O cheiro de cravo é quase imperceptível, acho que essas substâncias não trazem o que a propaganda exalta. Aquele Gundang não me tinha como algo recreativo. Temi pelo mal usado. Não me doía de verdade, talvez sentir-se na beira do barranco seja poético até. Dá poesia, eu juro. Ou algo como quando a gente diz ‘Há aqueles momentos onde nada é tão sincero como um grito à meia noite que diz como a sincronia dos atos me fez estar aqui, agora. Por que nada é tão significante como o agora.’
Eu não sei a resposta de muita coisa, talvez eu ache que a matemática seja infinita sim, nada exata, nada linear.
Vale a pena uma resposta?
Meu amor, as entrelinhas a gente não sabe. E se eu quiser teu colo mais que vez ou outra: você me nega?
Eu ainda acho que aquele Gundang vendia mais em seus reais do que em seu prazer sentido.
Eu rezo pro bem, amor, não rezo por mim. Eu sei, faz bem, eu sei.
Um beijo em você.
Esses dias eu li algo que não me recordo mais, mas sei que me fez sorrir. Talvez seja algo que me eriçava os pelos e despertava a mente, onde a dopamina fazia fila mais endorfina. A dança era linda.
Um beijo aos meus sentidos; um beijo à química do meu corpo; um beijo em mim mesma.
O prazer de se sentir por dentro não acolhe nem regras nem linguagens.