Eu penso que eu não sou simp mas aí eu vejo a Paola Carosella e já fico toda cadelinha 😳😳😳👀👀👀

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Eu penso que eu não sou simp mas aí eu vejo a Paola Carosella e já fico toda cadelinha 😳😳😳👀👀👀
My MasterChef (BR) otp is everything, seriously:
Paola Carosella & Henrique Fogaça
Masterchef Brazil, 2020
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"MasterChef" tem quinta temporada garantida na Band
“MasterChef” tem quinta temporada garantida na Band
Apesar de sequer ter encerrado a quarta temporada, a Band está mirando a próxima edição do “MasterChef”. Sucesso inegável em faturamento e aceitação por parte do público, o reality culinário é alvo de constantes estudos por parte da emissora.
De acordo com o colunista Flávio Ricco, mesmo sem querer confirmar, internamente a quinta temporada do programa é garantida para 2018. A falta de…
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Band se anima com excelente audiência dos primeiros episódios do "MasterChef 4"
Band se anima com excelente audiência dos primeiros episódios do “MasterChef 4”
Mais uma vez a Bandeirantes foi surpreendida com os números atingidos pelo principal carro-chefe de sua programação. O “MasterChef” estreou há três semanas sua quarta temporada, e até agora vem rendendo ótimos índices de audiência.
Os executivos da emissora estão sorrindo à toa com a marca da vice-liderança. O terceiro episódio desta temporada exibido na última terça-feira, 21 de março, rendeu…
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"MasterChef" volta com mais novidades nesta terça (7)
“MasterChef” volta com mais novidades nesta terça (7)
A Band passa a veicular a partir da noite desta terça-feira (7), a 4ª temporada do “MasterChef Brasil”. A versão amadora do reality retornará com cerca de 75 candidatos selecionados para encarar o júri nesta temporada. Além da novidade do aumento do prêmio, de R$ 150 mil para R$ 200 mil reis, contarão com um competidor italiano, um tailandês, um paraguaio, um colombiano e um venezuelano.
A…
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Realities musicais são mais justos do que os de culinária
A candidata Gabriela Ferreira em apresentação no ‘The Voice Brasil’ ( Foto: Raphael Dias/Gshow)
Ontem, na Audição às Cegas do ‘The Voice Brasil’, houve um momento em que uma candidata titubeou logo na introdução da música, recuperou-se e prosseguiu bem. O vacilo inicial, entretanto, lhe custou a classificação. Pois bem, a dita moça já tinha uma carreira de dez anos e o pai até chegara a comprar um ônibus para que ela excursionasse – investimento alto. Contrasta com alguns dos classificados, gente pobre dos rincões do Brasil cujo único bem é a própria voz.
Daí que me lembrei do ‘MasterChef’ e seus competidores: uma maioria esmagadora de classe média, bem-nascida e bem-criada. Vez ou outra surge algum candidato self-made que veio “de baixo”. O caso mais notório é o de Gleice Simão, moça da periferia que aprendeu a cozinhar empiricamente. Na edição anterior esse posto foi ocupado por Iranete Santana, uma doméstica que aprendeu a cozinhar na casa da família onde trabalhava havia 21 anos.
Nenhuma delas chegou à final do programa. Ficaram pelo caminho, abatidas em pleno voo pela falta de background que a gastronomia exige. Talent shows que se propõe a escolher chefs de cozinha demandam do candidato conhecimentos refinados, um pouco de rodagem pelo mundo, experiência com temperos caros e exóticos – em suma, coisas que a turma menos abastada não tem condições de bancar.
Era consternador ver o desconforto de Gleice diante de desafios que exigiam a elaboração de pratos dito “finos”. Mais despachada, Iranete se virava do seu jeito. E ambas foram vítimas de trolagem no Twitter devido à simplicidade com que encaravam a cozinha – um contraste com os finalistas – turma descolada e viajada.
