Me perdoa
Eu não peço perdão de graça, mas é o que tem pra hoje
Olhando pros teus dedos minúsculos
Enquanto você fala de coisas que tem aprendido a valorizar
Que tem insistido em gravar dentro do meu crânio
Pra que os olhos enxerguem quando se revirarem
Até que o buraco se cubra e eu me esqueça como contar
Um, dois, três, quatro
E passe a respirar poeira
Poeira de estrela
Me dá a mão
Não tem nada maior que você aqui
Importância incomparável
Emergência
Te amo como quem acende uma vela no espaço
Te amo desde a dificuldade de se acender uma vela no espaço
Na dimensão infinita de um universo sem esquecimentos
Aqui, cheia de sons
Canto teu codinome
Interestelar, MULAMBA.















