Devil in I - Natasha Orlov
Uma das coisas da qual era mais grata em sua vida, foi quando foi convencida a sair da Rússia e ir para a Coreia, sem saber falar sequer uma palavra em coreano, só com a cara e a coragem. Outra coisa foi ter conhecido Heo, que na época era seu orientador e chefe e como sua vida mudou radicalmente após isso. Ela, que chegou cheia de traumas e acabou tendo que lidar com eles, enquanto mais traumas eram gerados em sua cabeça com a guerra que acontecia entre as ilhas, soube que com ele ao seu lado, sempre teria alguém para apoiá-la e defendê-la em toda e qualquer oportunidade. Assim como sempre faria o mesmo por ele, conforme conseguia. Por isso, em toda e qualquer oportunidade, ela gostava de estar ao lado dele e mostrar o quão grata era, não apenas com palavras, mas fisicamente também.
Por mais que em toda oportunidade estivesse com ele, toda vez que seu corpo se encontrava com o dele, seu corpo parecia entrar em combustão só de saber que poderia sentar naquele homem por quanto tempo quisesse. Cada vez que os lábios deles se uniam, ela sentia urgência em tê-lo para si. Como sua respiração ficava ofegante só pela forma como as mãos dele pressionavam seu corpo. O quanto seu corpo se arrepiava por completo só de sentir ele tão perto, tão duro e o quanto ela fazia questão de ajoelhar todas as vezes, até sentir o pau dele no fundo de sua garganta em uma prece quase de agradecimento, enquanto uma lágrima escorria pela lateral de seu olho, com a velocidade com que sua boca era fodida, mas ela gostava tanto.
Claro que em toda oportunidade, ela mesma fazia questão de arrancar as roupas daquele homem, mas quando era ele mesmo quem o fazia, era quase um transe hipnótico pela forma como ele fazia, desejando que ele a fodesse na mesma brutalidade com a qual arrancava aquele cinto da calça. Deveria ser crime um homem ser tão gostoso assim. E por isso, quando não tinha que dar aula, a calcinha por baixo da saia era apenas uma peça estritamente opcional e pela qual ela fazia questão alguma de usar. Só queria sentir o corpo sendo pressionado contra a primeira mesa que visse, implorando para que ele a fodesse logo. E daí que alguém poderia ouvir? A única preocupação da russa era sentir o mais velho alargando sua buceta, enquanto ela implorava por mais, pedindo que fosse mais rápido, mais fundo, até estar gritando e tremendo de tesão contra ele.
Não importava quantas vezes eles fizessem isso, toda vez que ficava a sós com ele, sabia que após a conversa padrão e as fofocas em dia, iriam acabar sem roupas em algum canto que poderia ou não ser em uma das salas vazias que utilizavam ou no alojamento disponibilizado a eles. Adorava o quanto as mãos dele pareciam se moldar perfeitamente a bunda da russa e como isso só a incentivava a montar naquele homem como se não houvesse amanhã, até que o barulho das virilhas se chocando fosse tão alto quanto os gemidos que soltava.
Se no dia seguinte ela poderia sair andando torta, ou passar o dia todo dolorida, jamais iria reclamar, porque repetiria tudo mais uma vez, na primeira oportunidade que tivesse.











