Si logramos volver al mundo real, te encontraré otra vez. Y me enamoraré de ti otra vez.
-Asuna a Kirito
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Si logramos volver al mundo real, te encontraré otra vez. Y me enamoraré de ti otra vez.
-Asuna a Kirito
Querer cambiar el mundo real a través del mundo virtual, es el equivalente a cuando querían adelgazar o mejorar su salud con pulseras magnéticas. Es inútil y sólo los más pendejos creen que habrá un cambio real.
Caballero Guerra
Muchas veces fui yo quien alentaba a seguir a quien quería irse... Irónicamente, ninguna de esa gente ha volteado a verme ahora que he decidido irme. Y no está bien que lo diga, pero tampoco me hace bien callarlo. Hay que ser valientes para hablar cuando duele darse cuenta de la realidad. Increíble es el nivel de vanidad, pero más sorprendente es haber recibido 'te amos' que lo único que tenían de verdadero eran las letras con la que fueron escritos. Ya ni hablar de la supuesta amistad; una alegoría de ficciones que sólo se usaba para engatusar.
Esu Emmanuel.
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Tecnología sí, pero no todo lo posible es deseable.
Conversación de sobremesa. Un matemático, una ingeniera informática y usuarios de internet, las redes, …es decir, ignorantes. Los avezados en el tema entusiasmado con el momento que les está tocando vivir: el desarrollo de la inteligencia artificial y los horizontes que se abren. Explican los usos que ellos están haciendo, y los programes que están diseñando. Se asombran del miedo que algunos…
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Os jogos de cassino online vieram para ficar?
Os jogos de cassino online vieram para ficar?
Os jogos de cassino online são a nova sensação do mundo virtual. Atualmente, jogos online já fazem parte da realidade de milhares de brasileiros. Seja pelo celular ou pelo computador, a oferta de novos jogos de cassino online não para de crescer e conquistar fãs fiéis. Mas afinal, os cassinos online são um fenômeno duradouro?A migração dos fãs de cassino para o mundo virtualA cultura dos cassinos…
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Simbiose Digital
Duas semanas atrás veio a tal ameaça do fim do Twitter. Elon Musk ia comprar o Twitter. Desistiu e quando viu que tomaria um processo gigantesco, comprou a rede social para se livrar de um litígio.
E depois de uma decisão equivocada atrás da outra, anunciantes começaram a sair. Demissão em massa. Recontratação. E no meio disso tudo, o possível fim do Twitter. Logo então, começou a corrida por uma rede social que pudesse substituir a rede social do passarinho azul.
Por um tempo, o Mastodon ficou no trend topics do Twitter. O Mastodon tem como proposta ser uma rede social descentralizada e não ter um dono em si. Ou uma grande empresa por trás. A rede funciona como se fossem pequena comunidades que são chamadas de instâncias. Você faz a sua conta em uma instância, porém pode seguir, comentar, curtir e dar RT em pessoas de outras instâncias. Aqui, curtir é favoritar. RT é dar boost e os tweets são Toots. Foi uma rede social que me agradou em sua proposta. Porém, é complicado demais para as pessoas no geral fazer sua conta e seguir os outros.
Eis então, que surge a rede social Koo. Foi criada em 2020 na Índia e caiu na graça dos brasileiros por causa de seu nome. Ela tem uma interface bem agradável até. Simples - para alguns, até demais. Tem opções existente no Twitter - como fazer uma postagem de áudio, que só tem para iPhone. Tem a opção também de editar os textos, coisas que tem só na versão paga do Twitter - e acho que isso só tem na américa do norte. Os criadores correram atrás de colocar nosso idioma na plataforma. Colocaram mais algumas opções que ainda acho bagunçadas, mas que com o tempo pode ser lapidadas. Única reclamação mesmo se deve a versão de navegador. Ela é bugada demais, com o texto ficando meio complicado de digitar e editar, já que o indicador que pisca simplesmente fica em cima do texto digitado. E o lance de aparecer textos de outras pessoas como se fossem seus? Primeira vez que vejo um app funcionar melhor que sua versão web.
Olhei algumas outras redes sociais. A tal BlueSky, do antigo fundador e ex-ceo do Twitter ainda está em fase de desenvolvimento. Ouvi falar de umas aqui, outras ali. CounterSocial, co-host e Post.
CounterSocial parece MUITO com o Mastodon. Porém muito mais "poluída" visualmente e com umas opções premium. Uma boa é que criar a conta é muito mais fácil. Só que a rede social é bem tolerância 0 com algumas coisas. Fui expulso, inclusive, por dois post "troll" mas que não ofendia ninguém. Não recebi aviso, só o de conta excluída mesmo.
co-host eu nem sei do que se trata. Não recebi ainda o e-mail indicando que posso postar. Olhei as postagens de uma pessoa lá e me agradou. Achei uma mistura fofa com retro muito bem vinda. Tem um ar de blog dos anos 2000 com rede social atual. Me parece ser uma rede social para artistas. Talvez por isso não fui aprovado para postar lá (risos).
Post me parece ser uma espécie de jornal + rede social. Me agradou MUITO o design dele. Porém, ele está em teste beta e vai liberando acesso aos poucos para quem entrar na lista de espera. Meio que dá para veras postagens do criador da rede. Das 3 que estou falando sobre agora, é a que mais quero testar.
Nas minhas contas, foram 6 redes sociais citadas nesse texto. Não que todas sejam de fato uma alternativa ao microblog Twitter. Mas que teve um certo sentimento de "precisamos de outro caso esse acabe", ah, isso teve. E é isso que me faz pensar. É como se a gente precisasse ter um perfil online. É como se não tivéssemos mais a vida real e a vida virtual. Parece que elas se misturaram de tal forma a ser considerado um absurdo você não ter um perfil no Instagram em 2022.
Eu gosto da internet. Das redes sociais. Dos streamings. Mas sinto como se você uma simbiose. Assim como os telefones celulares se tornarem tão essenciais e não mais luxo, rede social se tornou uma vitrine e uma espécie de avatar para que você possa interagir com outras pessoas - algumas que você nem gosta ou elas não gostam de você - para que se confirme que você EXISTE.
Tem amigos que não vejo a meses mas que nos comunicamos online. Na falta de tempo, a cabeça pode até pensar que se tratam de amigos imaginários. Não quero que elas acabassem, mas que a gente não fique tão ligado na vida virtual, que a gente acabe esquecendo de rir, abraçar, ama e se divertir na vida real.
Não tem como voltar mais atrás. Porém, acho que se dividir e tentar equilibrar, talvez, a gente não fique tão dependente assim. E vou terminar o meu texto. Já falei demais. Terminar esse texto com essa reflexão pessoal no tumblr. Sim, apenas mais um textão em mais uma rede social.
Da era do amor virtual Fizeram do amor ritual Da era do amor virtual Fizeram do amor ritual
Onde os dogmas laçam e os androides se abraçam Castos e cultos Tudo é hologrado, inorgânico, mudo
Onde os tolos se abraçam Castos e cultos Tudo é hologrado, inorgânico
Makalister - Da Era do Amor Virtual