Ninfas borram sob a luz Leões de neon Verterem-se em profanos Dependendo sua coloração Narciso e o intestino Cada um xale do outro Lobo velho velando O verborrágico lácio Eis outra carta com outro dilema, Esparrar-me como primogênito Esconder-me como frenesi Corte em v lavagem esotérica estonagem A prata sepultada Embaixo das pálpebras Escondendo-se de Caronte O ouro camufla-se na pele amarelo-enfermo Clamam por estranhos Onde corpos já conhecidos Sussurravam clandestinos Inaptos em seu próprios hinos Sem feitiço, sem vestimenta Gorando desprezo e espinhos Paladar de sábio mofado Repetindo-se em histórias Refluxo calcanhar Vomitando Saturno Que lhe chuta o estômago Oito anos mais cedo A ferrugem em meu sangue Escorrido para o sabor de amante A magnólia decapitada Para caber em perfumes estéreis
Fadigado Entre o Objeto Direto e Intersecções, Pierrot Ruivo