O fato é que esse tipo de programa não julga quem sabe cozinhar. Porque cozinhar é outra coisa – é um ato cultural, passado de pai para filho e que está no preparo de uma moqueca ou de um feijão tropeiro, por exemplo. Nesse sentido, o ‘Batalha dos Cozinheiros’, da Record, é mais pé no chão. Os talents que escolhem chefs exigem um preparo e conhecimento que pode ser adquirido em cursos. E não é raro que competidores até façam aulas particulares para estar lá.
Há algo de errado nisso? De modo algum. Mas contrasta com os talent shows de música. Neles também há uma turma cujos pais pagaram aulas de canto, piano, guitarra etc., mas na hora da verdade não é raro vermos que o que vale mesmo é o desempenho, a emoção, a voz. Como bem disse Paulo Ricardo certa vez, a diferença das competições de culinária para as competições musicais é que na primeira você depende da opinião do jurado para saber se um prato ficou bom ou não, enquanto que na segunda a voz do candidato fala por si.
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Nem por isso o ‘MasterChef” fica menos interessante. Ali o que atrai o espectador são muito mais as tensões e conflitos do que os pratos em si. Mas o fato é que os talent shows musicais (e vamos incluir aí o ‘X-Factor’) oferecem condições mais paritárias aos concorrentes. Nesse sentido, talvez os programas de culinária sejam mais parecidos com a vida real, que nada tem de justa.
Leo é o vencedor do ‘MasterChef Brasil’
Leonardo Young comemora com o troféu de campeão da edição (Divulgação)
Acabou-se o que era doce, salgado e muitas vezes amargo. A terceira edição do ‘MasterChef Brasil’ chegou ao final na madrugada de terça para quarta com a vitória de Leonardo Young. Ou seja, aquela promessa feita por Bruna, de “passar feito um caminhão sobre aquele chinês” não se cumpriu.
A exultação do rapaz com o prêmio foi ao melhor estilo desabafo. Leve-se em conta que a final teve torcida presencial esmagadoramente pró-Bruna Chaves – ex-companheiros de competição incluídos. Gente dando pitaco na hora em que se está cozinhando já é ruim, gritando feito torcida de vôlei na final olímpica, então, só piora.
A prova do último programa desafiava os dois finalistas a criarem um jantar – entrada, prato principal e sobremesa – que traduzisse suas personalidades. Bruna apostou no monocromatismo (escolheu cores específicas para cada prato). Leo colocou as fichas no tema terra-mar. Nos quesitos entrada e prato principal, ambos tiveram, segundo os jurados, empate técnico com receitas e apresentações impecáveis. A coisa pegou mesmo foi na sobremesa.
Leonardo arriscou ovos nevados (logo ele, que se dava mal em todas as provas que envolviam ovos) com creme inglês de matcha. Já Bruna, tida como uma doceira de mão cheia pelos colegas, ousou ao usar beterraba como ingrediente (panacota, espuma, picles e compota com o vegetal). A ousadia da moça parece ter dado errado e mesmo não apresentando uma sobremesa perfeita, Leonardo acabou sagrando-se campeão.
O resultado foi conhecido ao vivo (a prova havia sido realizada com antecedência) e contou com a participação de familiares, ex-competidores da edição e torcida. No Twitter, o ‘MasterChef Brasil’ mais uma vez teve uma final no topo dos assuntos mais comentados, com mais de 1 milhão e 200 mil tuites. Nada mais adequado, já que a rede social é o grande trunfo do programa, que tem audiência média na TV é de 5 pontos.
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O ‘MasterChef Brasil’ 3 foi bem mais polarizado do que as edições anteriores. Parece ser uma tendência dos realities. É provável que a próxima edição continue com essa pegada “bem x mal” ao melhor estilo ‘Big Brother’. Pode ser uma fórmula para atrair público, mas não deveria ser o espírito do programa, que tem bem mais a apresentar do que rusgas e picuinhas. Que venha o próximo.