Não sei nem como terminar um texto, quem dirá titular.
Acabei de gozar e a minha vontade é de gemer alto como você mandou da última vez.
Eu precisava acabar com a excitação para ser menos um sentimento nesse turbilhão. Sentimentos são aflorados durante a madrugada e contelê-los não é nosso forte. Eu queria não ter lido o que li, ter deixado subentendido. Sempre foi mais fácil pra mim fingir e fugir. Você sabe.
Tudo que mais queria era beijar suas costas, ver seu arrepio, seu riso de nervoso, cavalgar em você e ver sua cara de insaciável. Mas além, queria sentir sua alma, tomar seu café, falar bobagens, brigar com você.
Decisões são difíceis, ainda mais essas onde o maior medo é o da perda. O amor quebra corações mas o mesmo os cura, viveríamos então nesse eterno loop? Será que na real temos medo da solidão? Que o mais próximo que temos de palpável seja isso e estamos tentando agarrar com todas as forças? Será que é egoísmo? Você consegue definir, Flapjack?
Nota: Eu assisto as vezes pra lembrar de você, o você da escola.
E se for isso? Se estamos cegos pelo passado, iludidos do presente ser o mesmo? Eu tenho interrogações e nunca exclamações.
Eu realmente não sei o que dizer.
E mais uma vez, me enrolo no cazulo de mim mesma e espero a tempestade passar, pra se abrir novamente e continuar seguindo como se a chuva não tivesse devastado com tudo que tenho. É meu plano de emergência que acabou sendo minha filosofia. É triste, mas é real.
Nota: eu te amo. É complicado.












