ever gostava de passar tempo com os semideuses mais novos do acampamento. por vezes, era até mesmo procurada pelas poucas crianças menores de treze anos em seu chalé, que frequentemente lhe pediam para ver os bichinhos de areia mais uma vez. os dedos ágeis de artesã manuseavam folhas e flores em torno de um aro de galhos secos, para confeccionar uma coroa de flores na estação reservada para tal finalidade. “cacete—” ela reclamou, quando um dos espinhos de uma rosa fez um pequeno corte enquanto a manuseava. cobriu os ouvidos da criança em seu colo. “conte até três e esqueça o que ouviu.” um, dois, três. “quem deixou as rosas com espinhos? alguém pode acabar perdendo o dedo!”










