agora vou tentar viver, tentar ler gideon a nona pela terceira vez (não consigo ler NADA nos últimos tempos, nem livros que achei que fosse gostar), e depois escrever. é feriado, por isso tenho bastante tempo e posso aplicar o método de escrita que achei mais produtivo até agora- o do brandon sanderson (adaptado)- que é trabalhar um pouco de manhã e um pouco à noite. ele faz maravilhas pra produtividade.
sobrevoando às nuvens das terras-firmes litorâneas, voo. voo nas memórias pró-criadas de um parto. partido? Não. mas emergentes, nascentes, imaginadas, projetadas, arquitetadas de uma mente com excesso de bagagem: pensamentos que se dividem entre você e a linha tênue entre nós. céu e terra nunca estiveram tão próximos. talvez ambos mantenham um pacto de se manterem unidos por uma escada de emergência, pronta para ser usada em caso de incêndio. você aí, eu aqui: nem dalí conseguiria pintar tanto surrealismo. Boticcelli já pintava Deus (deus?) e o homem unidos pela razão, ao colar dos dedos de um e do outro. minhas concepções afirmam com convicção (convenção?) de que não se trata da racionalidade, mas do instinto presente em ambos. se Deus (deus?) pregou peças na humanidade, a maior delas foi o poder de escolhas. e se o cordão que une nossa divindade ao homem, e a escada de emergência entre o céu e a terra é viável em casos de fogo, eu escolho, na forma mais instintiva possível, o caos entre os dois espaços físicos a viver uma mansidão que não nos pertence. se a intensidade é nosso pior defeito, é ela que constrói o quebra-cabeça que nós insistimos (instintimos?) começar pelo meio.
THINGS I LOVE: tagged by @jjxwrites, thanks bae <33
ONE SONG: Spark - Amber Run. TWO MOVIES: Lovely Bones and Before We Go. THREE TV SHOWS: How I met your mother, The 100 and Sense8. FOUR PEOPLE: Adelaide Kane, Elizabeth Olsen, Jack O’Connell and Sebastian Stan. FIVE FOODS: Ice cream, pizza, pudim, sushi and lemon cake SIX PEOPLE TO TAG: @comealong-fly, @newrom4ntic, @rvenkng, @ofthemysciras, @ohyoungwolf, @witchsargent.
see you again / POV
Mais um ano novo havia chegado, e Jack devia estar feliz com isso afinal, ele tinha amigos incríveis que sempre o apoiavam - apesar da briga com Merida, isso não mudava nada -, era um grande jogador de quadribol, tinha irmãos postiços que amava e lhe proporcionaram todo o amor de uma família que ele quase nunca teve, mas parecia que tudo isso não era o suficiente.
Todo ano as lembranças de sua irmã voltavam em sua mente, a imagem dela caindo no lago passavam como flashes, ele ouvia a voz do seu pai dizer o quanto era culpado por isso, e talvez uma das piores lembranças: a de sua mãe sendo levada para o hospicio. A última definitivamente era a que mais o assombrava, sempre que chegava essa época do ano ele pensava em como devia ser difícil para ela ficar lá, sozinha, sem ninguém, e Jack se sentia ainda pior por não ter coragem o suficiente para visita-la, não que ele nunca fosse ver a mãe, mas eram raras as vezes, e Noel sempre o acompanhava. Apesar de toda aquela camada de ser um garoto brincalhão, gostar de irritar as pessoas e afins, a culpa nunca o abandonou.
Era pra ser mais um começo de ano comum, até Noel vir dar a pior notícia que ele poderia escutar: sua mãe havia surtado, tentado fugir e após não conseguir, quase se matou. Foi como se o chão caísse logo abaixo dele, o platinado queria muito que aquilo fosse apenas uma mentira ou um pesadelo, mas não. Jack não pensou duas vezes antes de largar suas coisas em Hogwarts, nem se importou em avisar ninguém, nem mesmo seus próprios irmãos, ele não poderia perder nem mais um segundo.
