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Se eu pudesse dizer em uma palavra o que a vida me tirou, foi a inocência.
Até os 21 anos, eu nunca tinha tido alguém que eu pudesse chamar de inimigo. Nunca tinha sentido que alguém não gostasse de mim a ponto de me ferir de verdade. Eu acreditava que, de alguma forma, todos gostavam de mim — mesmo que não demonstrassem.
A vida me mostrou que não era bem assim.
E, se eu pudesse resumir em uma palavra o que eu aprendi com tudo isso, eu diria: amor.
Porque, mesmo a vida tendo me tirado tantas possibilidades de escolha, ela não conseguiu tirar de mim a capacidade de amar.
Eu ainda tenho um coração cheio. Um amor que não é só de um tipo — é de cuidado, de presença, de entrega. Amor de mãe, de parceira, de amiga.
Sempre fui assim. Afetuosa, sensível… diferente do ambiente em que cresci.
E talvez seja isso que mais dói: ter tanto para oferecer, e não encontrar, ao longo do caminho, pessoas e espaços onde isso pudesse ser vivido de forma plena e recíproca.
Mas ainda está aqui.
E talvez isso diga mais sobre mim do que tudo que a vida tentou tirar.
Não busque abrigo numa casa que só oferece varanda. Por que a varanda não protege da tempestade.