Noel o acompanhou, como sempre, até o hospício trouxa que sua mãe estava internada a 8 anos, aquele lugar sempre o causava calafrios. Ao encontrar sua mãe, aquela sensação de sentir o chão cair aconteceu novamente, ela estava magra, com olheiras profundas, alguns machucados nos pulsos e um olhar meio distante, aquilo fazia seu coração se quebrar em zilhões de pedaços. Respirou fundo, ele estava ali agora e não poderia fugir, ela precisava do seu filho mais do que tudo, o platinado foi caminhando com cautela até ela, que parecia destraída, mas logo reparou na presença de alguém e assim que viu quem era, seus olhos pareciam ter criado vida e brilharam, dando um enorme sorriso para o filho. Jack não poderia deixar de sorrir de volta, por mais que vê-la naquele estado o deixasse destruído por dentro, a alegria de ver sua mãe era incomparável.
Não hesitou em caminhar um pouco mais rápido e ir direto para seus braços, ficando ali por um tempo, céus, como ele sentia falta daquele abraço, daquele cheiro - por mais que estivesse misturado com o cheiro de hospital e remédios. Respirou fundo novamente, ele fazia isso com freqüência para controlar a vontade de chorar, se afastou um pouco e deu mais um sorriso para sua mãe “Feliz ano novo” disse um pouco baixo, com a voz começando a vacilar, Jane-Anne apenas sorriu, levando uma de suas mãos até o rosto do filho, que estava tão gelada quanto o próprio Frost, fez um carinho “Você cresceu tanto… Ficou tão lindo.. Sua irmã deve estar tão linda também, cadê ela? Ela veio? Eu sinto tanto a falta dela…” e mais uma vez o chão caiu. Sua mãe nunca superou o fato de Piper ter morrido, parecia que sua memória tinha apagado depois do acidente, Jack sempre esperava uma melhora, mas sempre era a mesma coisa, e o pior de tudo é que ele não conseguia dizer a verdade. Ele tinha medo, medo da sua mãe agir igual ao seu pai, ele sabia que com a verdade ela tinha condições de melhorar e sair dali, mas também tinha a possibilidade de tudo piorar, ele se sentia um completo lixo por deixa-la ali, mas quando olhava pra sua mãe, e via seus olhos brilharem só na esperança de poder ver a Piper, ele não conseguia agir de outra maneira “Ela não veio mãe… Desculpa” e então a feição de Jane-Anne mudou de contente para triste, enchendo seus olhos de lagrimas, fazendo o coração do platinado se apertar mais “Porque ela não quer mais me ver? Eu sei que esse lugar é feio, mas eu tô ficando bem, olha, até pentiei meu cabelo hoje!” dizia enquanto sorria, mas ao mesmo tempo deixava lagrimas caírem, olhando em volta, na esperança de ver sua filha entrar de surpresa.
Era nessas horas que Jack paralisava, sem saber como agir, era nessas horas que Jack tinha vontade de sumir, ou de nunca ter existido, ou de poder voltar no tempo e mudar tudo… Mas isso não era possível, então a única solução era ficar ali e enfrentar tudo aquilo. Respirou fundo, mais uma vez, engoliu seco e segurou o rosto de sua mãe, fazendo com que ela a olhasse nos olhos, limpando o rosto molhado com o dedão “A Piper te ama, e sempre vai amar, você é a melhor mãe do mundo e isso nunca vai mudar, tudo bem? Ela sente tanto a sua falta quanto eu sinto… E eu prometo, que quando você sair daqui, nós vamos ver ela” sorriu na tentativa de passar toda a confiança e conforto para a sua mãe, que apenas assentiu e logo em seguida o abraçou forte, e então, os dois se permitiram chorar, em silêncio. Ele, por ter que carregar toda aquela culpa da sua irmã e o melhor para sua mãe, a realidade não era tão boa assim. Ela, porque no fundo, bem no fundo, sabia que isso nunca iria acontecer, e bem no fundo, queria dizer o quanto o filho não tinha culpa por nada.
Depois de um tempo lá, Noel concordou que Jack poderia passar uns dias com sua mãe, na verdade, a ideia havia vindo do próprio padrasto, disse que seria melhor pros dois, e que ele daria um jeito na escola. Jack não hesitou, talvez realmente precisasse de um tempo com sua mãe, ele era feliz com Noel e todos os seus irmãos, mas nada poderia substituir a alegria que era ficar com sua mãe, a sensação de ter encontrado algo que havia perdido a tanto tempo.
Jack and your little sister
gente, qual é desse solzinho ao lado do tumblr?